Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Nossas mãos não se soltavam, sempre voltava e me perdia no seu olhar há algo que me faz me apaixonar um pouco mais por vc
Porque viver na dor ? Não há explicação pra esse sofrer, que me faça perceber onde tudo começou, nessa vida que maltrata não refresca meu andor ,de pessoa combalida de uma vida desvalida sem o anseio da dor .
Dizem que a maturidade vem com o tempo.
Vejo velhos imaturos como uma fruta verde a ser colhida.
Jovens maduros demais pra o tempo que lhes der, que parecem frutas maduras, decaída do pé.
Mãe
Estou deitada
De olhos fechados
Pensando no porquê
A vida ser injusta e ninguém
Se importar comigo.
Você me vê, me cobre
E me beija
Deseja boa noite
E sem resposta, pois
Eu finjo que estou
Dormindo.
ele tem uma biblioteca escondida.onde, em cada ação
Consulta seus deuses
E tudo o que sabe é informação de terceiros.
Ele se molda pela bíblia e,
Não sabendo interpretar
Recorre a pastores e religiosos
Convictos da verdade absoluta.
Quer saber tudo
Quer dominar tudo
Quer ser ele, quer ser ela
Não importa
Nada sacia sua sede de controle,
Segurança,
Apego,
Egoísmo.
Quer saber como relacionar
Sem se relacionar
Recorre aos livros pra não errar.
Toda informação ele compulta
É uma máquina
É uma mente
Absurda? Absurda
E não confia no que não está escrito
Não é fácil esquecer alguém...
Todos os dias você via aquela pessoa como algo que te completava,
algo que o fazia sorrir e ansiar pela sua presença.
Quando chega o momento em que você sente que deve ser o fim,
é doloroso,
mas, o que fazer?
Ela está tomando conta de sua mente.
Se você continuasse, a pessoa de anjo se tornaria o próprio demônio da sua vida.
I'm not a doll
Eu sou somente uma menina
Eu uso vestidos pomposos cor de rosa
Tenho grandes olhos brilhantes e bochechas rosadas
Todos tratam-me como uma boneca de porcelana
Dizem-me não faça isso
Não faça aquilo
Você é apenas uma menininha
Falam-me como se eu fosse quebrar
Obrigam-me a seguir a rotina de uma princesa
Dizem-me para calar-me
E que sou apenas um rostinho bonito
Cansei de tudo isso
Cansei-me de não poder pensar ou expressar-me
Posso parecer-me com uma boneca de porcelana, porém não nasci para brincar
Quero mostrar ao mundo o poder de apenas uma menininha
Desejo proteger minha nação
E tornar-me uma police doll
Que de boneca só tem o jeito delicado
Trocar meus vestidos ostentosos por fardas militares
Meus jogos de chá por uma Glock 9mm, uma AK-47 e um AWM L115A3 (Britânico)
Meus sapatinhos luxuosos por botas táticas pretas
E o rosa por preto e camuflado
Serei forte e agil
Mas, quando dificuldades e a vontade de desistir aparecer
Lembrarei-me sempre de por quem eu luto
Eu luto por cada menininha que ainda está em um mundo rosa imposto pela sociedade
E por cada uma delas me levanterei e vencerei todas as guerras e batalhas
A mulher é um romance com grande enredo que guarda só pra sí o melhor do clímax...
O homem é uma crônica com fake news que sai se disparando pra todo lado!
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idéias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
'...A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Ela não sabe quem é. Mas elas também não querem ser opacas, obscuras. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes.
À mulher que se ama, podem-se perdoar até os cornos; àquela que já não se ama, não se perdoa nem mesmo uma sopa salgada.
A diferença entre a mulher decidida e o homem mulherengo é que a mulher decidida está sempre pronta para o que der e vier, e o homem mulherengo está sempre pronto para quem vier e der.
A mulher que é mulher, a mulher de verdade é sempre rainha, ela está sempre lá por cima do salto... Superior, quando ela passa deixa um perfume um rastro no ar, promete mas não cumpre, oferece uma certeza com uma mão e uma dúvida com a outra.
Não há maneira mais segura de se vencer neste mundo do que dormir com a mulher de um homem poderoso.
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