Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Muitos buscam a saída como se fosse um destino fixo, mas o verdadeiro aprendizado está nos caminhos percorridos. Se ninguém pode apontar a direção, cabe a nós compreender os atalhos ilusórios e as veredas sem retorno. O labirinto da vida não nos ensina apenas onde está a saída, mas revela, com cada passo, os caminhos que não devemos mais trilhar.
A mente é um campo quântico: quem aprende a sintonizar seus pensamentos domina a própria existência.
O homem que compreender a Fórmula Universal não criará apenas tecnologia — criará um novo mundo onde energia, vida e consciência serão uma só coisa.
Um thriller histórico em que um professor descobre uma verdade escondida entre os arquivos do Vaticano, enquanto sociedades secretas e redes de poder tentam impedir que o segredo venha à luz.
Vença seus monstros psicológicos e emocionais. Torne-se um deus de si mesmo, um guerreiro que vive seu propósito e luta por amor à causa.
Domine seus monstros internos. Faça de si um guerreiro sagrado, fiel ao propósito e apaixonado pela causa.
Uma mulher constantemente destrutiva no diálogo e um homem violento podem ambos devastar um relacionamento — cada um à sua maneira. Relações saudáveis exigem respeito mútuo, autocontrole e responsabilidade emocional.
Marca da Besta
Atenção irmãos! A marca da besta já é real! Não estejam à espera de um Arrebatamento, antes da Grande Tribulação ! Pois antes dessa grande Tribulação, já o Anticristo está a pôr a marca da besta! Já agora na Suécia e noutros países! Não recebam nada, nem na testa, nem na Mão direita! Pois o Anticristo já está no mundo! Isto que eu digo, é de verdade!
Nós agora já aceitamos o fato de que a aprendizagem é um processo necessário de acompanhamento de mudanças ao longo de uma vida. E a tarefa mais premente é ensinar as pessoas como aprender.
Empreendedor é aquele que cria um equilíbrio, encontrando uma posição clara e positiva em um ambiente de caos e turbulência.
NAS ANTOLOGIAS DA VIDA
Poeta Brithowisckys
Peguei um livro de antologia da ALMUB
que estava na cabeceira da minha cama.
Folheei suas páginas amareladas pelo tempo,
Me assustei com tanta gente que viveu aqui,
Amou, sofreu, e no tempo determinado, desapareceu.
Outros, voaram alto e alcançaram os degraus da fama
Todas as pessoas deixaram suas digitais
marcas indeléveis de sua doce presença
O livro que ostento em minhas mãos,
traz suas presenças vivas em minha memória
num verdadeiro ir e vir do além infinito...
Algumas ainda lindamente permanecem ...
outras com o tempo a gente esquece
do nosso pensamento no tempo, desaparecem.
Outras deixaram-nos seus legados
doaram seu tempo, seus efervescentes versos,
Tocaram nossos corações sem usar as mãos,
Nos cativaram com suas amáveis presenças
E entraram em sintonia com a nossas almas.
algumas delas se foram e não voltam mais.
com saudade tenho de me conformar e viver em paz.
dos seus escritos um grande aprendizado....
Não importa que tipo de atitude tiveram,
eram verdadeiros seres humanos, HUMANOS
as vezes incompreendidos no temperamento
com eles, aprendemos muito sem argumentos.
Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos
que devemos ser humildes de coração...
Com as carinhosas e atenciosas aprendemos
a ter no íntimo o senso de gratidão....
Com as duras de emoções aprendemos
a dar e liberar diuturnamente perdão....
Com algumas dessas pessoas que passaram
pelas nossas vidas, aprendemos também a
Amar de várias formas sem frescuras
com amizade sincera, com dedicação,
com carinho, com atenção, com atração,
paixão, desejos aflorados e até loucuras...
Mas ninguém nunca nos ensinou!
E talvez jamais aprendamos a reagir
diante da imensidão da dor,
essa dor chamada "SAUDADE",
que tantas dessas pessoas deixaram em nós…
Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.
São tantas caixas reviradas,
momentos,
um passado.
Uma construção de história.
A minha história.
Que não terminou.
Eu continuo aqui.
E, mais uma vez, eu recomeço,
vestida com minha coragem,
mas cercada de medos.
Eu existo.
Tudo passa.
E eu sinto…
O segredo é sentir.
Só sentindo
que transformo.
E eu tô aqui,
vivendo sem esquecer
de tudo que foi.
Faz parte da minha construção.
Ela estava forte o suficiente
para suportar.
Eu sigo aqui,
esperando ansiosamente
por mais um capítulo
da minha história.
Só que agora é diferente.
Hoje eu escrevo em linhas.
Em algum momento, eu…
Eu conquistei esse direito.
Ninguém me negou isso.
Eu só não estava desperta
o bastante para perceber.
Eu achei que era assim.
Um dia conversei com a vida,
e ela me contou
a sua história…
E foi aí que eu percebi.
Não tinha nada que me prendia,
além do espaço que
eu mesma criei.
Um espaço seguro,
tão seguro quanto
o próprio gato de Schrödinger,
que se permitia coexistir…
Um dia o espaço colapsou,
e eu transbordei.
Transbordei feito um rio
represado em emoções.
E hoje percebo
o quão grandioso é ser rio
e poder transbordar.
Eu sou natureza viva.
Eu posso fluir.
E, quando a gente descobre isso,
o ritmo ajusta o fluxo
e a água escoa livremente
no tempo…
E, assim como o rio,
a vida segue em fluidez constante.
As circunstâncias nunca se repetem,
e hoje agradeço…
Pela inevitável transformação,
que pede silêncio para florescer.
25/05/2026
Ana Caroline Marinato
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