Aprendi que não Adianta

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Fui sombra do que era, hoje sou luz do que aprendi.

No deserto aprendi que um sopro salva, o mínimo, no lugar certo, mantém a vida, nunca subestime o gesto pequeno de ajuda, um sopro fez a diferença entre cair e seguir.

A dor não me define, mas me educa, ela me mostra caminhos que a alegria disfarça, aprendi a respeitar o que me feriu, porque foi através disso que ganhei força, e agora carrego orgulho das cicatrizes que tenho.

Aprendi que o perdão cresce em terreno pedregoso. Não é flor que se planta em rega fácil, é erva resistente. Cresce entre rachaduras, na margem dos dias amargos. Quem perdoa carrega uma pedra a menos no peito. E o corpo, mais leve, volta a ouvir sua própria respiração.

A vida já me virou do avesso tantas vezes, que aprendi a gostar do lado contrário, é nele que mora minha força mais silenciosa, eu sobrevivo porque me reinvento, e me reinvento porque me recuso a desistir.

No terreno estilhaçado onde a minha dor cavou raízes, aprendi que o corpo é um manual de guerras antigas, cada cicatriz uma sentença gravada na pele que o tempo tentou apagar, mas não conseguiu, e é nessa arena interna, entre o sopro de horror e o fio tênue da esperança, que a alma, ferida e incansável, se levanta como chama obstinada na noite, jurando ser mais que sobrevivência, ser prova viva de que o abismo pode engolir um corpo inteiro e, ainda assim, não apagar a luz que insiste em nascer no silêncio entre uma respiração e outra.

É, hoje eu aprendi que... amizades vem e vão, que amigos verdadeiros são eternos mesmo estando separados, que amores são feitos de momentos e que cada instante é único, que brigas acontecem e que sonhos acabam, aprendi que o para sempre talvez não seja pra sempre e que o tempo pode não ser infinito, que um sorriso pode esconder uma tristeza, que uma lágrima pode ser de alegria, que um "Te amo" pode ser falsidade, aprendi que devemos valorizar quem nos valoriza, que devemos orar para Deus não somente para pedir, mas também para agradecer. O tempo não volta, nem para, é preciso seguir adiante mesmo com as lutas porque se você parar alguém com certeza passará com esta benção na frente que se chama: MILAGRE DA VIDA.

Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.

​"Minha maior vitória não foi o que acumulei, mas o barulho que eu aprendi a não deixar entrar."

​"Aprendi que o 'sim' para o mundo é, muitas vezes, um 'não' para a minha alma. Decidi que minha quietude não aceita suborno, nem mesmo em forma de elogio."

A Geografia dos Que Não Sabem Viver


Nunca aprendi a viver.


Talvez ninguém tenha aprendido.


Talvez chamemos de existência
a longa repetição de gestos
que fazemos antes de descobrir
que não levam a lugar algum.


Nasci tarde demais para a esperança
e cedo demais para o esquecimento.


Desde então,
habito uma espécie de intervalo.


Não pertenço às ruas,
mas também não pertenço ao silêncio.


Sou hóspede de lugares
que desaparecem quando alguém acende a luz.


É ali que resido:


entre o eco de uma voz
e a voz que já não existe,
entre a sombra de um corpo
e o corpo que partiu,
entre aquilo que desejei
e aquilo que tive medo de desejar.


Há uma crueldade particular
em continuar vivo
quando já não se espera nada da vida.


A esperança, quando envelhece,
não se transforma necessariamente em desespero.


Às vezes transforma-se em hábito.


E há hábitos mais difíceis de matar
do que qualquer esperança.


Carrego dentro de mim
uma cidade construída sobre ruínas.


Cada rua conduz a uma ausência.


Cada janela dá para alguém
que não voltou.


Cada quarto conserva o cheiro
de uma coisa que terminou
sem jamais ter começado.


É estranho perceber
que podemos sentir saudade
daquilo que nunca tivemos.


Talvez seja essa
a forma mais pura da melancolia:


sentir falta
de uma vida que nunca nos pertenceu.


Meus desejos também envelheceram.


Já não gritam.


Já não imploram.


Permanecem no fundo de mim
como moedas enferrujadas
no bolso de um homem morto.


Ainda posso tocá-los.


Ainda posso senti-los.


Mas já não consigo gastá-los.


Desejo o amor
como um condenado deseja a liberdade:


não porque saiba o que faria com ela,
mas porque precisa acreditar
que existe uma porta.


E talvez não exista.


Talvez todas as portas sejam apenas
formas arquitetónicas da nossa ilusão.


Talvez a liberdade seja
o nome elegante que damos
ao intervalo entre duas prisões.


Por isso permaneço.


Não por coragem.


Não por fé.


Permaneço porque até o abandono
exige uma certa perseverança.


A noite me conhece pelo nome.


As sombras já não me assustam.


Elas aprenderam a conviver comigo.


Às vezes sentam-se ao meu lado
e não dizem absolutamente nada.


É a conversa mais honesta
que já tive.


Então penso:


e se a vida nunca tivesse sido feita
para ser compreendida?


E se compreender fosse apenas
mais uma maneira de destruir
o pouco mistério que nos mantém respirando?


Talvez eu não esteja perdido.


Talvez não exista lugar algum
para onde voltar.


Talvez esta sensação de estar ausente
seja a única forma de presença
que me foi concedida.


A madrugada chega.


O mundo começa novamente
a fingir que amanhã importa.


Eu permaneço diante da janela.


Lá fora, alguém ri.


Um carro desaparece na esquina.


Uma mulher fecha as cortinas.


Um homem acende um cigarro.


E por alguns segundos
tudo parece absurdamente vivo.


Então percebo uma sombra atrás de mim.


Ela não estava ali antes.


Não me viro.


Porque existe uma pergunta
que passei a vida inteira evitando:


se tudo aquilo que perdi
continua vivendo dentro de mim...


então quem, exatamente,
é que está vivendo
quando eu já não estou?

É cada uma, viu?
Agora eu estou rindo mesmo.
Já chorei muito.
Aprendi a pular os obstáculos e agradecer as conquistas, não perder meu tempo com quem não merece e principalmente valorizar quem vale a pena estar comigo.


Menos é+😁

⁠Não me ensinaram muitas coisas. Aprendi a me manter de pé pela falta de opção.

⁠Aprendi que devemos dizer toda a verdade. Tudo que sentimos. O que aconteceu e porque aconteceu. Dessa forma não haverá mal entendido e nem brecha para o outro pensar coisas que nunca existiram.

Baby Baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar

Não adianta sonhar. Não adianta, sonhar em voar quando você não tem duas asas e sim, duas pernas pra caminhar." Foi duro pra mim quando eu ouvi isso pela primeira vez. Foi duro entender o sentido disso e descobri quem eu era e o que eu precisava deixar de ser. Foi duro descobri que eu era uma pessoa que vivia totalmente distante da realidade, que sonhava com o céu, mas que estava na terra. Que se encantava com a magia, mas não se dava conta de que as pessoas eram de fato, uma magia quebrada. Um encanto, quebrado. O inverso de tudo o que parecem. Mentira, arrogância, fingimento, ignorância, violência. Eu nuncas soube lidar com nada disso. Nem tom de voz elevado, nem falta de educação ou brutalidade. Eu era boa, com tudo e todo mundo, e foi duro demais ter que me dar conta de que às vezes, algumas pessoas não merecem a nossa boa educação, nem a nossa bondade, e nem merece que baixemos a cabeça diante delas, ou que sejamos sempre 'do bem'. Foi duro ter que mudar de planos, porque eu, que antes sonhava, que antes achava que a vida seria favorável a mim no futuro tão quão foi para os que cresceram ao meu redor, pude então me dar conta de que, tudo aquilo o que eu sonhava pra mim eu teria que conseguir sozinha. E há quem diga que sozinho não vamos a lugar algum. Ah! É difícil demais, é doloroso demais subir o muro sem uma mão pra te ajudar, escalar a montanha sem um apoio que te assegure. Sim! É difícil! Mas quando a gente finalmente descobre que enquanto precisar do que não é nosso não seremos felizes o quanto sonhamos, ai a gente topa subir o muro e escalar a montanha nem que seja preciso se ferir, se rasgar, ou colecionar calos. Pois bem! Foi isso que eu não perdi, é isso que às vezes, parece 'arrogância' ou sei la o que julgam, é isso que, na verdade é sonhar com a própria independência que eu quero e sempre quis pra mim! Aceitar e querer somente aquilo o que é meu, e não precisar do que é alheio. Eu sonhava em voar, assim, tão fácil como parece quando se ver um pássaro ou ave qualquer no céu o fazendo... eu sonhava com esse voo, mas agora, a vida brutalmente tem me empurrado pro solo e tem dito que é aqui onde eu vou conseguir, não o voo, mas os calos, que terei de colecionar até que eu consiga o que eu quero, o que eu sonho, o que eu desejo, e existe apenas um alguém que caminhará comigo até o começo e o fim, esse alguém que tem me feito uma aprendiz e tem me dito a cada vez que eu não desista do que é meu, mas que eu lute pra consegui-los como fruto do meu próprio esforço! Deus, muito a obrigada por ter me mostrado o que e quem é extremamente essencial ter nessa jornada pra que eu possa ser independentemente feliz e realizada como eu sempre sonhei, e nunca deixei, de sonhar...
E te prometo pai, que as minhas conquistar não são mais para os outros, e sim, minhas e tuas. Muito obrigada meu Deus pelo que sou capaz de aprender. Eu te suplico, me faz capaz, de ser, como eu e como tu queres que eu sejas, amém.

Não adianta guarda mágoa, vamos guardar $$$ que ao menos dá algum futuro! Jogue fora o que te faz mal e evolua...

Na caminhada da vida, aprendi que nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre o que queremos nos faz bem.

Foi preciso as dores, para que eu aprendesse com as lágrimas.

Foi necessário o riso, para que eu não me enclausurasse com o tempo.

Foi preciso as pedras, pra que eu construísse meu caminho.

Foram fundamentais as flores, para que eu me alegrasse na caminhada.

Foi imprescindível a fé, para que eu, não perdesse a esperança.

Foi preciso perder, para que ganhasse de verdade.

Foi no silencio que fui ouvido com clareza.

Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.

E a maior virtude dos fortes é o PERDÃO.

O importante não foi o dia que te conheci,
mas o dia que aprendi a compartilhar com você
minhas alegrias e tristezas.
Quando descobri que nascia em mim
o sentimento da amizade.
Pude perceber que nascia entre nós
um sonho de uma bela amizade.
A palavra é complicada,
mas quem sabe seu significado
é só quem tem a capacidade de poder
apreciar seus defeitos e qualidades.
A amizade quando verdadeira
é um sentimento eterno que não tem fim e
não saberei explicar em meras palavras.
Sempre sinto vontade de dizer
o quanto é importante ter sua Amizade!
Hoje você já faz parte da minha vida,
agradeço a Deus por ter te encontrado
e descoberto com você a verdadeira amizade.
Só te digo uma coisa, que minha amizade teve:
Um início, meio e nunca terá fim.

Aprendi...
Que duas pessoas discutindo, não quer dizer que se odeiam.
Que duas pessoas felizes, não quer dizer que se amam.
Que o mundo dá voltas e a vida é uma seqüência de desafios.
Que algumas feridas saram, outras não.
Que quem vive do passado é museu.
Que quem vive do futuro, não vive... Sonha.
Que com a pessoa certa, uma vida é pouco tempo.
Que com a pessoa errada, um minuto é muito.
Que mesmo acompanhado,ainda posso estar só.
Que caráter vem do berço,não se compra.
Que Amor não se exige, se dá.
Que meus amigos eventualmente vão me machucar,são humanos.
Que um ato pode mudar toda uma vida.
Que nem toda uma vida pode mudar alguns dos nossos atos.
Que o importante pra mim,não é pra outros e isso não é defeito.
Que a decência é uma prática diária.
Que humilhar é a pior das covardias.
Que a capacidade de amar, é nata. Não depende de terceiros.
Que a beleza esta nas boas coisas da vida,até nas mais simples.
Que tudo muda para melhor ou para pior mais muda.
Que nada é pra sempre.