Ataque
O ataque a identidade nacional, a cultura e o investimento para o desgaste afetivo entre as pessoas em um país e num continente inteiro, é o prelúdio de que estamos todos sendo assediados por terroristas para causar desestabilização na região.
Vão nos atacar com todas as suas forças. Mas vamos lutar até o último homem. Não vamos desistir. Nunca.
Sabe, era bem mais fácil quando estávamos apenas atacando o Império. Pelo menos na época nós sabíamos quem eram nossos inimigos.
Não se deixe dominar pela raiva, lembre-se da abelha que após atacar alguém perde seu ferrão e morre, tornando-se vítima de seu próprio instinto.
Dizem que nada se cria mas tudo se imita... Como combater tamanha covardia cometida por pessoas corruptas e covardes que visão apenas lucro e fama?
Lavo minhas mãos e imploro a volta de Jesus Cristo.
Pena de morte e prisão perpetua no Brasil
O Silêncio foi o que permitiu que os poderes atacassem ao longo de décadas, sem impedimentos. É como se as vozes desses homens públicos importantes devorassem e aniquilassem as vozes dos outros, num canibalismo narrativo. Tiraram-lhes a voz para recusar e lhes infringiram histórias inacreditáveis. Inacreditável significa que os poderosos não queriam saber, ouvir, acreditar, não queriam que eles tivessem voz. As pessoas morriam por não serem ouvidas.
Até hoje, quando me vejo diante de um problema, uso a frase de meu pai como uma bomba mental para atacá-lo. O “Eu acredito em você” é uma fórmula que me desafiava a ser melhor, e o ponto de partida de todas as minhas realizações.
Você não sabe quem vai ser o próximo a abrir a porta para te atacar, só que isso vai acontecer e que amanhã poderá ser pior.
Ignorando o horário levanta-se e caminha rumo à janela, respira fundo e requenta o café despreocupado. Sentado à mesa pensa e some rumo às infindáveis
possibilidades de seus sonhos que outrora terminara porém remoía o fato de não tê-lo aproveitado como devia, voava toda noite com maestria sobre surreais
visões de sua sedenta imaginação, lúcido apalpava o infinito e desmontava o universo ao seu redor sorrindo em gritos enquanto tudo derretia como assim
desejara.
Torna a mirar o longínquo horizonte tateando o calor da xícara, contando os dedos indagado da tamanha distancia sem distorção que sem cansar os olhos
observa, fita e encara; seria seu o mundo que rodeia-o, seriam quem os passantes na rua ao lado que ouvia sem saber se ali estavam de fato, paranoiado
corre para o quarto e se esconde na cama. Treme e trama o voo que não ocorre e o trauma traz e matiza-o de desespero à tagarelice que balbucia suas
desfronteiradoras e sábias palavras de fuga e despertadores feitiços elucidantes que por desconhecido empecilho trava-o trancando suas brechas de tenras
escapatórias a um ponto inalcançável do pulo, do salto, do voo falho.
Silêncio, silêncios perturbadores, o disparar do coração faz-o perder o folego e transpirar, agora enfiado debaixo da cama teme o chegar de alguém,
teme ouvir passos do chuveiro, talvez da cozinha, teme ter deixado o café à vista de todos que logo descobririam da sua presença e fariam aquele escândalo
ao caçarem o intruso. Remói a remota chance do alçar voo, derrubar as paredes, jogar para o alto a cama e seus ocupantes sonolentos, Silencio! Alguém pode
de fato ouvir sua ofegante respiração amedrontada e gritar, assustando-o de tamanha grandeza a fazê-lo ter um ataque, de pânico, grito, choros, respiratório,
cardíaco.
Socorro!!!
Ai, arrasta-se habilmente para a porta e corre pelo curto corredor, joga-se por baixo da mesa, por cima do sofá, rola em cambalhotas até a porta, pára e treme.
Com muita cautela vira-se lentamente e olha para traz, o suor escorre pelo rosto e pulsa com a forte batida do coração que faz saltar a camiseta, tum
tum, como um alto-falante, alto, elevado, caindo... na real, é só o despertar inquieto do solitário vivente que teme o prosseguir das caóticas experiências
diárias trancado dentro de casa feito uma barata. Teme tanto estar acordado quanto o fato de não possuir controle sobre seus lúcidos sonhos.
O lobo se disfarça muito bem, dando a si mesmo muitos títulos de efeito; arrasta muitas ovelhas após si. Quando ele, o lobo, é atacado as ovelhas acreditam que estão sendo perseguidas, Não percebendo o risco que estão correndo...
Evite a fúria, a reação aguardada.
Envie amor.
Talvez o silêncio seja o retorno, mas o coração será tocado, acredite!
Universo do poeta
De traços e sutilezas
Demasiadamente,
Apaga, pensa e refaz
Rabiscos que em cada detalhe
Pinta o mundo
Contagia a alma
Interpreta uma dor
Relembra um amor, que se encantou
Derrama ao vão
Sorriso, atenção
Que sacia o ego, os impulsos
Liricamente, traz o calor
Que falta aos hemisférios
De um coração sofrido
Que procura entender
O motivo de sua tristeza
E desabafa seu pranto
Borrando toda sua beleza
umedecendo o cantinho
Que lhe tem toda atenção
Um mar de palavras profundas, sinceras
Excitantes?
Que se encanta com a melodia
E a quem lhe convida para uma dança exuberante
Uma mistura fina mas doce
Cena teatral, atração que emposse
Frases que naturalmente nascem
Em folhas, pensamentos
Que faz em você, também em mim
Sentir a transparência
De viver pelo menos em papel
Uma vida de sonhos e desejos
"Mais uma vez senti vontade de tocar o céu...".
Tudo na vida ao decorrer dos tempos, evolui. Desejar viver no passado é dizer NÃO para a evolução, e como consequência um ataque a natureza.
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