As Pessoas Sao como Ondas
Napoleão estava deprimido e decidiu suicidar-se, mas como achava que era muito mais resistente que um homem normal, tomou uma dose de veneno que dava para matar seis homens. O estômago rejeitou a quantidadde, que era demasiada. Napoleão foi salvo pelo seu ego!
Para isso existem os amigos. Você quer saber como ter uma amizade com Deus? É assim.
Os amigos dizem a verdade. Os amigos dizem as coisas exatamente como são. Os amigos não fazem intrigas ou falam apenas o que acham que você quer ouvir.
Os amigos, no entanto, não lhe apontam simplesmente o problema e o abandonam com ele nas mãos. Os amigos estão sempre por perto, dando apoio constante, ajudando com sua presença e oferecendo amor incondicional.
Isso é o que Deus faz. É disso que este diálogo trata.
Não sou perfeita e nem nunca quiz ser...
A unica coisa que eu quero é ser melhor,
como pessoa, como amiga, como esposa,
como mãe. Peço a Deus todos os dias que
me ajude a corrigir as minhas falhas e
que eu tenha sempre a chance de melhorar
e crescer.
Quando alguém te der boa noite, boa tarde ou bom dia, responda, você não sabe como vai ser seu dia e muito menos se vai ter a oportunidade de viver mais um dia, uma tarde, uma noite...para responder de novo!
Quando entendi que as coisas acontecem como tem que acontecer, aprendi também a jamais abandonar quem sou. Por isso deixei de limitar a minha intensidade, negar meus sentimentos, ignorar pressentimentos, refutar convicções. Aprendi que nada é em vão e assim deixei de me arrepender por aquilo que faço, mesmo que o resultado não seja o que eu gostaria. Porque no final eu sei que foi tudo real e não uma história de mentiras. No final o que importa é ser eu mesmo e ter ao meu lado apenas quem gosta de quem sou de verdade.
E quando não estou com você, meu peito fica vazio, como se meu coração se recusasse a bater até que a encontre novamente.
Desleixo
Ah, eu não canso de olhar pra ele. Olha só como ele segura o cigarro, quase deixando ele escorrer entre seus dedos. Não, eu não concordo com esse vicio dele, mas esse pequeno detalhe me arranca suspiros porque eu percebo seu desleixo. Eu não agüento esse ar de não estou nem ai que ele passa para todos, eu não agüento as camisas maltrapilhas que ele usa. Como se não se importasse, e de fato eu acho que ele não se importa. Repare agora como ele joga a fumaça para o ar, como se quisesse fazer um desenho com ela. Isso me lembra o dom que ele tem de transformar tudo em arte, como quando ele usa as palavras, ao falar, ao cantar e ao escrever. São coisas tão simples que ele usa, mas ele faz tudo ficar fora do normal colocando essas palavras em ordens e contextos surpreendentes. E agora repare por um segundo em como ele amassa o cigarro e o joga fora com a ponta dos dedos fazendo um estalo. Eu não sei, mas é como se ele não se importasse para a vida em si, é como ele só usasse as coisas para tirar o melhor proveito delas e quando conseguia jogava fora o que restava, só tirava proveito do que havia feito com aquilo. É esse jeito de to nem ai, de não ligo pro que vão dizer, de vou usar qualquer roupa, vou fazer qualquer coisa que me cativa nele, é esse jeito de sorrir como um cafajeste depois de tudo que me faz refém dele, e eu não consigo evitar, porque no fundo, no fundo eu gosto, e ele sabe.
Um grande carinho.
Um grande carinho nasce sem se saber como.
Vem como o vento e areja nosso olhar.
Um grande carinho nasce sem paternidade,
Vem do nada e nos tange sem rumo.
Achei a Vida
Me sinto sozinho no meio da noite as decepções me vem como acoite.
Me sinto sozinho com medo do nada,quero me encontrar e não acho nada.
Quero viver e sentir o amor florecer,quero buscar e poder encontrar,quero amar e poder ser amado,enfim quero morrer para não mais sofrer.
Ufa!Achei a Vida.
— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.
O destino é como uma nuvem que flutua em uma corrente pré-determinada? Ou ela é capaz de
pegar a corrente que ela mesmo escolhe?
Essas que possuem vontade própria são as verdadeiramente poderosas... -
“Transição é movimento de um ponto da vida para outro diferente. E pode ser como um túnel sombrio e assustador. Mas é preciso atravessá-lo. Pois o que te espera lá… pode ser glorioso!”
Traição
Você já sentiu uma dor
Maior que a dor da solidão?
Uma dor que dói tudo
Como a dor da desilusão
É a dor mais dolorida
É a dor da traição.
É uma dor tão doída
É uma dor tão cruel
É uma dor desmedida
Mais amarga do que o fel
Parece que estás sendo pisada
Por um imenso quartel.
É a dor mais doída
É uma dor tão intensa
Quanto mais você quer esquecer
Mais nela você pensa
Dói tudo, dói corpo e alma
Como pode ser assim tão imensa?
Essa dor eu já senti
Por isso quero falar
É uma dor tão terrível
O coração parece que vai parar
Chorei tanto e pedi a Deus
Para essa dor Ele curar.
Parece até mentira
Mas isso aconteceu
A dor aos poucos passou
O sofrimento adormeceu
A paz finalmente voltou
Ao pobre coração meu.
Hoje estou muito feliz
Com a graça de Deus
Encontrei um novo amor
Que realiza todos os sonhos meus
Agradeço todos os dias
Pelos carinhos seus.
A vida deveria ser vista não como prosa,
mas como poesia.
Essa é a abordagem religiosa,
a abordagem do místico.
Ele olha não com perguntas nos olhos,
e sim com admiração,
com deslumbramento.
Ele não pensa na existência, ele a sente.
Ele abre o coração. Em vez de usar a cabeça,
ele escancara as portas e janelas de seu coração,
deixa o sol, o vento e a chuva entrarem.
Isso é o que entendo por poesia.
O místico é um poeta no sentido mais elevado.
Ele pode não escrever poesia- isso é irrelevante.
Ele vive poesia,ele é poesia.
Esqueça tudo sobre sua cabeça:
seja sem-cabeça e repleto de coração.
Não existem problemas na vida;
todos os problemas são invenções da mente.
A vida é um mistério a ser vivido,
não um problema a ser resolvido.
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