As Equações do Amor
A paixão testa, o amor prova. A paixão acelera, o amor retarda. A paixão repete o corpo, o amor cria o corpo. A paixão incrimina, o amor perdoa. A paixão convence, o amor dissuade. A paixão é desejo da vaidade, o amor é a vaidade do desejo. A paixão não pensa, o amor pesa. A paixão vasculha o que o amor descobre. A paixão não aceita testemunhas, o amor é testemunha. A paixão facilita o encontro, o amor dificulta. A paixão não se prepara, o amor demora para falar. A paixão começa rápido, o amor não termina.
Deve Ser Amor
Sim, sinceramente, amor
Eu não sei o que se passa em mim
É assim como uma dor
Mas que dói sem ser ruim
Sim, é ter no coração
Sempre uma canção
É tão embriagador
Deve ser, sim
Deve ser amor
Samba, samba diferente
Isto é estar contente
Gosto de chorar, de chorar, de chorar
Samba, ritmo envolvente
Como o amor da gente
Samba em chá-chá-chá
Chá-chá-chá
Chá-chá-chá
Seu amor cruzou o céu e passou tão rápido - nada mais amei. Foi intenso demais para que outros pudessem substituir a ti.
Poema de um Amor Divinizante
Somos um, embora dois.
Assim como a flor e o perfume são, em essência, eles mesmos, a mesma coisa.
Numa única essência cristalina nos fundimos e me sinto sem forma, indefinidamente vivendo o Abstrato que traz em si o Substrato... do Imperecível, do Imortal, do Eterno, do Absoluto.
A divindade desse Amor que nos une também é sem forma, tal como Deus.
Assim, me sinto vivendo em Deus, sendo Deus, amando Deus.
Deus em mim é Deus em você!
Somos Deuses!
Eu O encontrei em você!
Que delícia!
Eu encontrei você!
Fantasia em Vôo
Um beijo na tua boca
com muito amor e carinho
é melhor e mais gostoso
que uma taça de vinho
Teus olhos lagos serenos
são a minha perdição
Teu corpo pegando fogo
até parece vulcão
Vou atirando palavras
rumo ao teu coração
como menino brincando
com cinco pedras na mão
Queria ser uma rosa
pregada no teu vestido
para morrer afogado
no teu decote atrevido
No terreiro do teu corpo
quero ser um "passarim"
ciscando meu bom almoço
numa alegria sem fim.
Com o amor veio a ilusão
Com a ilusão, o sonho
E com ele, finalmente, a decepção.
Por tantas vezes me senti
Perdida e só
Acabei por baixar os braços.
Quando olhava teus olhos
Ficava lembrando, relembrando
A minha maneira de me aproximar
De chegar perto e voltar para trás
Querendo-te sempre dizer qualquer coisa
Que meu medo calava
Sem saber se tu me amavas
Ou melhor, sabendo, mas recusando aceitar
Essa tua opção
Tentei usar a razão
Para justificar o injustificável
Lutei contra uma lágrima estúpida
Que por vezes tentou estragar o meu papel de conformada
Usei o desejo de te esquecer
Para poder
Deixar de dizer o teu nome
E na escuridão do meu quarto
Chorei... Gritei... E me escondi...
Para o mundo apenas sorri
E para mim apenas chorei
Por não ter o teu amor
A verdade nua e crua
É que ainda te amo
Apesar de dizer o contrário
Apesar de tudo o que aconteceu
O meu sentimento por ti não desapareceu...
Vocês têm alguém que os ama e estão estragando! E pelo quê? Quem manda mais? Isso não é amor! Amar é confiar em alguém ao ponto de contar o que incomoda. E é isso que iremos fazer.
Um dia chuvoso, um abraço gostoso
O amor mais quente, beijos envolventes
Lá fora o temporal, aqui dentro cordial
Tanta sintonia, tanto prazer, troca de energias
Conexão entre almas, línguas que percorrem mapas
Mapas corporais, libidos joviais
Não pensávamos em mais nada
Só queríamos desfrutar disso, mais e mais.
E que as coisas boas se multipliquem
Mais risos, mais alegrias, muita paz e harmonia
todo amor do mundo aos nossos corações!
Você se virou
Eu vi teu sorriso
E me apaixonei
Você me conquistou
Mas o amor me iludiu
Quando as coisas ficaram difíceis
Você se virou novamente
Deu as costas e fugiu
Levou minha razão
Fudeu com tudo
Acabou com minha ilusão
Destruiu a minha mente
E quebrou meu coração
Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.
Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.
...MaisIsso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.
Você está triste, Coelha? Fica contente, amor, fica contente. Eu queria tanto que as pessoas todas fossem mais contentes, é tão bom ficar contente. A gente vê na rua todo mundo tão triste, por que as pessoas estão tristes? Ahn? Queria tanto sair por aí alegrando as pessoas, olha, não fique triste, segura minha mão e vem comigo que te mostro o jardim da alegria com Deus lá dentro, vem...
Valorizo todos os amores... mas dentre todos o que mais vale... é o amor-próprio... ele foi o meu primeiro e será o meu último amor... valorizo a vida como se a morte fosse um começo, valorizo os sonhos como se fossem estratégias, valorizo o hoje porque o amanhã é incerto demais para ficar esperando... valorizo as minhas vontades porque aquele que não luta pelo que quer, não merece o que deseja, e aquele que não sabe o que quer, não merece o que tem... valorizo um olhar como se os olhos fossem reflexos da alma, mas nem sempre confio, pois ja me enganei algumas vezes... Valorizo atitudes como se palavras não fizessem tanta diferença... Valorizo um verdadeiro amigo porque sei que ele sempre me entenderá... Valorizo os momentos que surgem do acaso como se soubesse que vou sempre me lembrar deles... Valorizo os obstáculos porque sei que a vida os traz como forma de amadurecimento... Valorizo o sol porque sei que é difícil sempre estar no lugar certo, na hora certa... Valorizo o tempo como se soubesse que um segundo pode mudar o mundo... Valorizo mais uma vez o tempo porque ele é a única coisa que eu não posso dizer que tenho.
A maioria das pessoas só gosta de poemas de amor, na maioria das vezes não correspondido. Sofrimento é um sentimento o qual as pessoas gostam de sentir.
