As Pessoas Sao como Ondas
As pessoas têm diferentes motivos para estar tristes, para chorar ou pensar que não vão conseguir. As pessoas têm diferentes lutas diárias, não maiores, nem menores, porque só quem sente sabe o quanto dói, o quanto é difícil o passar dos dias e o quanto custa a espera de que passe. Afinal, dor não se compara.
As pessoas têm diferentes motivos para não querer sair da cama diariamente. Algumas realmente não conseguem. Outras, vestem a armadura da força e saem para vencer o dia. Ambas, porém, são vencedoras, pois sobreviver aos dias em momentos caóticos não é fácil, mas para muitos, é o bastante. Sobreviver até o dia seguinte, quando as coisas podem estar melhores. Afinal, nenhum dia é igual ao outro. Mas as pessoas que creem, tem algo em comum, apesar das diferenças das lutas e dores, um Deus que tudo vê, que tem o controle de todas as coisas e que sabe até onde cada filho seu aguenta. Um Deus maior do que todos os males e aflições, maior do que tudo que vem contra e que ampara no momento certo.
Deus está ao lado dos que sofrem. E dos que creem. Confia.
Josy Maria
Estou aqui pedindo por um Natal de paz. Um Natal no qual as pessoas não estejam na rua sem ter onde dormir ou o que comer. Um Natal no qual tenhamos a paz que precisamos e que as pessoas não sintam inveja de nós pelos nossos esforços, mas que aprendam a ser bons no que invejam os outros e se esforcem pra isso. Estou aqui em oração constante pelos livramentos de Deus contra os males enviados e desejados, sei que Deus tudo pode e quem faz o mal não entende porque não caímos ainda. Sabe, Deus não dorme. E é a Ele que me curvo e me entrego em prece, a mim e aos meus. Por isso, estou aqui pedindo um Natal de curas, cura para a alma de quem vive nas sombras e pratica o mal e para quem passa por dores, mas busca a Deus e procura ser melhor a cada dia sem passar por cima de ninguém. Desejo um Natal no qual as pessoas se respeitem e pratiquem a caridade. E no qual o senhor Jesus seja a maior inspiração. Estou aqui pedindo por um Natal de bênçãos para mim e para vocês. Que seja um Natal positivamente diferente e que nos surpreenda de alguma forma que nos deixe muito felizes.
Josy Maria
Muitas pessoas se sentem por um fio tantas vezes, dói aqui, dói ali. Emocional, psicológico em frangalhos. Tantas fragilidades, tantas vulnerabilidades, em um mundo que cobra força o tempo todo, cobra sorrisos e flashes perfeitos. Onde não se pode chorar, onde não sabem lidar com a dor alheia, ou não se importam. Somos essa força que conduz a vida diariamente, porque ser forte não é não chorar, ser forte é sobreviver aos abismos diários de nós mesmos, ser forte é conseguir levantar da cama quando não se tem força nem para comer ou tomar um banho, mas se levanta, faz o que pode e sobrevive até que as coisas melhorem. Ser forte é lidar com tudo que dói dentro e com o mundo que não acolhe e só machuca diariamente e mesmo assim a vida segue. Ser forte é levantar, estudar, trabalhar e segurar o choro, seguindo os dias quando tudo que nos mantém de pé é nossa fé em Deus. Ser forte é sobreviver e não desistir quando não se consegue fazer nada. Então, choremos, nossas dores, nossas fragilidades e tudo mais que só Deus sabe. Somos essa força que carrega um tijolinho por dia, que para muitos parece pouco, mas para nós é o bastante para a construção e reconstrução de nós mesmos diariamente.
Dor, a gente chora mesmo, quando não dá para suportar, depois entrega para Deus.
As pessoas passam por vivências muito diferentes. E ninguém sabe até que ponto o outro está quebrado por dentro, ou passando por uma fase na qual não esteja de forma alguma sabendo lidar. E que muitas vezes pode até enfraquecer a fé. Não falo apenas de mim, o mundo não gira ao meu redor. Falo de todos que passam por tormentos, dores, aflições. Por todos que se sentem despedaçados e por um fio. E que se sentem extremamente cansados. Sabe, esse cansaço todo não vem só do trabalho, vem do emocional esgotado, do psicológico em frangalhos. Falo também de quem carrega malas pesadas de mágoas, rancores ou arrependimentos, não por serem pessoas más, mas por estarem quebradas demais para perdoarem, aos outros, a si, ou para se curarem. Sempre falo de fé porque sei que ela é a única coisa capaz de sustentar um coração que parece que vai explodir no peito de angústia. E que ela puxa as pessoas da beira do abismo. Mas, por mais que eu queira passar fé e positividade para as pessoas, não posso dizer que escolhi sorrir apesar de. Porque só quem passa pela dor intensa e lancinante sabe a importância de chorar. Sabe que depois de derramar pelos olhos parte de toda angústia que cega momentaneamente, a luz volta a brilhar, o olhar clareia, a calma se restabelece, o medo diminui, e esperança pulsa mais forte no peito. O alívio chega.
E o sorriso também.
Então, eu digo, não adianta empurrar as dores para debaixo do tapete, fingir que não existem. Dor, a gente chora mesmo, quando não dá para suportar, depois entrega para Deus. Dor, a gente também cuida, admite, aceita e busca ajuda se for necessário. Algumas dores precisam realmente passar por um processo terapêutico.
O que não pode é perder a fé. Nem medir o mundo alheio pela própria régua. Nem desistir. E observar que a vida não é só esse mundo de dor, há alívios, há levezas, devemos aproveitar esses momentos. E tentar sorrir mais vezes.
Vai passar. Respeite seus processos. E se cuide.
Josy Maria 04/05/2022
É um saco ser sentimental.
Você se apega as pessoas, se enterra e se perde nelas, enquanto elas nem chegaram a te achar.
"Você está sóbria, mas as pessoas insistem em te embriagar.
Uma dose de estereótipos, alguns goles de "melhore, não está bom".
Por favor, não quero, não sirva, cansei.
Elas chegam com garrafas cheias e enchem o seu copo.
"por que você não muda isso?", "se eu fosse você mudaria aquilo".
Acho que vou vomitar. Não aguento tanta ignorância.
Por isso prefiro estar só e sã."
Talvez eu esteja só. Ou seja só.
Talvez seja porque espero demais das pessoas.
Talvez a solidão então, seja minha melhor companhia.
Talvez eu jamais me cure.
Talvez eu não me importe.
Talvez doa, mas mesmo assim supere.
Talvez caia, mas mesmo assim levante.
Talvez eu tenha traçado o caminho errado.
Talvez a culpa seja somente minha.
Talvez tenha eu, isolado-me.
Talvez irei descobrir a fórmula secreta.
Talvez ela seja a amizade.
Talvez eu seja muito exigente.
Talvez complicada.
Talvez as pessoas não compreendam.
Talvez um dia, eu me importe.
Talvez a solidão, já se sinta em casa.
Talvez a solidão, tenha acorrentado-se ao meu coração.
Talvez ele então, tenha acostumado-se.
Talvez amanhã, ou na próxima vida...
Talvez nunca nada mude.
Talvez, talvez.
As pessoas que vão embora das nossas vidas só estão cumprindo um prazo estabelecido por Deus. Ninguém fica demais e nem vai embora cedo demais.
Já vi pessoas até escolhendo a quem amar. Mas jamais descobri alguém que tenha escolhido em quem confiar. Uma vez perdida, a confiança nunca voltará a se instalar por mera decisão. Nem mesmo o perdão tem poder para resgatá-la, pois se o primeiro é concedido, a confiança que oferecemos precisa ser conquistada.
Em contato com pessoas coerentes e íntegras, toda sua lisura e transparência para lidar com elas ainda será pouco. Mas no trato com idiotas que se acreditam espertos, inteligente é fazer uso de todo o bom humor que puder extrair do cinismo para escapar do desgaste e ainda deixa-los satisfeitos.
Nação evoluída não é a que possui milhões de pessoas fracas com um homem forte para conduzi-las, mas a de milhões de cidadãos fortes decididos a conduzi-la.
Existem pessoas que carregam tanto preconceito, arrogância, inveja e desonestidade para inviabilizar até tentativas de ajuda das mais próximas, que ainda assim seguem com ideias odiosas a respeito do mundo e se vendo eternamente injustiçadas por ele, o que reforça a tese de que nem toda compaixão se faz útil, e nem todo perdão consegue promover mudanças.
Sempre me perguntei porque tantas pessoas, principalmente as que alcançaram patamares sociais elevados, entram num estado de angústia tão grande ao deixar de ocupar o mesmo espaço de antes por conta da idade, e algumas não. Descobri recentemente que se trata de despreparo para entender que a perda da evidência social é pré-requisito para que a sabedoria ocupe o espaço deixado livre na mesma proporção, e o desespero só chega para as que não o descobrem a tempo.
Existe um tipo específico de "ímpios" que não vai além de pessoas livres que ousaram desafiar a submissão física e dogmática que as religiões lhes tentaram impor por meio de um deus irado e vingador, que as ameaça com o fogo do inferno caso não se deixem subjugar por seus líderes inescrupulosos e escravocratas.
Reencontrar pessoas com as quais se deixou de conviver durante décadas pode promover surpresas muito interessantes. Tanto pode levantar questões sobre como conseguimos manter um relacionamento por tempo tão longo, pela constatação de que continuam sendo as mesmas de sempre, quanto dar a dimensão do quanto crescemos quando nos tratam como que olhando para uma foto "lambe-lambe" de nosso passado, mas completamente desatualizada em relação ao que nos tornamos. Mas há casos bem mais raros onde a sensação é a de haver desperdiçado momentos preciosíssimos nesse período de afastamento, por conta do sentimento de ninho que o reencontro proporciona.
Revendo as imagens de tantas atrocidades cometidas no período do Holocausto as pessoas, horrorizadas, sempre se perguntam: “Meus Deus! De que forma a humanidade caminha até atingir um momento como esse?”. Em seguida desligam seus computadores e seguem para as urnas, pois que é um dia de eleições. Pouco tempo à frente a resposta lhes chega!
Só os mais sensíveis conseguem distinguir as pessoas essencialmente más daquelas que adotaram o mal como forma de se defender de um mundo que nunca as tratou bem. As primeiras, para nossa sorte, não são a maioria, e as outras dependem das sensíveis e generosas para perceber isso, pois que precisam apenas receber amor e respeito para reaprender a oferecê-los.
Tem algumas pessoas que fazem com que a gente se sinta abrindo a janela todas as manhãs para receber a luz que emitem, e acha a coisa mais natural do mundo que isso se repita eternamente, de forma obrigatória e quase imperceptível. Até um dia em que as cortinas abertas não repetem o brilho e o calor dos anteriores e a sensação enorme de frio – seguida da percepção do escuro – adentra os ossos, nos dando conta do quanto nos eram essenciais!
O direito chama de “inimputáveis” aquelas pessoas que perdem a capacidade de fazer escolhas. Mas entende que quando se mostrarem lúcidas o bastante para fazê-las, devam ser igualmente responsáveis pelos resultados delas e tratadas em condição de igualdade com qualquer indivíduo no pleno exercício de seus direitos e deveres. Não lhes cabe, portanto, reclamar os bônus e se eximirem dos ônus por suas inconsequências.
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