Às Vezes
"Estive para morrer tantas vezes
Que perdi a conta dos porquês
Mas cá estou, ainda de pé
Ainda a caminhar nesta estrada que é
A vida, tão imprevisível
O destino, tão indescritível
Por vezes quis desistir
Mas algo me fez resistir
Talvez fosse a luz no fim do túnel
Ou a esperança que se renova
Talvez fosse um amor profundo
Que me deu forças para levantar do fundo
Estive para morrer tantas vezes
Mas agora sei, é uma dádiva estar aqui
Vou abraçar cada momento com alegria
E agradecer por cada novo dia."
Muitas vezes, nas escolhas da vida, será que o destino brinca com a gente ou será que a gente que brinca com o próprio destino?
Edileine Priscila Hypoliti
(Página: Edí escritora)
Por muito tempo andara em uma estrada conhecida, por vezes, esbarrava em algumas paisagens lindas. Entre idas e vindas, passeios e estadias, pensamentos e devaneios, me veio uma lembrança muito gostosa de sentir. Foi um momento nostálgico. Uma retrospectiva de um quinquênio passou em minha cabeça numa fração de segundos. Foi intenso, foi estarrecedor. Me pego pensando nesta nostalgia que me fez viajar em preciosas lembranças. Penso na dor que os nós causam quando não podemos expressar o sentimento vivido; talvez esse seja o real significado de viver um momento nostálgico, um retrato guardado no porão da memória: olhar pros nós da algia que você sente. De imaginar O nós que se foi um dia e, que, por um momento, virou uma dor sem medida. A nostalgia de hoje me fez lembrar de nós, dos nós, e de como esse nós foi feito e, consequentemente, como foi desfeito. A lembrança de hoje me fez lembrar dos nós, de nós, e de como doeu em mim quando o nó se desfez. O nó da algia que sinto hoje me traz O nós que vivi outrora. Nunca tinha parado para contemplar a paisagem da estrada que sempre passei, nela tinha uma estação; ali, passavam-se trens com várias locomotivas. O nós começou ali quando a porta se abriu, quando o coração se abriu. E não poderia ser diferente... no final da estação a porta se abriu, descemos, um nó se formou, a porta se fechou. Ficou a lembrança. Ficou a dor prazerosa de sentir a mesma sensação de quando O nós aconteceu. Ficou a dor do nó. Depois de tanto sentir, talvez tenha encontrado o verdadeiro significado da nostalgia: reviver a dor do nó que não consegui desatar e nem mesmo expressar.
Cortar relações pode ser doloroso, mas às vezes é necessário para o nosso próprio bem-estar emocional. É preciso ter coragem para se afastar de pessoas tóxicas e situações prejudiciais, e seguir em frente em busca de relacionamentos mais saudáveis e positivos.
Muitas vezes, quando passamos por um momento difícil, tendemos a nos isolar do mundo e focar apenas em nós mesmos. Eu passei por isso quando recebi meu diagnóstico e me preocupei em cuidar de mim, evitar o preconceito e o julgamento alheio. Mas essa escolha me levou à introversão, ao ponto de me tornar uma pessoa solitária. Durante esse tempo, outras pessoas também passavam por dificuldades e, infelizmente, eu não fui capaz de estar presente para elas. Fui egoísta e falhei nesse ponto.
A ironia da vida é que a mesma ação que me curou, acabou gerando outro problema: a solidão. Aprendi que, mesmo cuidando de mim, não posso me esquecer da importância de estender a mão ao próximo, de estar presente e disponível para as pessoas que precisam de mim. A solidão é uma dor que pode ser evitada se cultivarmos relações saudáveis e verdadeiras.
Por isso, meu conselho é: cuide de si mesmo, mas não esqueça da importância de cuidar do outro também. Não cometa o mesmo erro que eu e esteja sempre disposto a ajudar aqueles que precisam. Às vezes, um simples gesto de atenção e carinho pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
As vezes, padrões ou lugares que são familiares nos transmitem conforto e segurança. É por isso que talvez seja difícil largar hábitos e experimentar coisas novas. No entanto, cada vez que nos abrimos para as possibilidades novas, avançamos na caminhada para descobrir quem somos e o que nos dá inspiração e motivação, como experimentar um hobby novo ou embarcar em uma aventura. Você pode dar esse passo, seja ele grande ou pequeno. Então, está tudo pronto para desbravar o desconhecido?
Às vezes ficamos tão presos às nossas ideias a respeito do que achamos que queremos, que acabamos perdendo as coisas maravilhosas que podemos ter de verdade.
sophie: acho legal dividirmos o mesmo céu.
calum: o que quer dizer?
sophie: bem, tipo. às vezes, na hora do recreio, olho para o céu e, se posso ver o sol, penso no fato de que ambos podemos ver o sol. então, mesmo que a gente não esteja de fato no mesmo lugar, e não estejamos juntos de verdade, a gente pensa em estar de certa forma, sabe?
sophie: tipo, nós dois estamos embaixo, no mesmo céu, então meio que estamos juntos.
As vezes só precisamos de um abraço carinhoso com tempo suficiente para nos sentirmos acolhidos... 21/04/2023
Rubenita Simey
Às vezes, nos esforçamos tanto para nos adaptar, cuidar, lutar e demonstrar nossos sentimentos. Mas quando a pessoa que amamos não se esforça em retribuir, o amor parece não ser verdadeiro. Será que o orgulho está nos cegando? Será que estamos com medo de ir atrás do que realmente queremos? Afinal, quem ama de verdade não desiste facilmente. É preciso coragem para seguir em frente e buscar aquilo que faz nosso coração vibrar. E se precisarmos abrir mão de algo, que seja por escolha própria, não por medo ou insegurança. O amor é um sentimento forte e intenso, e merece ser vivido de forma plena e corajosa.
As vezes as pessoas podem até te pedir coisas impossíveis, mas se alguém te pedir algo que você acha impossível realizar, é sinal que há pessoas que acreditam no seu potencial.
Muitas vezes nos limitamos as metas pré-estabelecidas, sendo assim temos vontade de parar, desistir, e precisamos de motivação para seguir enfrente.
O amor é como a chuva , ás vezes traz consigo tempestades, mas é em meio ás gotas que nos encontramos , nos refrescando e nos lembrando de que juntos podemos enfrentar qualquer tempestade .
Me custava muito entender a beleza do nome de Jesus. Todas as vezes que eu escutava quando alguém falava: "Que nome lindo!", me fazia falta a explicação disso, no entanto, acabava por nunca questionar, talvez porque é algo tão dito que me vi ignorante no saber em algo que parecia tão comum e que por obrigação, eu deveria entender.
Por fim, tenho minha própria interpretação disso:
- Sabe quando você é conhecido por seu nome ou sobrenome? Especialmente os mais antigos, quando perguntam se você é o fulano, filho do ciclano, neto do beltrano?
Você chega em algum lugar e se apresenta, e então, quando fala seu nome, automaticamente as pessoas te associam a honra (ou desonra) de seu nome. Remete á herança e honra.
Nunca foi tão claro para mim a beleza do nome de Jesus, ser reconhecida por SER e PERTENCER a Ele diz respeito de toda a honra que Ele nos deixou para sempre.
Carregar essa herança de honra comigo é muito mais que lindo, é MAGNÍFICO.
Oh! Quão lindo esse nome foi, É e sempre será.
- Vida Erin Zurich
