As vezes Basta ser o Colo que Aquece
Sou grato, Senhor, pelo dia que nasce,
Pelo sol que aquece e o vento que passa.
Pela graça imensa que em mim transborda,
Pelo Teu amor que nunca desmorona.
O tempo está terminando.
Limpa minhas vestes, aquece meu espírito, e ajuda-me a guardar azeite suficiente.
Que eu viva cada dia com os olhos no Céu, os pés no caminho estreito,
e o coração preparado para Te encontrar.
Mãos dadas, mãe que alimenta o filho, beijo que aquece as veias, que leva a vida ao coração e neste imenso jardim, mãos de mães que grudam, me vejo pequenina no colo da minha mãe .... Saudade aumenta... O tempo não espera é hora de pedir perdão , é hora de dizer uma palavra de amor....Natalirdes Botelho
Mãos dadas, mãe que alimenta o filho, beijo que aquece as veias. que leva a vida ao coração e neste imenso jardim, mãos de mães que grudam, me vejo pequenina no colo da minha mãe...
O tempo não espera,e hora de pedir perdão.
O MENINO DA SUA MÃE
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
— Duas, de lado a lado —,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lha a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
«Que volte cedo, e bem!»
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.O MENINO DA SUA MÃE
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
— Duas, de lado a lado —,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lha a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
«Que volte cedo, e bem!»
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.
A amorosa Sangra D'água
inunda o olhar com poesia,
O Sol do teu sublime amor
me aquece com energia,
Só de estar ao seu lado
me preenche de alegria.
O silêncio é o fogo brando
que aquece as paixões,
fortalece as emoções
e faz o desejo aumentar
as nossas tentações,
O amor se for de verdade tende
a florescer como um jardim
na sua Primavera particular,
É no silêncio que as almas se beijam
sem precisar uma palavra trocar.
A Fé é Pura Cafeína,
Aquece, Desperta, Reanima
Faz bem ao coração,
Ajuda a pensar,
Provoca emoção
e Não pode faltar.
Café que aquece,
que faz despertar
como o amor de uma mulher
de uma paixão ardente,
uma dose consistentede vida
no fogo de amar.
UM SORRISO PROVOCADO
POR UMA SIMPLES LEMBRANÇA
É COMO UMA CHAMA ACESA,
QUE MESMO PEQUENA,
AQUECE A ESPERANÇA
E NÃO DEIXA QUE ELA ESMOREÇA.
Tu és uma coisa rara,
uma linda mulher
que alegra os meus olhos,
que aquece a minha alma
de um jeito intenso
e muito satisfatório,
quando as horas não passam,
pois o tempo contigo vale ouro,
portanto, que nada venha a atrapalhar
quando estivermos juntos.
Teu coração ardente aquece a minha alma,
aguça intensamente a minha vontade
de, ousadamente, externar em palavras,
o meu apreço por ti,
uma mulher fascinante
por seus muitos encantos
que não têm preço,
difícil de eu resistir
por causar-me um constante desejo.
