As Pessoas Sao como Ondas

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Bom dia para aquele que como eu, acredita que dias melhores estão chegando.

Eu sou como um jornal. Tenho meus dias, meus meses, meus anos, sejam eles bons ou ruins. Trago sempre comigo notícias, sejam elas de inverno ou jardim. Anuncio um mês e um ciclo, sou também preto e branco e quando me dão liberdade fico parte colorido. Muitos me dão valor, outros ainda darão. Alguns já se foram, outros ainda se vão. Tenho curiosidade, mergulho em qualquer assunto, qualquer música, em qualquer mundo. Viveremos em Marte se é que o mundo acabou. Sei que vivo no mundo da lua quando sozinha estou. Os caminhos percorro ao encontro sempre de algo a fazer. Ser feito e ter feito são dois obstáculos a vencer. Procuro um futuro velho, de alguem que ainda tem que viver. A vida está aqui em mim, por onde ando, caminhos sem fim. Quase sempre na mesma fonte, Verdana, me chame assim, no início meio esquisita no fim só tem olhos pra mim. To sempre bem arrumada, cabelo cortado e unha feita, sapato de salto e vestido de seda. Tudo pra viver como eu sei, nesse mundo guerreiro e aflito. Impresso em mim só não está se parecer não ter soluções. Pra tudo eu tenho quem apóie: mãe, pai, tio e doutor, aquele que eu não conheço, aquele de quando é dor. Vai que sem rumo eu rasgo no meio da rua do Ouvidor. Vou me mudar pra outro estado com aquele que me encontrou. É essa minha vida de riscos, acho que não sei viver, porque se eu soubesse, teria de estar com você. O perdi em alguma outra rua, num beco, em algum museu. Não sei como você esta, se serve pra peças frágeis, segura pra não quebrar. Você é uma página perdida na multidão, mas quem sabe um dia ainda acho, o mundo não é grande não. Uma página de esportes, onde estaria você? Espero que esteja na sorte, aquela que um dia vou ter. Um dia a gente morre, um dia a gente tem que morrer. Extinção dessa nossa espécie, substituida por PC. Aqueles robôs que se mexem, só sei que não sao meus irmãos, porque se meus irmãos fossem, não custariam um tustão. A vida sempre acaba, de um jeito e de outro também. Os ricos não sabem de nada, quem sabe é o povo que tem. Tem o papel preto e pranco, papel de jornal vai e vem. O rico só sabe de esquerda, egoísmo é só o que tem. Jornal, papel fino e sábio, sabe do valor que ele tem, que move o mundo de cima, quer conhecê-lo também. Só quer ser colorido, encontrar o esporte perdido e nesse mundo notar o que tem de sempre ser lido.

Não tente copiar você mesma... não tente ser quem você não é... não se veja como um fraco... apenas levante a cabeça e diga que você é capaz... autoconfiança é tudo.

Nosso maior inimigo é o Tempo,
Esse covarde voa como o vento.
Uma batalha contra ele nunca será ganha,
Ninguem nunca obterá essa façanha.
Se voce tem algo a fazer vá e faça,
Pois ou nós o perdemos ou ele simplismente passa.

Assim como o girassol busca o sol, todos deveríamos constantemente buscar a Luz. E na penumbra, simplesmente nos voltarmos para o leste e aguardar um novo dia. Esperança é a certeza da existência desse novo dia.

Olha como a madame ficou quando o menino se aproximou, guardou o seu cordão de ouro, pois podia ser assaltada e até não sair viva. Mas ele só vendia doces...

O amor confunde a sua visão, mas depois recua, você pode ver mais claramente do que nunca. É como a saída da maré sair, revelando o que foi afundado e jogado fora : garrafas quebradas, luvas velhas, enferrujadas latas populares, mordiscadas vértebras de peixes , ossos. Este é o tipo de coisa que você vê se você se sentar na escuridão com os olhos abertos, sem saber o futuro.

Quer que eu fale?
De seu corpo
de seu rosto
do que gosto
do seu gosto
do que vejo
como penso
no seu beijo
ou do desejo
que me toma
linda dama
minha dona.

A melhor propaganda é a do ato, e a cooperação só pode impor-se pela prática, assim como a liberdade só se torna prática pela prática da própria liberdade.

A menos que você faça um esforço diário para ver o mundo como Deus o vê, jamais enxergará além das aparências.

Não era como as garotas da sua idade. Nem tão pouco almejava ser. Tinha gostos diferentes, fazia escolhas diferentes. Se sentia melhor trancada no seu quarto na companhia do silêncio ou de uma música calma. Não se preocupava se seu cabelo estava bagunçado, não se preocupava com a roupa que vestia, nem com as aparentes olheiras que surgiam ao decorrer dos dias. Aprendeu a se importar com nada, nem ninguém. Aquela chuva mansa a acalmava mesmo sem nada entender. Estava com a mente pesada e o coração despedaço. Tentou reagir, mas não havia forças. Pegou a única lembrança real de tudo aquilo que havia passado. Era uma pulserinha, uma pulseirinha do Bob Marley. Nunca a tirava do braço. Passava horas e horas a observando, se lembrando de tudo se segurando para não chorar. Faltava sempre muito pouco para se perder a razão. Mas o desejo de lucidez era maior, do que se deixar levar por todas aquelas ilusões.

Como lírio branco ao luar desabrocho plena em teus braços, e me faço perfume na suavidade dos gestos que revigoram o nosso amor.

Carícias, beijos, sussurros...
Estimula suavemente meu corpo.
Arrepios inesperados me aquece como nunca antes.
Com o máximo da minha excitação
me deixo ir em seus braços...

És como uma droga, um doce, um quadro, uma canção, um suéter quente, um céu azul, um livro com um final feliz. És como um lugar em mim, colocando de lado para mim, onde possa refugiar-me para falar e sorrir sem medo de ser julgado

Fúnebres Recordações

A frieza tomou tamanha soberania sob meu coração
Que não me lembro como é viver sem ela
Não me lembro qual a cor da vida
E dos pássaros, esqueci o canto

Das rosas, me lembro apenas de espinhos
Dos sabores, lembro-me do fel
Das águas, lembro-me da fúria
Das alturas, lembro-me da queda

Do amor guardo somente ilusão
De minha juventude restou o egoísmo
De minha sabedoria só há insanidade
De meus feitos destacam-se as falhas

Do sentimentos só restou-me rancor
Dos parentes sobrou-me a solidão
Dos amigos sobrevive a embriaguez
Dos meus filhos, primogênita é a loucura

Da vida aguardo ansiosamente a morte
Da luz desejo somente escuridão
Apesar de vivo, morto estou
Esperando o último suspiro

Tocando suas mãos, percebo... é como entrar em você, em seus sonhos e desejos... uma "magia".

A ignorância é como uma brasa, ao arremessá-la você pode até atingir alguém, mas sempre irá se queimar!

O amanhã é como alguém desconhecido, e só Deus sabe se seremos apresentados.

Eu não tenho sabedoria ou entendimento em mim mesmo. Eu não sei como andar do quarto para o banheiro à parte da Palavra de Deus! Esse mundo é um campo minado cheio de perigos! Eu não tenho capacidade telepática para discernir onde todas as minas estão escondidas! Mas eu tenho um mapa! Eu não sei como discernir as coisas de Deus, mas eu recebi a Verdade. Nas Escrituras.

Como é belo o amor que se mantém presente mesmo em tempos de ausências.