Arquitetura Arte
Afirmo.! Que a Maior Obra Da Engenharia e Arquitetura Social… Foi Construir e Convencer o Pobre Ou Pobre De Direita Que Ele é Diferenciado(a) De Outros Pobres e o Colocou Como Escudo, Pronto Para Defender Quem Os Oprime, Explora Ou Vai Assassina-lo(a).!
Vertigem
As nuvens constroem castelos pelo céu,
arquitetura de água imponderável.
O amor pelas nuvens cria em nós a antigravidade.
Minha Religião.
Gosto da arquitetura da Igreja Católica, do toque e da comida da religião afrodescendente, da conversa com os espíritos no espiritismo e das ações e ideias do budismo.
Eu não acho que a arquitetura trate apenas de abrigos, de simples interiores. Ela deve ser capaz de nos entusiasmar, de nos acalmar, de nos fazer pensar.
No fundo, vejo a arquitetura como serviço coletivo e como poesia. Alguma coisa que nada tem a ver com arte, uma espécie de aliança entre dever e prática científica.
Bom, para mim, pessoalmente, como arquiteta, arquitetura é estrutura. Quer dizer, a estrutura de um edifício é elevada ao nível da poesia, como parte da estética. Não há nenhuma diferença. Um arquiteto deve projetar a estrutura como projeta arquitetura, no sentido doméstico da palavra.
Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida.
A primeira e primordial arquitetura é a geografia.
Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção.
A boa arquitetura de um determinado período vai sempre bem com a arquitetura de qualquer período anterior – o que não combina com coisa nenhuma é a falta de arquitetura.
Arquitetura de Eternidade
Não nasceu de um sopro impaciente,
nem de um desejo que o tempo desfaz.
Foi amor plantado docemente,
em terra onde o silêncio é paz.
Não foi relâmpago em noite escura,
mas brasa quieta que acende o chão.
Não prometeu juras de altura,
mas construiu com devoção.
Cada palavra, medida exata,
cada silêncio, um lugar sagrado.
Na planta da alma, linha reta,
traço firme de um cuidado.
Não foi paixão que devora e cansa,
mas presença que repousa e acalma.
É afeto que veste a esperança
e faz do outro um lar na alma.
Forjado em pedras de confiança,
cavado fundo onde o medo cessa,
é amor que em si mesmo se lança
sem precisar vestir promessa.
Ergue-se alto, com alicerce,
na leveza de um gesto nu.
Onde um tropeça, o outro oferece
a mão, o colo e a fé em cruz.
Não teme o inverno, nem se abala
com vendavais ou dias sem cor.
Pois quem se ama com alma embala
até o silêncio com calor.
Na rotina, acha poesia.
Na demora, cultiva o bem.
Ama até a melancolia
que todo coração também tem.
É templo e é estrada, é porto e é vela,
é vinho vertido, é pão repartido.
É sol quando o céu se revela,
é chão onde o passo é ouvido.
No rosto do outro, espelho e abrigo,
no peito, pulsa a mesma canção.
É estar inteiro, mesmo em conflito,
e escolher amar... em comunhão.
Porque amar não é ter só festa e flor,
é regar a raiz nos temporais.
É saber que um grande amor
não vive de instantes… mas de cais.
Cais onde se espera sem cobrança,
onde se chega e se é bem-vindo.
Onde o tempo vira esperança
e cada gesto é sempre lindo.
Assim se constrói — pedra por pedra —
um amor que nunca se desfaz.
Não é castelo de areia que quebra,
é arquitetura de eterna paz.
Na arquitetura e na vida, os gigantes se erguem sobre bases sólidas e colunas profundas. Se quisermos alcançar grandes alturas, é preciso começar com alicerces firmes."
"Na arquitetura da língua, cada palavra é tijolo, cada vírgula é respiro. Ensinar Português é erguer pontes entre o silêncio e o sentido, entre o sujeito e o mundo. Quem lê, descobre caminhos; quem escreve, aprende a desenhar o próprio destino."
É preciso mais integração entre os conhecimentos, como na arquitetura de CI e MOSFETS, na lógica de partículas e controle biológico de moléculas para formar disciplinas de avanço para aplicações nanotecnológicas.
