Às Vezes

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Sempre fui o tipo de menina sonhadora. Aquela que assistia mil vezes cada um dos contos de fadas, usava os velhos vestidos da mãe para se vestir de princesa e criava um mundo de "faz de conta" na cabeça. Uma criança que vivia no mundo da lua, no mundo dos sonhos, da imaginação... Cresci, e continuei igual. Eu queria tanto, mais tanto, um casamento lindo e perfeito com tudo que tinha direito, inclusive, é claro, um príncipe para chamar de meu. Eu idealizei esse dia. Idealizei o casamento, a vida toda. E idealizava o príncipe também, perfeito, como nos contos de fadas. Pois nos contos o príncipe só vem para trazer a felicidade eterna. Hoje, faz UM ANO que estou casada. Bodas de papel. O dia oito de Junho foi inesquecível, um momento mágico para sempre. A realização de um sonho, a concretização de um momento ansiosamente esperado por quase todos os dias da minha vida. Lembro desse dia com emoção e com gratidão, por Deus ter me permitido vivê-lo. Pois bem, mais disso tudo, acho que todos já sabem. A pergunta que escuto quase todos os dias desde que casei é: "E ai? Como está a vida de casada?" É claro que nessas horas, eu resumo com um simples "vai bem". Mais a verdade é que em um ano, já tenho muito a dizer. A primeira é: Não, não é um conto de fadas. E também não, meu marido não é nenhum príncipe e nem consegui o meu "Felizes para sempre". Muitos dizem que o primeiro ano de casamento é uma constante lua de mel. Mais na realidade eu acredito que seja um dos mais difíceis. É difícil aprender a conviver com os defeitos e diferenças a cada dia, é difícil entrar em acordo com tudo que o outro decide, fala, pensa... E é difícil se acostumar com os problemas, responsabilidades e dificuldades que essa nova realidade traz. Mais é exatamente por não ser fácil, que é tão importante. Foi neste primeiro ano que vimos que precisamos um do outro para caminhar e para sermos felizes, que precisamos saber ouvir, nos calar muitas vezes, baixar a guarda, entender e aceitar as diferenças, respeitar as fraquezas, abrir mão de algumas coisas, aprender a gostar de outras... É como um barco, os dois tem que remar, sempre. Só assim o barco vai em frente. Em um ano, aprendemos o verdadeiro significado de amor. Amor não é gostar de alguém perfeito para nós. Não é ter alguém que te agrade sempre. Amar é quando conhecemos os piores defeitos de alguém, e mesmo assim queremos estar juntos. Amor é cuidado, é respeito, é construção. Uma construção que precisa de uma base forte e bem feita, bem trabalhada. Relaciono essa base a esse primeiro ano. Eu poderia escrever aqui um texto perfeito relatando só coisas boas e maravilhosas. Mais preferi descrever a verdade. A verdade é que tivemos momentos lindos e felizes, de alegrias, sorrisos e diversão. Passeamos, viajamos, fomos ao cinema, dormimos agarradinhos, comemos muito brigadeiro e pipoca na cama assistindo tv, brincamos, conversamos, desabafamos... Mas também choramos, discutimos, gritamos, discordamos.... Enfim, uma vida real, de um casal real, com protagonistas reais.

As vezes é bom deixar de cuidar para ser cuidado.

“Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar…é nossa razão de existir.”

Estou cansada. Não é nada físico, é só que as vezes paro e penso em todas as coisas que se repetem todos os dias e não significam nada. Nada realmente triste, nem nada realmente feliz, mas que por não ser nada e vazio, produz uma tristeza como tal, que doi mais a cada dia e provoca um cansaço que persiste em ficar.

Nosso coração é burro e infelizmente na maioria das vezes, ele é mais forte que o cérebro, mas sempre podemos encontrar alguem que nos ensine e equilibrar essas forças e revertê-las. São pessoas assim que merecem nosso valor, afinal a única felicidade que temos na vida é amar e sermos amados, portanto deixe sempre a porta do seu coração aberta, mesmo que a lembrança da desilusão amada venha como uma brisa a provocar um desconforto em nosso interior. As vezes Deus coloca pessoas erradas em nossas vidas, para que quando encontrar-mos a pessoa certa saibamos valorizá-la.

"Às vezes o medo nos impede de conseguirmos coisas que nos fariam muito felizes.
Por receio de não conseguirmos, deixamos de tentar.
Por medo de sermos rejeitados, deixamos de falar.
Por medo de perdermos, deixamos de apostar.
Enquanto o tempo vai passando, e levando as oportunidades.
E a gente vai se esquecendo dos nossos propósitos.
Dos nossos sonhos. E nos conformando com o pouco que conseguimos,
e com o muito que deixamos de conseguir.
Vamos deixando de lado todos os planos que tivemos um dia, de ser feliz.
Tudo isso por medo de arriscar.
Se a vida é um jogo, porque não jogar?
Se temos a chance de conseguir, porque logo pensamos que as coisas
vão dar errado,ao invés de dizermos pra nós mesmos,que se
não der certo,ao menos poderemos olhar pra trás e dizer que tivemos
a coragem de tentar.
Coragem não é não ter medo. Coragem é enfrentar o medo.
Coragem, é saber que podemos falhar, mas mesmo assim colocar o nosso
na reta. Por que vale muito mais a pena ganhar.
Mas é totalmente impossível ganhar sem arriscar.
Arrisque-se. Erre. Acerte.
Isso é viver."

Texto By Karen ;]

Às vezes eu preciso deitar, porque tudo parece tipo... meio pesado!

Certas coisas não perdem o fio, certos erros não podem ser cometidos duas vezes.

Às vezes um mergulho na alma é extremamente importante, pois só a partir disso conseguimos fazer àquela faxina necessária ao espírito, que nos ajuda a separar o bom e o ruim dos sentimentos. E com o tempo a gente enxerga do lado de dentro, tudo àquilo que a gente supõe existir somente do lado de fora. Que o que nosso caminho é nosso e nada nem ninguém consegue nos manter longe dele por muito tempo.

Estranhos valorizam


⁠É curioso como o maior incentivo vem, muitas vezes, de onde menos esperamos. Os olhos atentos, os elogios sinceros, os compartilhamentos espontâneos... quase sempre partem de estranhos. São eles que valorizam, acompanham, torcem pelo nosso sucesso sem pedir nada em troca.

Enquanto isso, aqueles que dividem a mesa conosco, que nos chamam de família, de amigos, passam pelas nossas conquistas sem sequer deixar um sinal de presença. Não curtem, não comentam, não compartilham. Não vibram quando anunciamos uma boa notícia, não celebram quando damos um passo à frente.

Mas estão lá. Acompanhando. Vendo. Silenciosos.

Seguem ativamente nas redes sociais, engajando com desconhecidos, enaltecendo gente que nunca viram e talvez jamais verão. Curtem, comentam, compartilham—mas não o nosso trabalho, não o nosso esforço, não as nossas vitórias.

Que estranheza é essa? Que proximidade vazia é essa que não se transforma em apoio? Que tipo de laço se mantém à distância, sem o calor da presença, sem o gesto simples de um incentivo?

Talvez seja mais confortável admirar à distância do que aplaudir de perto. Talvez, para alguns, seja difícil ver alguém próximo crescer. Talvez, para muitos, o sucesso só seja bonito quando pertence a um estranho.

Mas seguimos. Porque, no fim das contas, são os estranhos que muitas vezes nos impulsionam. E essa, talvez, seja a maior ironia de todas.

Sei que, as vezes, estamos pesados pelo peso da vida!... mas, mesmo assim, conseguimos alçar voo com as nossas almas para sorrir e
sermos felizes!

Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele;
Se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.

Quem perde dinheiro, perde muito,
Quem perde um amigo, perde mais.
Quem perde a fé, perde tudo.

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer
todos os erros.

A Dor Invisível


Às vezes, sinto que a depressão e os transtornos que nos afligem precisavam ser visíveis.
Se sangrassem, se mostrassem a gravidade do ferimento, talvez as pessoas não minimizassem.
Talvez a dor não fosse tão fácil de ignorar.
Talvez o sofrimento não fosse tão questionado.


Mas, por serem invisíveis, permanecem no silêncio.
E no silêncio, somos julgados, incompreendidos, e ainda mais sozinhos.
Como se fosse uma escolha, como se fosse uma fraqueza,
como se a dor pudesse ser apagada por palavras que não conhecem o peso do que sentimos.


O cansaço mental, o desgaste, a sensação de que a mente está mais para um labirinto sem saída,
isso é invisível. Mas é real. Tão real quanto qualquer ferimento que sangra e precisa de cuidado.
E talvez, se as feridas da mente fossem visíveis, o mundo seria mais acolhedor, mais atento,
sem tanto julgamento, sem tanta ignorância.

Às vezes a ignorância é uma bênção, mas prefiro a maldição que a sabedoria traz.

O Que Sempre Foi Para Ser


Hoje já te quis dentro de mim mil vezes, e em cada uma delas lembrei que, de alguma forma, você já pulsa aqui dentro. Mas ainda assim te quero perto, tão perto que nossos corpos provoquem faíscas, que o calor do desejo nos envolva até dissolver qualquer distância. Quero sentir sua pele na minha, o toque que não pede licença, a respiração entrecortada pelo arrepio do encontro. Quero a explosão e a calmaria, o fogo e o silêncio que vem depois, quando já não há nada entre nós além do que sempre foi para ser.

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Às vezes quando olhamos para trás, pensamos como teria acontecido se tivéssemos feito de outra maneira... Mas acontece que atuamos como sabíamos ou como podíamos no momento... Acolher o passado e perdoar-se, é a opção perfeita para seguir o caminho de forma mais leve e segura. Afinal, tudo aquilo que vivemos, serviu para moldar o que nos tornamos hoje...

Ser Transparente

Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil
ser transparente?
Costumamos acreditar que ser transparente
é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar,
de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma,
é deixar cair as máscaras, baixar as armas,
destruir os imensos e grossos muros
que nos empenhamos tanto para levantar...
Ser transparente
é permitir que toda a nossa doçura aflore,
desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre,
a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão
à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta
às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos nos perder numa busca insana
por respostas imediatas
à simplesmente nos entregar e admitir
que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir
uma máscara que nos distancia cada vez mais
de quem realmente somos,
preferimos assim: manter uma imagem
que nos dê a sensação de proteção.

Rosana Braga

Nota: Trecho do poema de Rosana Braga.

⁠Rio Real – O Inesquecível em Suas Águas

Às vezes, buscamos palavras para descrever o que simplesmente se sente. Tentamos traduzir em frases aquilo que transborda no olhar, no toque da brisa, no reflexo da luz dançando sobre as águas.

O Rio Real não é apenas um curso d’água, é testemunha silenciosa da história do nosso povo. É espelho de quem somos, guardião de memórias, caminho que leva e traz vidas. Suas margens contam histórias que não precisam de explicação, apenas de vivência.

Há coisas que não se explicam, apenas se sentem. E quem já se deixou envolver por essas águas sabe: o Rio Real não passa, ele permanece.

Desejo de Ser Só de Alguém

Às vezes, me sinto como um pedaço de carne exposto, como se o meu corpo fosse só um detalhe a ser desejado por qualquer um. O toque de quem não me conhece, o olhar de quem não vê além da superfície… Isso me irrita, me desagrada. Eu não sou isso. Não sou só um desejo momentâneo, não sou algo que se pode possuir e depois deixar para trás, como uma peça descartável.

O que eu busco é algo mais. Quero ser desejada, sim, mas por alguém que me veja, que me compreenda em toda a minha complexidade. Quero ser a única, o centro do desejo de alguém que se entrega da mesma forma, sem querer dividir ou repartir o que é só meu. Meu corpo, minha alma, tudo que sou… Eu quero ser isso para uma única pessoa. Quero ser amada por quem sabe o valor de cada pedaço meu, quem não tem pressa de arrancar, mas que sabe, com paciência, como tocar cada parte do meu ser.

Eu não sou carne, eu sou vida. E quem me deseja, deve me desejar por inteira.⁠

Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes e a natureza, nunca!