As poesias mais Bonitas do Mundo

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Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta é justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadência como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadência...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorância e a intolerância religiosa e racial são o conluio deste mundo mundano....

Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

Floresta do ser humano
Por Celso Roberto Nadilo


A folha é o pulmão do mundo e alma do ser humano...
E quando essa folha nasce é um suspiro de vida, alegre é a vida...
Seu corpo físico é simplicidade com que a vida nasce e morre...
Como o envelhecer a vida retorna ao chão dando um desfeixo único depois de tanto tempo.
Mas, a vida resiste na resiliência da vida...
O galho ou tronco é como vida tem vários caminhos e com várias camadas e sustentabilidade das folhas que todavia estão ligadas até que seu tempo seja a falha do amor,
Suas frases e experiências são incríveis...
Pois a cada instante das estações do ano resistiu até o dia que chegou ao apse da vida...
A raiz é caule é condutor da vida a água e seus nutrientes são essenciais que espalham se pela imensidão da árvore gigante em seu esplendor.
Seria simplório da minha parte só exaltar um simples relato do ser que da vida esse mundo.
Magnífico o seja,
O espírito da luz que reluzente transcende o sentimento humano. No qual degrada por simples devorar de um mundo.
Sua compreensão inata torna se a insanidade.

Mansões de ricos poderoso somente espíritos de mundo vazio...
Piscina vazia quem quiser ir água desperdício pode manter dez famílias.
Tudo que tem vai ser parte da poeira de tempo de futilidade.
Monarquia existe para que se vivemos numa democracia...
Disputa o poder com poder do povo...
Ainda desmerecendo o povo título de eleitor na mãos e o diploma de burro no bolso. Sera que ainda temos voto de cabresto
Aberração que seu mundo tudo é aceitável.

O homem é um pássaro numa gaiola,
Vista por sua mente como seu mundo,
E seu mundo pujante floresce em dias passados foram feitos pelo o ser navegante.
O ser insensato vive por viver para viver...
Titubeou no amanhecer e continua vive para um dia morrer.


Por Celso Roberto Nadilo

Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.

Somos máquinas de carne...
Num mundo de máquinas
Somos copilidos a ser objetos...
Ovelhas cegas conduzidas por lobos...
Ainda assim vivemos história a beira da fogueira. Contamos histórias,
Somos copilidos por máquinas que tem
Alienação de dados e informações fraudulentas fragmentos da verdade que vivemos numa sonho de otupia.
Para tais os amante de sonhos são expostos e condenados pois ignora é simplicidade abandonado da compreensão.
Fatos são mentiras expirou a muito tempo a verdade não enche o patrocínio de ninguém, o patro vazio é retrato do abandonado mais maquiado é o prato do dia. ..

O zero nunca existiu numa equação de equilíbrio.
O zero no mundo quânticos e dois também nenhum dos dois...
Para alienados o zero nem nunca foi um número pois o mundo ainda é um cúpula de vários mundos paralelos. Que ser humano dever o voto de cabresto.
Que globo é uma conspiração do governo para dominar mentes.

Somos alienígenas no nosso mundo,
Nossos atos destroem o mundo...
Somos capazes de ir a outros mundos
Mais ainda não achamos outro planeta para destruir...!
O amanhã não nos pertence si pertencer o passado sera pilhar...
Os predatóres do universo...
Ate os animais mais forte tem medo de ouvir em falar em ser humano...

Na floresta negra tem flores atraentes navios navegantes num mundo ao longe...
Luas separte os ceus a luz atravessa os ceus num estante o momento ganha o irônico do puro silêncio ate doi ver nebulosa...
As nuvens destilam a energia vinda outros mundos...
Meteoros vivem numa harmonia do caos que predomina...
Mesmo o frio na barriga no meio do abismo comença ser dilatado pela gravidade. A luz caminham sobre nossos pés cristais de gelo se forma.
O medo da uma passagem para curiosidade... sendo matou o gato...
Quem seria esse gato?
Sereias das cordas da vida seres flamejantes, cantam a vitória da vida,
Vemos micro cosmo como a semente da vida e as estrelas trazem vida aos mundos mais longes que imaginamos...
No silêncio cruel a vida prospera as virtudes caem e mundos que ainda não conhecemos.

Looping


Tudo é velho. O mundo é uma repetição imutável, não se pode perceber o movimento. Falta-nos a ausência. A voz diz que não há vida. O guia nos abandonou. A noite caiu. A dor é perene, a luz está distante, não se pode recuperar o que o dano finalizou. Os meus músculos estão tensos, o coração apertado, as mãos trêmulas. A liberdade me levou a isso, as infinitas possibilidades. Mas ainda ne resta força para quebrar o encanto: posso ver um dos níveis superiores e me agarro nele. A paciência é amiga. O ar volta a soprar. A tranquilidade nunca foi perdida realmente. Tudo isso é o que acontece no momento.

Livre
Quando eu estou desgostoso do mundo dos mortais, me refugio no meu mundo de abstrações e formas puras. Aí fico flutuando entre as nuvens e os outros anjos, esquentando as asas na luz azul, voando com os pássaros. Eu, tão lacônico e sintético, também posso alongar o verbo e falar, falar. Posso satisfazer o desejo insaciável de novidade, de vida, daqueles que não a conhecem. A tentação é ter piedade pela ignorância do mundo, quando só cabe a compaixão de reconhecer que eu dou valor aos que não se valorizam. Assim, amargo, só posso rir das trapalhadas, do mau hálito, a barba por fazer. Sinto simpatia pelos bajuladores e os violentos. Vejo a graciosidade dos mentirosos e sem educação. Os meus irmãos são os fracos, como eu, os que a hipocrisia impede que falem, aqueles que adoram o dinheiro. Só não tenho piedade pelos loucos, porque eles estão além de todos nós, viventes de um lugar em que existe a liberdade.

Este mundo vai se acabar


Haverá um tempo em que existirão poucas pessoas e os poucos serão gente de qualidade, não muitos supérfluos. A propaganda não existirá para promover o muito, o inútil e o daninho à vida, ao contrário, virá do real desejo de preservar e promover o conhecimento da sua Natureza. Os materiais usados serão mínimos, ampliados pela imaginação, que será usada por todos para criar, através da arte, um mundo que realiza a sua beleza. Assim, só haverá Um. A doença da cobiça se findará e o dinheiro não será mais sinônimo de culpa e auto sabotagem. Apesar dos seus inúmeros defeitos, as pessoas encontrarão um denominador comum que as una, fazendo que parem de competir e se voltem ao apoio de todos por todos, acabando a inimizade recíproca. Isso é difícil de acontecer, mas é inevitável, sob a pena de não haver mais humanidade.

Leve


No mundo, todos podem ser poetas. Vão produzir poesias com ideias comuns, como são as pessoas comuns, que nunca se aprofundaram nas rimas. Isso eu pensava sentado à mesa do bar, comendo um bolinho de batata, acompanhado de um suco de melancia. Existiria uma situação mais adorável? Eu tentava, em vão, me convencer de que havia algum motivo para que eu saísse dali e fosse para casa. Em outro lugar, em qualquer lugar é a mesma coisa: onde eu estou é a perfeição, não há a necessidade de esse ir e vir interminável. É aqui que eu estou, carregando a minha felicidade para toda parte.

A ponte do arco-íris


Visitamos em sonho o mundo das formigas, onde não há o sexo. As formigas se recolheram, mas daqui a dois anos vão voltar e, através da ponte do arco-íris, Bifrost, vão chegar à Terra e instalar um reinado de trilhões de seres, aniquilando toda outra forma de vida. Não há escapatória, mas os homens tentarão de tudo para descobrir um modo de sobreviver. As espaçonaves ainda não estão prontas, e a única maneira é lacrar a ponte com aço e lutar.

Entidade fantasmagórico espectral


Não existe o lixo, existem coisas fora de lugar. O mundo pede que o coloquemos na ordem correta. A felicidade está em enxergarmos o conjunto que surge se nos detemos nas pequenas unidades. Alguém que eu não posso ver sorriu para mim atrás dos livros da estante.

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

⁠Só os honestamente Cheios de Dúvidas encontram força e paciência para habitar um mundo tão abarrotado de Cheios de Certezas.


Porque duvidar, ao contrário do que muitos pensam, não é fraqueza — é coragem em estado bruto.


É admitir que o mundo é vasto demais para caber inteiro dentro de uma única convicção.


É reconhecer que a realidade não se dobra à pressa das nossas conclusões, nem à vaidade das nossas certezas fabricadas.


Os Cheios de Certezas caminham rápido…


Pisam firme, opinam sobre tudo e quase sempre acham que precisam subir o tom.


Mas, quase sempre, também carregam um peso invisível: o medo de estarem errados.


Por isso não param, não escutam, não revisitam.


A certeza, quando não examinada, vira abrigo confortável — e também prisão silenciosa.


Já os Cheios de Dúvidas seguem de outro jeito.


Observam mais do que afirmam.


Perguntam mais do que respondem.


E, ainda que pareçam morosos, avançam com mais profundidade.


Porque cada passo deles é sustentado por reflexão, não por impulso.


Habitar um mundo dominado por certezas exige, desses muito poucos, uma paciência quase teimosa.


É preciso suportar o ruído das opiniões apressadas, a arrogância dos veredictos fáceis e a solidão de quem não aceita simplificações.


Mas é justamente essa inquietação que os mantém vivos — intelectualmente e, quiçá, moralmente.


No fundo, são eles que ainda sustentam a possibilidade de diálogo, de evolução e de verdade.


Porque onde não há dúvida, não há espaço para aprender — apenas para repetir.


E talvez seja esse o paradoxo mais incômodo: em um mundo cheio de respostas fáceis, são justamente aqueles que ainda se atrevem a perguntar que o mantêm em verdadeiro movimento.

⁠Sem querer banalizar nem florear a “profissão” mais antiga do mundo, a prostituição corporal, a que deveria nos apavorar é a espiritual.


Porque a primeira, ainda que envolta em julgamentos, é explícita: há um corpo, um acordo, uma troca visível.


Já a segunda se disfarça de virtude, de opinião firme, de pertencimento.


Não se vende o corpo, mas algo talvez muito mais íntimo — a consciência, os valores e a própria capacidade de discernir.


A prostituição espiritual acontece quando abrimos mão daquilo que realmente pensamos em troca de aceitação, aplausos, vantagens ou conveniência.


Quando repetimos discursos que não refletimos, defendemos causas que não compreendemos ou atacamos pessoas que nunca paramos para ouvir.


É um tipo de rendição silenciosa, que não deixa marcas no corpo, mas corrói lentamente o caráter.


E o mais inquietante: ela é muito raramente percebida por quem a pratica.


Ao contrário da negociação explícita, aqui tudo parece escolha própria.


A pessoa acredita que está sendo fiel a si mesma, quando na verdade já terceirizou o próprio julgamento.


Tornou-se vitrine de ideias alheias, sem sequer perceber quem lucra com isso.


Talvez por isso ela seja mais perigosa.


Porque não choca, não escandaliza, não mobiliza indignação coletiva.


Pelo contrário, muitas vezes é premiada com likes, seguidores e senso de pertencimento.


É a prostituição que se fantasia de convicção.


E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem vende o corpo, mas sobre quem, pouco a pouco, vai vendendo a alma em parcelas tão insignificantes que já nem sabe mais o que ainda lhe pertence.