Às Vezes
Nem sempre quis ficar na luta, na maioria das vezes... Eu quis fugir...
Mas sempre quis também ter prazer em estar ao seu lado;
Em meu silêncio, às vezes me pergunto:
Será que estou me equilibrando como se deva?
E entre eu e o meu coração têm sentimentos que se exceda?
E a minha ingenuidade? Será que ofende a minha tristeza?
Vou vivendo nessa grande loucura em uma prisão ao ar livre
Em ser escravo de mim mesmo, pensamentos do que eu disse;
O indício de me envolver pela própria inspiração
Escrevo o que faz sentido ao meu próprio coração;
Às vezes é parecido com a suavidade do amanhã, mas a realidade é tão certo como a navalha em carne crua;
Às vezes acreditava em contos de fada, como se improvisava o amor verdadeiro à meia luz em nós estrelas, mas era resquício de um sonho ultrapassado;
Às vezes os meus pensamentos têm certos distúrbios
Quando vagam em um passado esquecido por querer
Pois os pensamentos insistem em abrir uma janela
Em meu coração e atingir a minha fragilidade
Trazendo lembranças de um elo dissipado;
Muitas das vezes eu tenho a sensação de que é muito mais importante
Viver do que sofrer por alguém que não valha à pena;
Na maioria das vezes o meu coração se faz o meu amigo bandido, se inspira em poesias românticas e ama quem não deve;
Mas ainda assim me arrisco na vida de romântico apaixonado pela música, poesias e o meu violão...
Venha me absorver quantas vezes forem necessárias para que o teu coração se alimente adequadamente, e o meu coração viva o prazer maravilhoso...
Venha me aquecer ou me refrescar como uma doce brisa de uma tarde de verão... Anuncie ou me deseje com o melhor de seu amor...
Sonho em despi-la, prová-la... Sentir o teu gosto, gosto de amar e viajar em um relacionamento doce e suave para me felicitar;
Recruto o meu coração para te amar, te adorar e por fim te conquistar, pois o fôlego é infinito no qual se submersa para te encontrar no reino aquático;
Indomavelmente são os pensamentos de um poeta que muita das vezes chora com o seu próprio coração... Coração transbordado, porém suportável;
Inspirado pelo que nem mesmo sabe o que é, mas preparado com palavras adequadas para sim lutar contra as dificuldades não entendidas;
Quantas vezes eu chorei por não merecer chorar
Quantas vezes eu me importei sem alguém para se importar;
Quantas vezes eu amei, quando na verdade não deveria amar;
Quantas e quantas vezes eu me humilhei na intenção de recomeçar;
Eu não queria perder, não queria esquecer
Mas as circunstâncias fez acontecer
A dor que fica no coração
Faz de certo aprender
Porém nunca desistirei
E nem muito menos retrocederei;
Às vezes eu penso...
Anjos poderiam andar por
entre nós, só assim eu
confundiria a tua face
com as belezas celestiais
Que jamais puderam
tocar rostos terrestres;
Não curto o sadismo
para alcançar o prazer
mas às vezes o prazer
finge sadismo para obter
maior sensação...
Na maioria dàs vezes não sabemos ler o medo, por medo de entendemos que o risco pode ser um aprendizado;
Muita dàs vezes, quem atira pedras não sabe nem porque está apedrejando... Só atira porque muita gente está atirando!
