Aprendendo a Viver com os Erros
Mesmo nos instantes mais escuros, a tua luz interior continua aprendendo a pronunciar o verbo renascer.
Somos luz aprendendo à velocidade da luz.
Enxergar-se par é enxergar-se mais próximo.
Querendo, sabendo, ou não, representamos um indivíduo complementar ao todo.
Estou aprendendo a valorizar cada estação. Os picos trazem a vista, mas são os vales que trazem a raiz. É no vale que Deus trabalha em nós, preparando-nos para o que há de vir. Confio no processo.
Futuro
Todos ali vivendo e aprendendo
Mas que em algum momento tudo fica intenso
Esse nosso pequeno mundo que vivemos e sofremos
Há dias de luz, há dias cinzentos
Palavras que curam, silêncios que pesam
Em meio ao caos, buscamos sentido
Mesmo feridos, seguimos unidos
Os ventos sopram sem direção
Levando sonhos, trazendo lições
E mesmo que a dor nos alcance
Há beleza em cada instante
Hoje sai cedo pra caminhar
Com brilho no olhar
Pôde respirar e observar
Folhas das árvores balançar
Há pureza no ar
Basta acreditar
A vida valorizar
Sempre acreditar
" Amigo" , não desesperar
Cada dia, uma nova história
Novas chances, novas memórias
Novas quedas, novos recomeços
Em cada passo, infinitos começos
O Futuro é logo ali
Não podemos partir
Fique aqui e vamos evoluir
E lembre-se:
A vida seguir .
Depois de ser estalkeada por tanto tempo, há alguns anos, fui aprendendo a me defender, aprendi algumas coisas...
Existem aplicativos espião que permite invadir a rede de dados do telefone e wi-fi.
Creio que pelo número de contato. Uma vez Hackeado todos os seus contatos foram expostos e possivelmente Hackeados também!
Não se espante se seu celular passar a fazer coisas sozinho, não é espiritual ou maluquice!
Assim como, sua tv smart ligando ou desligando sozinha, pois eles invadem também! Fora as ligações de spam a todo momento e ligações mudas!
Ao invadir seu aparelho, invadem seu e-mail e tudo atrelado ao seu e-mail, as funcionalidades do telefone. Creio que ainda podem instalar aplicativos, tudo isso com o acesso remoto e podendo ver a tela do seu aparelho, tudo que você digita ou conversa vendo através da sua tela do seu celular, podem te ver ouvir o que você conversa pois a sua câmera e o seu microfone estão sempre ligados!
Quanto a visualização da tela do seu celular:
Creio que isso permita ver você digitar senhas ( o teclado fica na tela do aparelho) por isso, todas as suas demais senhas serão expostas após uma invasão isso, se já não estiverem salvas no seu navegador ou em aplicativo de conversa.
Podem tentar acessar bancos com essas senhas e com os dados adquiridos (nome de banco, CPF, RG, nome completo , agência, conta corrente, nome de pais...) mas, dificilmente conseguirão ter êxito ao acessar aplicativos de banco, pois precisariam ter o seu dispositivo cadastrado no próprio banco.
No entanto, não impede de vender seus dados como laranjas ou ainda fazer empréstimo em seu nome, abrir contas, pode surgir compras indevidas no seu cartão em sites...
Essas pessoas vivem disso e as vezes podem ficar 24h investigando toda a sua vida a fim de ganhar dinheiro com seus dados de alguma forma ou pegar o seu dinheiro! Geralmente estão muito próximos de suas vítimas e estão espalhados pelo mundo!
Outra coisa, não saia por aí cadastrando a sua face para ter acesso a lugares como academias, escolas, trabalho...pois você não sabe quem cuida desses dados, uma vez que os estalkears tenha acesso, dificilmente você ficará em paz! Prefira acessar com cartões ou outros meios.
Lembre-se os estalkears sabem tudo da sua vida e todos os lugares que frequenta. Desative a sua linha do tempo do seu navegador de e-mail, lá tem seu histórico de onde você vai, onde mora, frequências, horários e tudo isso graças a ativação da sua localização.
Desative todo tipo de histórico, anúncios e rastros dos seus acessos!
Quando eles tentam invadir seu aparelho, normalmente chega na sua tela o pedido para desbloquear o seu celular, a solicitação da sua senha ou padrão de tela, quando você coloca o seu desbloqueio do celular achando que é uma solicitação normal do aparelho eles entram e aí é só conferir, vai aparecer vários dispositivos logados no seu e-mail com aparelhos semelhantes ao seu tipo de telefone.
Verificação de 2 etapas no seu e-mail não é segurança, é uma forma de permitir acesso ao seu e-mail sem colocar a senha, coloque a senha segura e não ponha ative a verificação de 2 etapas e nem ponha o seu número (hackeado) para receber SMS, tire o número de telefone. Isso é falsa segurança!
Prefira padrão ao invés de senha na tela de desbloqueio do aparelho (mais difícil de quebrar ) e tenha o hábito de desbloquear o celular com sua rede de dados e wi-fi desligados
Configure o seu aparelho para ativar/desativar a rede sem pôr a senha, isso não é segurança, é falsa sensação de segurança, se for roubado, os ladrões pedem para desbloquear o aparelho ou tiram o chip e desligam a rede de qualquer forma.
Se precisar acessar algo importante no wi-fi, como acessar bancos, sites com dados sensíveis, coloque primeiro em modo avião e depois ative o seu wi-fi de sua casa, do trabalho, faculdade...
Fotos publicadas em redes hoje é um problema depois da inteligência artificial. Principalmente quando essas fotos são acessadas de qualquer lugar a partir de login de e-mail ( e-mail que permite acesso a fotos, Drive, permite acessar sites só com senha do e-mail...)Então, se possível, tire suas fotos e principalmente de suas crianças das redes.
Nunca publique onde você está em tempo real, saía do lugar primeiro e publique depois!
Tenha um e-mail para cada coisa, um para bancos, um para TV e aplicativo de música, um para se socializar, outro para redes, um para câmera e assim por diante...
Sua senha de e-mail deve ter a partir de 17 caracteres, entre eles letras minúsculas, maiúsculas, números e caracteres especiais .
Rede de dados, wi-fi, câmera e microfone do celular foram feitos para ligar e desligar e não para ficar ligado todo tempo.
Desative o microfone e a câmera, quando for atender alguém o ative antes e desative depois!
Ao dormir, desative as suas redes (móvel e wi-fi) a sua tv smartv continua com o Bluetooth ligado mesmo desligada e no wi-fi, isso permite invasão enquanto você dorme, você tem conta de e-mail cadastrada na sua tv, lembre-se!
Se quiser e puder ainda sem as redes ligadas, ponha seu telefone em modo avião ao dormir, se tiver algum aplicativo malicioso, dificilmente terão acesso remoto!
Tenha o hábito de ver os dispositivos que estão logados no seu e-mail (no gerenciamento rede de dados); e das suas redes sociais também como Instagram, Facebook, aplicativo de mensagens,conta gov.br etc.
Procure me entender ou me cancelar!
Se isso fizer sentido pra você ótimo! Se não fizer ótimo também!
Com o tempo verão que isso é real e está acontecendo e você nem sabe!
Estou voltando a cozinhar.
E isso colore e tempera meu dia.
Sigo aprendendo.
E tem dias inesquecíveis.
Tenho um pedido pra você agora:
Por vezes, olhe o potencial das coisas e
não as coisas como elas são.
Faça limonada, suco, caipirinha,
mousse, torta, guacamole...
Só não fica anestesiada
reclamando dos limões, entende?
Vigiai (faz algo) e orai porque
Deus tem doces planos!
Aprendendo a ler o clima
Eu nasci com o coração voltado para fora.
Desde cedo, o mundo me atravessava
antes de pedir permissão.
Havia uma casa cheia de ruídos
onde o afeto chegava por intervalos,
como sol entre nuvens densas.
Aprendi cedo a ler o clima,
a prever tempestades pelo tom da voz,
a crescer sem fazer barulho
e, ainda assim, crescer demais.
Havia uma presença vestida de silêncio,
sempre correta, sempre distante,
mesmo quando estava por perto.
E havia outra feita de excessos,
mudança de humor, controle e ausência de cuidado,
um campo minado de palavras
onde o amor surgia quando era conveniente.
E tive que aprender a prever todas as possibilidades
Quando a cidade ficou pequena demais,
o mar se aproximou.
Foi ali que algo em mim
finalmente respirou inteiro.
O oceano não exigia nada:
não pedia explicações,
não barganhava carinho.
Ele apenas vinha.
E voltava.
E vinha de novo.
Aprendi a deslizar
sobre aquilo que a maioria teme.
A cair sem perder a ternura,
a esperar a onda certa
sem endurecer o corpo nem a alma.
Sempre fui boa em aprender.
Corpo atento, mente curiosa,
mãos cheias de perguntas.
Movimento, dança, criação, pensamento.
Mas havia um espaço em mim
que nenhuma conquista preenchia.
Então achei que talvez
o sentido estivesse em doar.
E doei.
Ideias, tempo, cuidado, esperança.
Dei tanto que alguns confundiram
generosidade com disponibilidade infinita.
E eu, que só queria construir,
aprendi também a me decepcionar.
Veio o mundo em pausa.
O ar rarefeito.
As perdas sem ritual.
Os dias iguais demais.
E dentro de mim,
uma tristeza que não gritava,
mas permanecia.
Agora o planeta range.
Homens brincam de poder
como crianças com fósforos molhados de petróleo.
Falam de controle, de fronteiras, de números,
como se a vida coubesse em planilhas.
Decidem sobre corpos alheios
com a frieza de quem nunca escutou o próprio.
E eu só queria surfar.
Sentir o sol queimando os ombros,
o sal abrindo feridas boas,
o corpo cansado por motivos simples.
Trilhar mato, cozinhar para desconhecidos,
defender a terra com alegria
não por heroísmo,
mas por amor.
Às vezes me perco.
Busco estradas nas estrelas,
consolo na espiritualidade,
sinais onde talvez só haja vento.
Não sei ainda o caminho exato.
Mas sei isto:
Ainda agradeço.
Ainda sinto.
Ainda acredito que viver
não precisa ser uma guerra constante.
Carrego um coração mole
num tempo que celebra o endurecido.
E isso, hoje, é coragem.
Se o mundo insiste em ruir,
que eu permaneça sensível.
Se o futuro ameaça,
que eu responda com presença.
Porque enquanto houver mar,
corpos que dançam na chuva,
mãos que cuidam da terra
sem pedir aplauso,
há esperança suficiente
para atravessar a noite.
E se amar este mundo
é o que me cansa,
então aceito o cansaço.
Há exaustões
que são sinais claros
de que ainda estamos vivos.
Estou aprendendo todos os dias, com muitos tropeços, e me permitindo renovar ao vento e à sombra tranquila da árvore.
Aqui, no meu mundo,
vou aprendendo e amadurecendo
com as lições da vida.
Se assim não fizermos,
ficaremos para trás!
Estou aprendendo, a cada dia, que o combate com os meus supostos adversários, que muitas vezes me conduz ao caos, ao desequilíbrio encontram-se, primeiramente, dentro de mim.
Compreendida essa etapa, o que vem de fora torna-se apenas estímulo para eu poder vencer as barreiras que ainda habitam na minha interioridade.
Com o tempo, você acaba aprendendo que com sua falta, as pessoas aprenderam mais rápido do que com sua presença.
Nas coisas da vida as vezes acerto,as vezes erro mas vou vivendo e aprendendo dentro das minhas possibilidades,e Deus lá de cima vai vendo que estou tentando ser melhor, a cada novo dia eu renasço.
Estou aprendendo a não mais me decepcionar com as pessoas pois nada mais me surpreende por estar tão rotineiro,estou esperando mais de mim,o que me importa agora é o que eu faço da minha vida,não quero mais perder tempo esperando o que as outras pessoas fazem da vida delas pois o problema não é meu,estou fazendo a parte que me cabe,de hoje em diante quero cobrar mais de mim.
Aprendendo regular dopamina
Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.
Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.
O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.
Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.
Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.
Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.
Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.
O mar não gritava com ela.
O mar respondia.
Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.
Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.
Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.
Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.
Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.
Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.
E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.
Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.
Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.
Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.
Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.
Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.
Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.
É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.
E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.
A resposta não está nela.
Nunca esteve.
Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.
Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.
Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.
Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.
E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.
Encontre tempo para as coisas que te fazem lembrar o quanto é bom estar vivo.
Eu estou aprendendo isso.
A desacelerar.
A agradecer mais.
A valorizar o simples.
Porque no fim… são esses pequenos momentos que salvam o dia...
