Aprendi muito com Vcs
Lidar com mulheres é muito fácil. Quando você estiver errado peça desculpas, e quando ela estiver errada, peça desculpas também.
Quanto mais leio, mais me convenço de que sei muito pouco; que o meu saber é uma gota d’água no oceano do conhecimento universal. Quanto mais vivo, mais admiro a arrogância de certos jovens, que mal sabem de onde vieram e para onde vão, e outros de qualquer idade, cuja verborragia ostentatória, pedante, superficial e acusatória sem causa confundem com saber. Falam como se fossem os mestres de seus próprios mestres e de todo o universo. Também é exasperante a arrogância militante dos neófitos que agem como discípulos de livros (seja sagrado ou não), como papagaios a repetirem slogans e verdades de dois lados, para que se escolham um, configurando um discurso ideológico auto-suficiente, auto-defensivo e tipicamente religioso, mas nada filosófico. Apesar de tudo, tento compreendê-los e ser paciente. Afinal: “Homo sum, humani nihil a me alienum puto” (Sou homem, nada do que é humano me é estranho).
Leve-me pra longe, longe, muito longe. Não quero ver esse por do sol, não quero ver essa lua nesse céu estrelado. Não quero voltar para casa, não quero abrir a porta, por favor. Quero viver, mais viver do meu jeito sabe, meu jeito, o meu. Então, por favor. Leve-me.
Sabia muito, mas não a deixavam mostrar...
precisava estar nos limiares da gramática,
dos gêneros literários, mas...
Não era isso;
era sentimento,
era vontade,
era angústia,
eram experiências.
Tudo isso num papel.
Se isso não tem valor no seu todo,
tudo não se apresentaria tão importante como conhecemos.
Há momentos que gostaríamos muito de vivenciá-los no agora, mas vale esperar, vale pensar cada momento, preparar cada instante porque o agora que queremos será o depois que esperarmos...e no depois, ah! Alcança-se o prêmio deveras e o desfruta no tempo; tempo que parece parar, que parece se eternizar só para ficarmos a sós e olharmos pra trás com as palavras nos lábios: “valeu apena esperar”.
Na verdade é tudo muito simples e lógico. Difícil é encarar a realidade como fato e acreditar no que a esmagadora massa acredita.
Me apego muito rápido as pessoas, mas quando eu desapego é pra sempre por mais que demore pra eu desapegar.
Tem gente que tem um estilo muito peculiar com certo animal chamado... Mula. A mula, ao contrário, jamais!
Estava eu vindo para casa, quando avistei um sujeito muito suspeito. Eu estava do lado esquerdo da rua, e a minha direita, do outro lado da rua, havia uma moça. O sujeito, que a partir de agora chamarei de cidadão, veio em nossa direção. Como isso é possível? Simples, ele estava no meio da rua. O cidadão nos entreolhava. De repente o cidadão falou algo para a moça. A moça, que a partir de agora chamarei de sujeita, fingiu que não escutou, -ou talvez era surda, vai saber-, sem indagar o porquê, eu fiz o mesmo. Observando a atitude da sujeita, e vendo o cidadão perguntando algo para mim, o ignorei também. Não sei se foi medo... talvez era um cidadão de bem. Mas já eram 23h10m de uma noite fria em Ji-Paraná, preferi não me arriscar... Mentira, estava com meu Ipod em mãos... !!! * Voz em off* -Você acabou de ler Crônicas de Dualys. Fique ligado, têm novidades surgindo por aí. Vem aí, plim plim!
