Aprendi muito com Vcs
Em passos na Escola do Quarto Caminho, de Gurdjieff aprendi que o sono e os sonhos podem ser outros caminhos de despertar para verdade interior ou imergir ludicamente por medo nas esferas das fantasias.
Você para sempre
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim, vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua, vou tentar não sofrer.
Mesmo assim vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro, sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração para sempre.
Se sofri por você e eu não aprendi a sorrir outra vez.
Mesmo assim vou tentar esquecer o que você me fez,
Me deixou sem saber como ser o que eu antes fui.
Se um dia te ver em qualquer rua vou tentar não sofrer.
Mesmo assim, vou olhar pra você com a dor me matando
Por dentro sufocando demais.
Eu só peço a Deus que devolva, teus abraços e beijos, o amor
E o desejo que ficou atracado dentro do coração pra sempre.
Na mais extraordinária das circunstâncias, aprendi que cada dor sentida é uma aprendizagem ocorrida.
Aprendi que as melhores horas da vida não é apenas o trabalho, mas sim, trabalhar para a felicidade dos outros.
Aprendi que aprender faz parte para ser professor;
se eu deixar de ensinar, continuo sendo aprendiz.
Não posso controlar todas as coisas, mas aprendi com Deus como posso controlar a minha vida debaixo do poder do Espírito Santo.
Já me arrependi de coisas mínimas, porque aprendi que elas se transformam em pesadelos quando elas não são confessadas a Deus.
Aprendi que, liberando a alma da pessoa presa por maldições pessoais, as bênçãos atraem alegria completa e benefícios espirituais.
Me alicerço nos valores
Que me fazem levantar
Pois aprendi a viver
Sem precisar me avexar,
Guiado p’la sabedoria
Que marcou meu caminhar!
Aprendi com Michael Corleone que eu não posso odiar meus inimigos, porque isso pode afetar meu julgamento. Mas se eu pudesse eu extirparia essa raça comunista da face da terra. Miseráveis! Canalhas!
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite
Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.
Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.
Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.
Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.
Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.
O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.
Um sonho erguido com a arquitetura da essência
Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.
Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.
Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.
Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.
Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.
Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.
Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.
Autoria: Diane Leite
Eu gosto do meu jeito. Aprendi gostar dele, e não pretendo mudá-lo.
Não irei mudar para agradar outras pessoas
Aprendi a me afastar dos olhares que ferem, não mudo o outro, mas escolho onde repousa minha energia. Preservar-me, às vezes, é dizer adeus ao que já foi essencial.
