Aprendi que não Adianta

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Aprendi a ser eu e a solidão ...
Minha única companhia..
Aprendi a amar o silêncio , a viver o caos dos meus pensamentos e a viver o vazio de uma vida sem ti...
Depois que você foi embora eu me fechei tanto..que quando precisei abrir a porta da minha alma denovo eu já tinha perdido as chaves....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes

Pensar a vida e sobre a minha própria existência é uma das coisas mais incríveis que aprendi a fazer.

⁠aprendi que todo mundo carrega o peso de sua cruz...

Aprendi que a dor ensina.
Ensina a sentir saudades.
Ensina conhecer verdades.
Pois, o tempo passa e ficam as lembranças.
Lembranças, são como heranças.
Vivas sempre estarão
Guardadas no coração.

ETERNIDADE É O AMOR

Eu aprendi meio a tanta confusão
Que temos uma estrada a desbravar
Mas assim como numa procissão
Cuidado é o jeito para nao tropeçar .
A gente assim enfrenta o tempo
E quantas pessoas ao nosso redor
Soprando contra ou a favor do vento
Umas querendo o pior e outras o melhor.
Ah se soubesse ouvir a voz da experiência
Teria evitado tantas dores e dissabores
Correria menos e com inteligência
Sentiria a intensidade dos certos valores.
Agora que meus cabelos mudaram de cor
Sinto saudades pulsar meu coração
Tempos de chuva e frio, de sol e calor
Traçando assim o forte elo de emoção .
E deixamos um legado em nossa partida
Para os que ficam ,grande marca de dor
Mas vivemos o caminho a verdade e a vida
Com certeza eternidade só através do amor!

POESIA
JOÃO BATISTA BARBOSA

Na minha vivência encontrei pessoa e pessoas.
Pessoa que aprendi adimirar, e
Pessoas que perderam meu respeito e admiração por não valorizar suas virtudes.

Que eu aprendi de min que min enspira sou eu mesmo

As feridas foram tão frequentes que aprendi a sempre guardar tudo o que sinto, a não falar demais por saber que ninguém vai se importar, a ficar de longe por saber que ninguém vai me notar.

“Eu aprendi que entregar não é oferecer o que sobra — é ter coragem de se despir das defesas e colocar o próprio coração na linha de frente, mesmo sabendo que o mundo nem sempre sabe cuidar do que é verdadeiro.”

⁠Ninguém chorou e riu tanto comigo como eu.
Somos assim, inseparáveis. Nunca aprendi a ser só.

Apesar de estar cercado de pessoas que mentem, aprendi a seguir em frente com a verdade. Apesar que um dia quem me falhou foi quem eu menos imaginava, aprendi que as palavras devem ser cumpridas e as nossas responsabilidades assumidas. A vida me bateu com tanta força que aprendi a resistir e apesar do custo dos nossos atos, aprendi que o melhor guerreiro não é quem sempre triunfa, mas quem consegue adquirir resiliência para sem medo retornar novamente a uma batalha.

Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.

Aprendi a sorrir diante das minhas ruínas. Não porque deixei de sofrer, mas porque até a tristeza fica constrangida quando percebe que já a conheço pelo nome

Não confie demais no meu sorriso. Algumas pessoas usam lágrimas para pedir ajuda; eu aprendi a usar o riso para esconder o endereço.

"Aprendi que no jogodo
amor nada é impossível,
uma hora você ganha
outra hora você perde
ninguém é invencível "

Eu queria ser amada…
Se é que eu aprendi o que é ser amada, porque as vezes quando nos amam demais achamos demasiado chato…

E quando não nos amam ficamos enlouquecidos tentando entender o que levaria alguém a não nos amar …

Mas eu queria … alguém que me defendesse da própria mãe… que enxergasse o veneno saindo do outro em forma de palavras..
Queria um amor que tivesse paciência comigo
Com meus traumas, com meus medos e rejeições…

Que não soltasse a minha mão quando fosse cumprimentar outras pessoas e me deixasse de lado …

Eu queria um amor que me defendesse das injustiças…
Mesmo que apenas sentando ao meu lado e chorando comigo ..

Eu queria um amor que na lista de sonhos dele meu nome fosse o primeiro…
E não que eu estivesse “inclusa” em alguma parte dos sonhos …

Eu queria alguém que mostrasse ao mundo que me ama …

Queria alguém que me amasse a ponto de compartilhar minhas publicações…

Queria alguém que me amasse e no meu aniversário fizesse uma postagem pra mim … dizendo em voz alta que me ama e o quanto eu sou importante

Queria alguém que me dissesse nos dias difíceis vamo ali na praia …

Alguém que me leve pra conhecer o mundo

Queria um amor que fosse como no filme
“Amor alem da vida “

Alguém que sempre quisesse tirar fotos comigo

Alguém que faça planos comigo …

Um amor que seja bom pra mim

Bruna Wotkosky

Talvez eu só não saiba ficar

Aprendi a me curar sozinha, a engolir o que doía e a continuar como se nada tivesse acontecido. Mas, no caminho, também aprendi a me afastar.

Quando não estou bem, desapareço. Fecho portas, levanto muros e me escondo dentro de mim. Não porque não queira ninguém por perto, mas porque me acostumei a acreditar que preciso conseguir sozinha.

E, às vezes, a solidão que um dia foi proteção começa a parecer uma prisão.

Carrego dúvidas, inseguranças e medos que nem sempre consigo explicar. Sinto-me presa em um túnel, caminhando sem saber onde ele termina.

Ainda assim, continuo desejando.

Quero mudar, conquistar, viver e construir uma vida que faça sentido para mim. Mas, quando as coisas ficam difíceis, algo dentro de mim se apaga.

Eu desisto.
E depois me culpo por ter desistido.

Durante muito tempo, pensei que não queria o suficiente. Afinal, quem realmente quer luta, insiste e persiste. Então comecei a questionar tudo:

Será que sou superficial?
Será que nunca amei verdadeiramente os meus sonhos?
Será que, se quisesse de verdade, teria força para continuar?

Mas talvez eu esteja sendo injusta comigo.

Desistir não significa necessariamente não querer. Às vezes, significa ter medo: de falhar, de não ser capaz, de tentar novamente e sentir a mesma frustração.

Talvez eu recue não por falta de desejo, mas por ainda não saber lidar com a distância entre aquilo que imagino e aquilo que consigo fazer hoje.

Até coisas simples parecem enormes, como tirar a carta de condução. E então penso:

“Se nem isso consigo, como vou conseguir tudo o que sonho?”

Talvez eu não seja o obstáculo. Talvez seja apenas alguém aprendendo a permanecer quando o caminho se torna difícil.

Talvez eu não precise de mais força, mas de mais paciência comigo.

Posso querer e ter medo. Posso cansar, cair e parar para respirar. E, ainda assim, continuar desejando.

Persistir talvez não seja nunca desistir, mas aprender a voltar:

depois do medo,
da frustração,
de um dia ruim.

Voltar para mim.

Talvez a pergunta não seja: “Será que quero o suficiente?”

Mas sim:

“O que acontece dentro de mim quando aquilo que quero exige que eu acredite em mim?”

Talvez seja aí que eu precise começar: aprendendo, pouco a pouco, a não me abandonar sempre que as coisas ficam difíceis.

Foi no leito de uma UTI que aprendi o verdadeiro significado de amar a vida. É nessas horas que a gente reflete sobre tudo, descobre a quem realmente deveria dar mais atenção, entende a urgência de dizer 'um eu te amo' pra alguém e passa a dar valor à saúde.

Como eu conheço a Bíblia?
o pouco que conheci,
a palavra do DEUS que amo,
tudo eu aprendi,
com o Espírito Santo...
A Bíblia é um tesouro,
a cada dia aprendo mais um pouco!

Dizem que sou jovem e que o mundo ainda vai me ensinar muito, mas a verdade é que eu já aprendi o suficiente com a gente. Aprendi que o amor não é esse conto de fadas que os tolos insistem em celebrar. Para mim, ele se revelou como uma nuvem carregada: pesada, escura e cheia de uma chuva que não limpa, só inunda.
O amor fere. E o meu coração, por mais que eu quisesse que fosse feito de aço, não foi forte o suficiente para aguentar tanta dor. Você foi a chama que ardeu bonito no começo, mas que acabou me queimando quando o fogo ficou alto demais para eu controlar.
Olho ao redor e vejo pessoas buscando essa tal "felicidade e união", e confesso que sinto uma mistura de pena e cansaço. Elas estão se enganando. Eu sei a verdade agora, e ela é amarga: o amor parece uma mentira bem contada, desenhada apenas para nos deixar tristes no final.
Não estou dizendo isso com raiva, mas com a clareza de quem finalmente parou de tentar se enganar. Minhas cicatrizes são a prova de que eu estive lá, de que eu tentei, mas que saí ferido.
Talvez um dia eu mude de ideia, mas hoje, tudo o que sei é que dói. E eu preciso de silêncio para ver se essas marcas param de sangrar.