Frases sobre arte e cultura que celebram a sua importância
A grande divindade "criacional" universal na arte é a luz que fala por intermédio dos seus canais artísticos pelos movimentos, pelas vibrações, intercessões das formas e das cores.
Para meu conceito não existe o novo na arte. Existem sim novas maneiras de ver o que em submersão, submissão, coexistia, fazia parte mas não era notado como valor e referencia, que de repente por uma nova leitura emerge.
O 4RT3 é a arte em desconstrução da palavra escrita na nova constituição tecnológica alfanumérica. Assim como OV00, que voa com mais agilidade como algoritmos na lógica de programação. Na verdade um novo dialeto informático se constrói e atende mais rápido como idéia o que significa.
A boa arte nada tem haver com o pano pintado e o arame contorcido. Mas os valores altos nada tem haver com a qualidade, são movimentos autônomos do mercado de arte, segue e acredita quem quer.
Cabe a arte contemporânea e a tecnológica alcançar novos admiradores com interlocuções de todos os sentidos e os museus se adequarem.
Cabe a curadoria de arte, ir além do universo privado e particular do artista e sua obra e encontrar uma nova conexão com o olhar publico inclusivo de todos os espectadores. Com isto provocar novos diálogos entre a obra, o tema, o tempo e o espaço.
A Arte em toda sua abundancia de modalidades é sem duvida a base da principal pedagogia e terapêutica para a inclusão do autista na sociedade, a partir de sua especifica hipersensibilidade sensorial. Parece me mesmo, em minha modesta opinião no estudo da arte, que o melhor da arte da humanidade de todos os tempos, mesmo que nunca assim foi revelado advenha de grandes artistas autistas por excelência. Entorno das obras primas, estão inclusas verdadeiros teoremas e equações matemáticas complexas só possíveis pelos padrões de comportamento restritivos e repetitivos presentes no Transtorno do Espectro Autista, "TEA".
O verdadeiro conhecimento da arte, nunca existe longe do grande conhecimento da historia e da cultura.
O natural destino de uma boa obra de arte, não é ficar escondida e circuncisa, trancada, refém em uma coleção como símbolo de status e poder. Pelo contrario, ela em si não pertence a mais ninguém e é de todos, quando o artista finaliza, a obra passa a ser do mundo. Sua promoção, publicação e exposição por direito deve alcançar o maior numero de pessoas e culturas, se tornando a base comum do conhecimento criativo do universo.
Antes dito e hoje feito. O mercado de arte contemporâneo brasileiro, resinifica se e hipervaloriza obras e artesanatos caboclos, indígenas e de artistas ingênuos. Reconhecendo como o mais valoroso na arte e na genuína cultura brasileira.
A atual arte contemporânea brasileira, resinifica e resgata a importância e a criatividade das obras e artesanatos dos artistas negros, caboclos, indígenas e populares ingênuos. Um reajuste antropofágico necessário, cem anos depois da Semana de 1922, para a identidade do Brasil no século XXI.
Infelizmente o que mais tem em todos os mercados de arte mundiais, são personagens do baixo clero, que fizeram cursinhos de fim de semana sobre tintas, e a partir de então se julgam capazes restauradores, conservadores, gestores de arte e de cultura, falando e fazendo barbaridades ao patrimônio alheio de forma irresponsável, danosa e incompetente, e o pior que muitas das vezes estas ações que fazem, destroem o bem de forma irreversível.
A arte joalheira brasileira ainda é primitiva por falta de politicas culturais governamentais para o setor. Difícil imaginar uma nação com o potencial mineral e gemológico que tem, não ter registros nem escolas de cravação, fundição, lapidação, gravação e mesmo arte jóia avançada. Tudo é feito de forma artesanal por práticos que transmitem oralmente seus ofícios.
O mercado secundário da negociação de obras de arte no Brasil de hoje, precisa de politicas publicas mais severas e fiscalizadoras, pois nos últimos anos, tem sido a comedido por uma avalanche de incontável numero de falsificações baratas sem critério, o que infelizmente resultará em pouco tempo em uma falência por descredito geral do setor.
Sou unicista na arte, fujo de coletivas de vários artistas com muitas cores, mil movimentos e muitas linguagens, que por fim atordoam minhas vagarosas percepções. Da mesma forma, que me cansa e me esgota grandes shows de telão e aglomerações...a solidão de cada pedaço me dá retorno e me completa homeopaticamente, bem mais.
Somente a arte pode inspirar o amor universal e colorir com cores vivas da vida em alegria, as tristezas, as mecanicidades e as sombras no mundo.
