Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus
Não sou prepotente, arrogante ou melhor do que ninguém! Portanto, não tente encontrar adjetivos falsos ou criar situações irreais para justificar a inveja que sentes da minha felicidade!
Sou a baixinha das batatas"superdesenvolvidas"kkkk
Sou a menina q se mela toda comendo cachorro quente;
Sou a moça q vive com um sorrisona cara;
Sou a garota q estuda ouvindo música;
Sou a "desajustada" q começa a escrever uma música e nunca termina;
Sou a "inventora de paródias" e sempre com Jésca minha pequena;
Sou a "besta pra rir",com Kéu do meu lado ainda...vixe!!
Sou a "queixo de pão doce" q o Marcos ri da cara;
Sou a "chata",que adora irritar Ceffas ;)
Sou a "pimentinha doce" que o Mailson adora;
Sou a "perturbada que o Paulinho vai levar pra lua;
Sou a "insuportável"...vc pode ir na janela...né dickson!!
Sou a "complicada"que o Dinho ama;
Sou a "mente suja",que pra tudo tem duplo sentido.hehe
Sou,Sou ...
Acredito nas pessoas,na música,nos poemas mais simples...
Jésca,Kéu e Marcos-->Não exite gente + besta e que me faça rir tanto com vcs@!!
Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu hermafroditismo cerebral. (...) Penso como um homem, mas sinto como mulher.
Sou atraído por tua palavra,
e consumido pelo teu olhar,
constrangido por tão grande amor,
pois sua graça me alcançou.
Eu quero em teus braços me lançar,
em meio a tempestade te adorar,
sobre tuas asas me deitar,
descansar, repousar, esperar.
Posso ouvir a sua doce voz,
e sentir, as marcas em tuas mãos.
Pois teu sorriso me alegra o coração,
pois tua graça me alcançou.
Pra sempre, e sempre.
NADA SE COMPARA
Nada se compara,
Nada se compara,
se compara a Ti.
Quando eu te conheci,
não olhei mais para mim.
Quando eu te vi,
não olhei as circunstâncias.
Quando te ouvi, reconheci,
que nada se compara a Ti.
Nem o céu, o mar, a lua e as estrelas.
Nem o brilho desse mundo, e suas riquezas.
Quando olho tudo isso, eu reconheço,
que nada se compara a Ti.
Nada se compara ao Teu amor,
que me conquistou Jesus.
Amor tão grande como esse amor,
de morte e de cruz.
LOUCURA
Como definir-te
Quem sabe?
Será que sou um
Se fosse tão lucido,
entenderia um louco
Mundo sem fronteira
livre como o ar
liberdade pura,
mas aprisionado pelo preconceito.
De soar tudo simples
de tocar tudo como a primeira vez
de ser doce como uma flor
e misteriosa como a noite.
Será que é loucura poder ser louco?
Sou prateado e exato. Não tenho preconceitos.
Tudo o que vejo engulo imediatamente
Do jeito que for, desembaçado de amor ou aversão.
Não sou cruel, apenas verdadeiro –
O olho de um pequeno deus, de quatro cantos.
Na maior parte do tempo medito sobre a parede em frente.
Ela é rosa, pontilhada. Já olhei para ela tanto tempo,
Eu acho que ela é parte do meu coração. Mas ela oscila.
Rostos e escuridão nos separam toda hora.
Não sou do tipo que provoca o homem. Sou uma mulher decidida, porém, brincalhona. Tenho um jeito moleca, mas sou firme na minha postura. Eu me considero uma mulher independente e com foco.
Onde está o meu amor?
Estou à procura de um amor...
Que me aceitei como sou,
Que me faça vibrar de emoção,
Que me arranque suspiros,
Que me deixe gritar,
Que me deixe ser mulher...
Um amor que supere tudo,
Que me faça sorrir novamente,
Que me diga palavras doces,
Que não me deixe abandonada,
Que me de flores,
Que me faça mulher...
Estou à procura de um amor...
Que me faça chorar de emoção,
Que não me deixe esperá-lo demais,
Que não esconda sua delicadeza,
Que divida seu amor comigo,
Que me aceite como a mulher que sou...
Um amor que aceite tudo,
A fera que existe dentro de mim,
A menina que chora,
A mulher que se faz de segura,
A mulher que fraqueja,
Que me aceite nos meus momentos mulher...
Verdadeiramente mulher...
Ivete Barros, 24/09/2008, 10:21
"(...) Sou apaixonada por metáforas. Enxergo metáforas onde pessoas comuns, muitas e muitas vezes, só enxergam circunstâncias."
Sou réu de amor
Confesso o meu pecado
Porem não me arrependo desse crime
Que amar alguém e talvez não ser amado
Seja o crime mais gostoso e mais sublime
A confissão por certo não redime
A quem quer continuar culpado
E se eu for por acaso condenado
Não há razão para que desanime
Pelo contrário, altivo, embora fique
Meu coração partido em mil pedaços
Eu quero que a justiça se pratique
Sou réu de amor e julgo-me indefeso!
Pela justiça, entrego-me a teus braços
Pois eternamente quero ficar preso...
Sou única, mas tenho várias mulheres dentro de mim.
Ora sou brisa mansa a acariciar o campo e espalhar os perfumes do pampa.
Ora sou vento minuano, trazendo o frio, girando as areias, fazendo tormentas.
Mas também sei ser calor, fogo que aquece a noite fria.
Sou várias que me fazem ser única, cabe a você escolher qual delas quer despertar.
Sou chamada de antissocial o tempo todo.
Apenas por ser calada, quieta e discreta.
Porém, prefiro ser assim.
Porque para sermos aceitos pela sociedade de hoje precisamos gritar, xingar, dar dedo, se exibir, ser nojenta, grossa e ignorante.
Então, sinceramente prefiro ser como sou.
Uma pessoa calada, mas quando explorada, se encontra uma pessoa doce, amiga, sincera e verdadeira.
Se isso for ser antissocial, tenho orgulho de ser isso.
Não sou de contar vantagens, mas, acordar com esse dia lindo, que me chama para brindar a vida de um novo amanhecer, é mais que luxo, são bênçãos do céu.
Não sou seu amigo.
Não sou seu colega
Não sou seu namorado
Muito menos sou seu amor.
Então... Afinal o que eu sou?
Você não diz, mas eu descobri
Sou um objeto ou talvez mais uma diversão.
Distraindo os momentos tristes,
Que abalam seu coração.
As vezes você me procura...
Hoje não me acha.
Pois ainda não enjoou de brincar
Que um dia fora seu brinquedo de montar.
Tem dias que sou quieta, em outros sou séria.Tem dias que fico pensativa, em outros sou falante. Tem dias que choro, em outros eu grito. Tem dias que sou louca, em outros não paro de rir. Neles todos, eu sou simplesmente feliz!
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
