Às Vezes
Flores
‘’No jardim da vida muitas vezes cultivamos grandes variedades de flores, cada uma delas com sua beleza e perfume bem particular. Algumas delas possuem espinhos, e na busca da defesa, as marcas ficam cravadas na pele. Mas muitas dessas marcadas ultrapassam e se acomodam nas raízes profundas da alma.
Como arrancá-las? Se elas insistem em crescerem e nos lembram a cada dia seu perfume e seus espinhos? Somente quando regamos- as com a sublime água do amor, pode nos livrar de tais espinhos e sentir o aroma suave e profundo das mais belas flores da vida. ’’
Os amores profundos cultivam-se jardim do silêncio’’.
Profª Maria de Fátima B. de Oliveira
Ela não quer progresso
Regredir já estaria de bom tamanho
Mas as vezes até mesmo voltar para onde tudo começou pode ser complicado
Quando gostamos de alguem, as vezes acabamos colorindo um pouco as coisas, para que elas se encaixem exatamente no que queremos
A vida é como uma escada, subimos, subimos, ás vezes cansamos, paramos para descansar, caimos, e como o objetivo, chegamos ao final.
Não era desse jeito que eu queria. Pense 35 vezes antes de mergulhar de cabeça em um novo projeto, por melhor que ele seja !
Amor,amor ,amor as vezes eu mesmo me pergunto
por que eu fui te amar por q meu deus ,por que vc
es uma nina esepisonal vc es uma nina q nunk irei
esquecer e nunka terei vergonha q te amo ...
Te Amo !!!
As vezes nossas escolhas não fazem a menor diferença. Não ajudam em nada e nunca deveriam ter sido feitas.
Por vezes, pensamos
ser doces, desejáveis,
delicadas e estáveis
ou cremos ser o sonho
secreto de alguém...
Tentamos acertar o alvo
o centro do caracol
o buraco-negro do sonho
o lumiar do farol...
Sentimos alegria e leveza
e vemos asas fulgurantes
estrelas na alma amada
cuja configuração cintilante
é cosmo complexo e vicejante
que nos encanta e atrai...
Contudo, noutro instante,
rodopiamos, vacilamos
em volta do vórtice abissal...
Giramos e vamos ao fundo
do mar ou do mundo
se nos desdenha ou repele
este amor, num segundo...
Ou nos fechamos em concha
ao falhar e nos ferir
na tentativa vã e insistente
de compreender tal alma amada
tão benquista e desejada
em nosso íntimo universo...
Porém, de salto em salto, de vôo em vôo,
de queda em queda, ou tropeço em tropeço,
de tempos em tempos ou no vaivém dos ventos,
da tempestade à bonança, no balanço ou recomeço
às vezes nos surpreendemos com uma brisa imprevista
ao sermos chamadas, mais uma vez acolhidas
pela alma azul-lilás tão querida e mutante,
ornada por caracóis, protegida por espinhos,
coberta por líquens e anzóis,
enfeitada por sóis marinhos...
E então nos vemos no vértice,
no centro dos redemoinhos,
na dança das espirais
nos recônditos submersos
suspiros, sonhos e versos
entre conchas e coxas
a caminho de Vênus
nos paraísos siderais!...
Da imensidão celestial
os astros nos contemplam
sorridentes, complacentes
divertindo-se às custas
da poeira cósmica pulsante,
que vibra, chora, canta e ri,
destas partículas que somos
plenas de apetite e desejo,
de idiossincrasias e medos
de mistérios insondáveis
de fantasias e segredos
quase invisíveis mas duráveis...
As vezes a vida nos prega peças que acaba levando nossos sentimentos ao funco o posso, porém sempre vai haver alguém para levantarmos.
Escreve mil cartas, compra mil bombons, ensaia dezenas de vezes cada passo e palavra. Logo em seguida, cai em si, só precisa de um único minuto, um pouco de álcool e fósforo, queima tudo... Depressa.
"Diversas vezes ela questionava, quando poderia realmente dar a alguém um pouco dela mesma? Dedicar o seu amor a essa pessoa que parece não existir, e caso ela exista a onde ela está? Ela segurava com suas mãos os pedaços do seu coração, ela não tinha mais um coração, depois de tudo, restou apenas os pedaços do que um dia foi um coração”
