As poesias mais Bonitas do Mundo

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O Senhor não vê como vê o homem…
(1 Samuel 16:7)
Ele vê fé onde o mundo vê limite.
Que Ele te lembre todos os dias:
o improvável nas mãos de Deus se torna resposta.
miriamleal

Em Marcos 8:36 está o choque que muitos evitam:
Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Ganhar o mundo e perder a alma é fracasso eterno.


miriamleal

Em João 3:17 diz que Ele não veio para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele.


Percebe a diferença?


Melhorar padrão de vida é temporário.
Salvar a alma é eterno.


miriamleal

Você sabe exatamente o que merece…
não porque o mundo te disse, mas porque Deus já deixou isso claro dentro de você.


Você é geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus… (1 Pedro 2:9)

Se o mundo grita, eu escolho ouvir Deus,
se a alma cansa, descanso nos braços Seus.
Hoje não é comum, é dia de viver,
o que Ele escreveu antes de eu nascer.




miriamleal

Tudo é colheita, por isso escolho semear esperança
quando o mundo me oferece amargura.
Escolho plantar perdão sobre a ofensa,
e misericórdia sobre a ferida mais dura.
Não porque seja fácil,
mas porque sei que a terra responde.
O que é lançado hoje em fidelidade
amanhã se ergue onde ninguém esconde.
miriamleal

Era pra ser apenas uma flor
Mas ela saiu para conquistar o mundo
Era pra ser apenas um dia
Mas durou uma vida
Era pra ser apenas um abraço
Mas se transformou no amor.

existência.

viemos ao mundo sozinhos e sozinhos iremos morrer, todos que aqui estão em algum momento deixarão de ser algo de alguém para se desfazerem no clarão do esquecimento, se por um instante se questionaram sobre o amor, vida e morte, suas conclusões por si só ganharam vida e sentido em suas existências.

⁠A poesia é o vírus da liberdade num mundo programado para calar.
Quando o mundo cala, a poesia fala, e ninguém consegue silenciar.

Antes de se conectar com o mundo, aprenda a se reconectar com você...
O amor-próprio é a senha da cura.

Sobre a Natureza do Mundo Espiritual




Tentarei demonstrar de forma dialética, que se incorre em erro pensar que o Mundo Material seja mais sólido, que o Mundo Espiritual, por vivermos neste e não naquele. Na verdade, deveríamos pensar exatamente o contrário disso! Devemos pensar que o Mundo Físico -Material é exatamente fruto do Mundo Espiritual. Pois o Mundo Material advém exatamente do Mundo Espiritual. A Natureza do Mundo Espiritual é Eterna. A do Mundo Material, efêmera. O Mundo Espiritual é o Criador por excelência do Mundo Físico. Este é passageiro. Aquele, infinitamente perene. Perpétuo ou inacabável. O Mundo Espiritual é infinitamente mais granítico que o Mundo Material. Este se decompõe. Aquele, clássico, indecomponível.




Às 09:07 in 01.07.2026

Quando o mundo parece ruína, lanço sementes de promessa nas fendas do concreto. Não me contento com o “menos-mal” trabalho para que o bem floresça realmente.
Minhas palavras são pontes, não muros, para que o outro encontre abrigo e seja visto. A cada gesto, reivindico a grandeza que habita no simples, um olhar, um toque, uma ponte. No silêncio que resiste, descubro a força de quem escolhe erguer, em vez de apenas sobreviver.

A busca na noite e a força do amor
nas fendas do rochedo, onde o mundo nos procura, é lá que a nossa voz se torna suave e a nossa figura é vislumbrada em sua máxima pureza.

Ser sensível não é fraqueza, é habilidade de sentir o mundo além da superfície, é perceber dores escondidas e amores silenciosos, é ser intensidade pura em um corpo limitado,
e isso, por si só, é superpoder.

A maior resistência em um mundo feito de guerra fria e navalhas é o músculo tenro da ternura, ela é a revolução mais difícil, a bandeira branca erguida com
a força de um soco.

Aprendi que solidão não é castigo, é ferramenta. É na distância do mundo que a consciência afia sua própria lâmina. E com ela, cortamos ilusões que sempre nos mantiveram presos. A liberdade começa quando deixamos de ter medo de
estar conosco.

O mundo passa com pressa e leva pedaços da gente como folhas ao vento. Resta um bilhete amassado no bolso: “sobrevivi por pouco”.
Não é glória, é quase legenda de uma fotografia torta, mas serve para lembrar que ainda posso olhar e contar.

Há amores que não partem, apenas se retiram do mundo visível, recolhendo-se às fissuras mais íntimas da alma, onde permanecem como um eco teimoso que o tempo não consegue dissolver. A saudade, então, deixa de ser ausência e se torna uma presença densa, quase palpável, feita daquilo que não se pode mais tocar, mas que insiste em existir com uma força silenciosa. Trago em mim os vestígios do que fomos, vozes que já não soam, sorrisos que o tempo apagou, promessas que agora repousam como ruínas dentro da memória.
E nesse vazio paradoxal, onde tudo falta e ao mesmo tempo transborda, compreendo que amar nunca foi possuir, mas resistir à permanência daquilo que se perdeu. Porque há histórias que se encerram no mundo, mas se recusam a terminar dentro de quem aprendeu a sobreviver carregando eternidades em forma de dor.


- Tiago Scheimann

24 Prelúdios, Op. 28, de Frédéric Chopin.


Naquela noite em Valldemossa, o mundo parecia ter sido reduzido ao som da água.


O mosteiro respirava um silêncio antigo, quebrado apenas pelo insistente cair das gotas — como se o céu, cansado de sustentar seus próprios pesos, decidisse chorar sobre a pedra fria. Dentro de um quarto úmido, Frédéric Chopin não dormia. O corpo frágil repousava, mas a alma permanecia desperta, inquieta, à beira de algo que não se pode nomear.


Dizem que a chuva o atravessou.


Não por fora — mas por dentro.


Cada gota que tocava o telhado encontrava eco em seu peito, como um pulso repetido, uma lembrança que se recusa a morrer. E então, entre a febre e o silêncio, ele viu — ou sentiu — a si mesmo afundando lentamente em um lago escuro, onde o tempo não corre, apenas escorre.


Gota.


Gota.


Gota.


Não era mais o mundo que chorava.


Era ele.


Quando George Sand voltou, encontrou um homem que já não estava inteiro. Havia nele algo que tinha ficado naquela água imaginada, submerso entre sombras e sons. Mas sobre o piano, quase como um reflexo involuntário da dor, nascia uma sequência de notas que insistiam em cair — sempre a mesma, sempre igual, como se a música tivesse aprendido a imitar a chuva… ou a memória.


Ele negaria depois.


Diria que não era chuva.


Que não havia gotas.


Que a música não descreve, apenas existe.


Mas há verdades que não pertencem ao compositor — pertencem ao abismo de onde a música vem.


E naquele prelúdio, escondido entre luz e tempestade, ainda é possível ouvir:


não a chuva do céu,


mas a que cai dentro de alguém.




- Tiago Scheimann

A felicidade é um ato de resistência política e espiritual contra um mundo que lucra com a nossa angústia e que se alimenta da nossa sensação de incompletude constante. Sorrir diante do abismo é a forma mais refinada de protesto, pois prova que o espírito humano possui uma fonte de luz que nenhuma treva externa é capaz de sufocar totalmente. Que a nossa alegria seja profunda e fundamentada na lucidez, nunca na ignorância, sendo o farol que guia outros náufragos para a praia da dignidade.


- Tiago Scheimann