As Pessoas Sao como Ondas

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Creio severamente numa única verdade absoluta: DEUS.
As outras verdades são personalíssimas e dependem do jeito que as enfrentamos.

Inserida por BALSAMELO

Não se invente.
Seja autêntico(a) com o seu sorriso ou com a sua tristeza.
Ambos, são resultados daquilo que fez por merecer.

Inserida por BALSAMELO

São as súplicas silenciosas que nos entristecem quando são descobertas... perdemos, muitas vezes, a oportunidade de termos servido.

Inserida por BALSAMELO

⁠São singelas as minhas necessidades.
Não são tantas.
São suficientes.

Inserida por BALSAMELO

⁠Cegos são aqueles que dizem que tudo veem, mas nada sentem.
São os indivíduos que se comportam como estátuas ambulantes.
Trombam em tudo.
Desastres enfeitados de gente.

Inserida por BALSAMELO

São sílabas compostas e postas sem exclamação!
Fim!⁠

Inserida por BALSAMELO

⁠As emoções são sentidas antes de qualquer ato, então, filtre quais delas deverão gerar as suas ações!

Inserida por BALSAMELO

Quais são os valores que podem nos indicar uma assertiva escolha?
Bem, se temos alma e coração, as respostas ⁠estão prontas!
De outro tipo de SERES....prefiramos distância!

Inserida por BALSAMELO

"⁠Existem palavras que são ditas, e existem palavras que não são ditas. As não ditas são as mais difíceis de ouvir."

Inserida por renato_ribeiro_autor

⁠Verdades são histórias bem contadas.

Inserida por renato_ribeiro_autor

#MELANCOLIA

O dia e a noite são iguais por dentro...
Campo florido de saudades...
Estranha taça de venenos...

Despede o sol em último clarão...
Entre sombras, vagamente...
Na amplidão do eterno...
Minha alma voa livremente...

Surge o vento e me pergunta...
Aonde me levará minha jornada...
Um olhar triste nada responde...
Na melancolia...
Uma alma fadada...

Desde o sinal das auroras...
Se há dias maus, também há os felizes...
A vida é uma bela jornada...
A taça em minha mão ainda é cheia...

Num olhar profundo e ardente...
O espírito se cala, se aquieta...
O horizonte é o futuro...
Tal é na hora o presente...

Uma estrela tremula no firmamento...
E eu...
Em minha paz alcançada...
Aos pés do Criador me deito...
Sorrindo...
Sonolento...

Sandro Paschoal Nogueira

#SAÍDA

O que nada é e nem contém...
De tudo o que vi...
São as brumas que sobem aos céus...
Me fazendo tudo sentir...

O desejo de qualquer bem...
De repente de calma faz o vento...
E na grande estrela que brilha...
Encontro ali um alento...

A vida uma aventura errante...
Oceano de sentimentos...
O pensamento vai sem querer...
Muito além do tempo...

Não julgue uma estrela...
Pela distância de seus dedos...
Não faca de sua existência...
Uma canção de lamentos...

E sob o firmamento...
De estrelas cadentes...
Vale sempre lembrar...
De tudo que vivemos...

Quando o vento vier...
Fazendo as flores bailar...
Saberei eu aqui...
Que a saudade está lá...

Lembrarei do passado...
Cá dentro da gente...
De tudo já ido...
Que hoje é bem diferente…

Hoje não sou mais nada...
Nem mesmo uma vontade...
Apenas um dia...
Com hora de saída...


Sandro Paschoal Nogueira

⁠#MENINAS

São mulheres...
São meninas...
São flores no jardim...
Quis Deus fazê-las assim...

É perfume inebriante no ar...
São sorrisos lindos...
Belezas diferentes para a gente apreciar...

São levadas, são sapecas, são vaidosas...
Charmosas, carentes e amigas...
Com uma boa prosa...
A todos elas conquistam...

Nesse mundo gigante...
Feliz sou eu...
Encontrei três diamantes...

Faz o homem virar menino e voar nas asas da imaginação...
Batalham pela vida...
Sem se importar com as feridas...
Alegram qualquer coração...

E com todo carinho e respeito que digo...
Como é bom ter amigos...

Sandro Paschoal Nogueira

www.facebook.com/conservatoria.poemas

⁠A #ARANHA

Seus delírios são teias de aranhas...
Em brumas que envolvem seu corpo...
Luz submersa em sonhos...

Anda pelas calçadas vizinhas...
Rede de perdidos sentimentos...
Os dias de paixão terminaram...
Sussurros perdidos no tempo...

Lançada à própria sorte...
Enquanto balança em um fio...
Pendurada ela está...
Rumo ao desconhecido...

Entre tantas verdades e outras tantas mentiras...
Desejos esquecidos...
Nem as lembranças já são ditas...

Ainda busca um lugar ao céu...
Com o perdão por tantos lamentos...
Os tantos guardados...
Das venturas esquece...
Enfatizando os lamentos...

Forma-se a teia...
Esperança sem cor...
Predadora de mim...
Do que foi o nosso amor.

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria

⁠#TEMPEROS

Olho o horizonte com lentidão...
Tudo que ainda em meu sonho cabe...
São levados pelo vento...

Corre a tarde ao meu lado...
E as pedras observam caladas...
O meu momento...

A vida acende e arde breve...
Na verdade não me conheço...
Travessia de dia após dia...
Em meu jardim me perco...

Nenhum anjo bateu à minha porta...
Não sinto a presença de quem tanto amo...
Levo comigo um silêncio inteiro...
No que vejo no espelho...

E sob o sol que tudo doira...
Tempero meu coração...
Faço da vida meus versos...
Afasto de mim o medo...
Criando minha ilusão...

E a saudade que ninguém quer...
Só eu posso aceitar...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#ESQUINAS

São tantas as esquinas...
Mas vai ser é só isso...
Bater a porta e sair por aí...
Se perder querendo encontrar-se...
Deixar-se possuir...

Um coração a ser entregue...
Para quem não quer...
Um sorriso...
Parar de enganar-me...
Quantas esquinas eu ainda vou precisar dobrar?

A noite está fria...
Esquinas e cantos de minha alma...vazia...
Miserável vida a quem devo meus tormentos...
E em sonhos...
Esperança ainda vive...

Deixando meus rastros de solidão...
Fechei os olhos, diante do medo...
Fui me deixando, sombra...
Meu coração teima em dizer: te amo...

Sigo no proibido...
O ridículo também deve ser vivido...
Abro um sorriso para o tempo...
Insistente em passar...

Só eu sei...
Imagino o que será...
Sigo...
Nas esquinas, nos bares... nas ruas...
Tendo a lua a me acompanhar...

Sandro Nogueira

Caminhos de um poeta

⁠Obrigado a todos que me desejaram e me desejam o mal...
São vocês o meu alento 🙏

Fugistes à ordem dos caminhos...
Do fundo do tempo implacável...
Domastes as tristezas...
Banhastes nas águas e beijastes os ventos...
Ristes de seus inimigos...
E sentastes à mesa diante deles bebendo vinho...
Erguestes tua casa entre paisagens sem alento...
Na falta daqueles que te amaram tanto...
Espalhastes aos quatros cantos o negro breu...
O grito de revolta preso à garganta...
E clamastes às estrelas presas no firmamento...
As mesmas te responderam...
Tudo passa...
É só um momento...

E hoje...
Em cada grão de areia...
Em cada flor a desabrochar...
Encontraste o ágape do Criador...
Tudo o que existe de grande e puro, veio...
E logo, de audácia em audácia...
Quebraste o círculo mágico...
Encontrando a paz...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Que horas são?
Hora dos abandonados...
Hora dos degredados...
Hora dos apaixonados...
Hora dos que andam à noite...
Hora dos papos furados...
Hora dos perdidos, desavisados...
Hora dos mal acompanhados...
Dos que buscam encontrar...
E não são encontrados...

Que horas são?
Hora em que o tédio abate sem cessar…
Hora das conversas vazias...
Das conversas dos bêbados em sofreguidão...
Hora daqueles que escondem suas tristezas , de sua solidão...
É a hora que vejo tantos sorrisos...
E que percebo tantos corações contritos...

Que horas são?
Hora dos que morrem sem amar…
Hora daqueles sempre a procurar...
Hora dos que se entorpecem...
Dos que gargalham alto...
Hora dos copos cheios...
Dos trabalhadores assalariados...
Que escondem sua insatisfação...
Hora das mesmas mesmices rotineiras...
Das almas e sombras alheias...

Que horas são?
É a hora de quem sonha...
De quem a tudo ama...
De quem tem a inocência...
De planejar e poder crer...
Que tudo será bom...
Mesmo que nada aconteça...

Que horas são?
É a hora do mistério...
De acreditar que tudo será bom e diferente...
E que no meio de tanta gente...
Hora que o doente...
Pede para sarar...

Que horas são?
Hora da saudade...
Do flete sem maldade...
E se há, disfarça...
Hora das sombras que se formam...
Dos hipócritas cheios de santidade...
Perante a realidade...
Que fingem ignorar...

Que horas são?
Das conversas vazias, sem precisão...
Hora perante o que os homens fazem...
Escondendo-se atrás da sobriedade...
De todas as vidas, abstratas ou concretas...
Verdadeiras ou falsas...

Eu sofro sem penar a vida...
Parado no cais de onde nunca parto...
Ao acaso, sem âncora...
Vagando no tempo...
Apenas sonhando...
Em ser mais amado...

Sandro Paschoal Nogueira

#São #poucos #os #que #lhe #gostam...

São poucos que lhe apreciam...

Curiosos e vazios...

Lhe adulam todos os dias...



Ladrão de sentimentos...

Espírito imundo...

Acautelai-vos com eles...

Nosferatu...



Rende-lhe lisonjas...

Com sorriso no lábio...

Abraços e beijos...

De olhar opaco...



Vagueiam pelo mundo...

Coletando insatisfação...

São sujos...

Alma imunda...

Negro o coração...



Se odor é característico...

Espírito em putrefação...

Como elogiam em demasia...

Dos mesmos vivem em fantasia...



Serpentes asquerosas...

Que rastejam destilando veneno...

Em noites a fora...

Ou em dias amenos...



Sempre estão reunidos...

Precisam disso...

É fácil notar...

Quando o mal põem-se a planejar...



Mas não os deve temer...

Quem no coração tem pureza...

Pisará a cabeça da áspide...

Com certeza....



Sua mesa será farta...

Cálice de vinho irá transbordar...

Caminhos serão claros e floridos...

Vida sempre prosperará...

Para quem a Deus honrar...



A chuva que cai sobre o bem...

Também cai sobre o mal...

A diferença apenas está...

No caminho a seguir...

Sonhar sempre mais...

E fazer sua estrela reluzir....



Espinhos haverão...

Lágrimas cairão...

Mais um joelho no chão...

E palavras sinceras...

É de todas...

A maior oração...



Confie em quem lhe fez...

Quem lhe criou...

À toa do útero não lhe tirou...

E não fez a eternidade...

Para ser dor...



Cante, viva e dance...

A tudo dê glória...

Confie em Deus...

Ele preparou sua vitória...



Tenha um bom dia...

Não esqueça dessa minha pequena estória...

Servirá no momento certo em sua vida...

Quando um anjo do Senhor soprar em seu ouvido...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Trav. Profa. Geralda Fonseca.

⁠Guerra

Os aviões abatidos
são cruzes caindo do céu.

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
Inserida por pensador