Aprendendo a Viver com os Erros
O que te abate? O que aflige?
O que entristece? O que mata?
O que faz viver intensamente?
O que faz você perder o juízo?
O que faz você preferir a morte
Ou jogar tudo pra cima e tentar a sorte?
O que você acredita que possa ou que não possa acontecer?
O que é bom, o que é ruim?
Quem constrói, quem destrói?
É um sentimento.
E que sentimento é esse,
Que se torna desde o primeiro instante indescritível?
Filho do ódio, sobrinho da alegria, neto da dor
Dor de paixão, dor de doer, ah que dor
Me sinto preso, mas posso pedir socorro
Então: Socorro!
Ninguém me ouve. Ninguém escuta.
Desesperadora e tentadora sensação
Então diga-me de uma vez: O que quer comigo você?
Não tenho absolutamente mais coisa alguma a lhe oferecer
Só o amor, a dor e o ódio
O amor por odiar,
O ódio por doer
E a dor por amar
Então vem
Vem e me abate, me aflige, me entristece
Me mata.
Há muito tempo, uma forma alienada de viver domina nossa sociedade globalmente, tornando-se evidente nas diferentes manifestações do corporativismo ao fascismo, à destruição da arte e do meio ambiente, forçando-nos a nos auto enclausurar numa forma íntima, para nos protegermos do convívio.
A sociedade é constituída sobre como verificar e fazer as coisas objetivamente e colher informações. E nossa cultura valoriza as informações e a ciência permitindo-nos fazer diversas coisas com a tecnologia que nós jamais seríamos capazes de outra maneira.
Crescemos e frequentamos escolas, onde aprendemos informações sobre matemática, ciência e história, mas não recebemos a sabedoria sobre como viver a vida. Nossos pais, professores e amigos interagem conosco e nos dão o que podem, mas ensinar como estarmos presentes em nosso viver, com envolvimento e receptivos, e com capacidade de resposta para a verdade, não é foco da nossa cultura.
Quando respondemos à vida de uma forma livre do nosso condicionamento, o nosso conteúdo criativo gerador de essência, a nossa alma, o gênio dentro de nós, torna-se disponível e emerge.
O tempo passa rápido demais,
e se não aproveitarmos,
não podemos dizer: Fui feliz por viver a vida,a partir do momento que esqueci de viver os problemas.
Jesus estou largando tudo neste mundo, e vou correndo para os teus braços viver verdadeiramente para o Senhor.
O que era para ser já foi.
Não vou ficar chorando o passado, preciso viver o agora.
O tempo é inimigo da gente.
Preciso ver o futuro.
Conquistar novas razões de estar bem comigo.
Esquecer o que me faz mal.
O que me tira a vida.
O que me machuca.
Tudo tem um tempo para ser vivido.
então chegou a hora de dar a volta por cima e seguir em frente, sem medo e sem voltas.
Chega de viver de outonos é hora de viver algumas primaveras. Soterrar algumas dores e, cultivar, cativar e viver alguns amores.
Ser feliz não é só viver cada momento, ser feliz é guardar cada momento e poder lembrar-se deles e saber que nenhum detalhe deveria ser diferente. Em nossa lembrança, todos os momentos felizes são perfeitos!
Dez horas. Hora de viver.
Duas horas. Hora de viver.
É hora de parar de ser mais um no mundo e começar a viver.
Procurar viver cada dia da melhor forma possível é um exercício de sabedoria. Não devemos e nem podemos fugir dos problemas, eles existem e sempre existirão, temos que aprender a (con)viver com as dificuldades. Quando aparecer alguma oportunidade, arrisque. Não seja cúmplice das incertezas. Tome cuidado com o medo, ele adora roubar momentos preciosos de nossas vidas. Acredite em você e cultive os bons pensamentos.
Não posso viver sem você. Eu escovo os cabelos, relutante. Morro um pouco a cada instante que não te encontro.
Se eu pudesse
Se eu pudesse
Viveria acordado para viver um sonho que sempre sonhei
Te amar lentamente, na intensidade de uma chama
E na eternidade do meu amar
Porque para sempre assim será
O verdadeiro amor que tenho para te dar
Não podemos viver preocupados. Quem assim vive não é livre.
Uma pessoa preocupada com o que poderá acontecer ou deixar de acontecer no futuro também não é livre.
Menos livre é estarmos apegados ao passado, às realizações ou insucessos passados.
Para sermos livres de verdade, precisamos ultrapassar nossos medos e condicionamentos culturais. Libertar-nos para sermos nós mesmos: *O nosso verdadeiro "EU" *
Esta é a liberdade que o mundo mais precisa nos tempos de hoje. O livre arbítrio exige uma pessoa com a mente livre, não uma mente condicionada pelos medos e pelos apegos. Saúde e e Paz!
Escrever é foda. Trabalhar é foda. Enfim, viver é foda e mais um pouco. Você senta, imagina e começa a colocar tudo o que vem na mente em prática. É bom também para quem gosta de cuidar da vida dos outros. Quanto mais personagens você cria, de mais "vidas" você cuida. E mesmo que um dia dê na telha e você resolva vender alguma ideia, sempre a gente fica orgulhoso por ver essa ideia sendo produzida, mesmo seu nome nem sendo citado. Como muitos dizem, escrever não é coisa a toa nem tampouco isso. Exige paciência, concentração, memória forte e princialmente criatividade. Desde criança fazer isso é um modo de me sentir bem, mesmo quando dá aquela tristeza, enfim... Deus é escritor, diretor, roteirista nessa novela que é a nossa vida: Ele dá desfecho para cada coisa que a gente faz, dá segunda chance aos seus personagens, que no caso, somos nós, escreve as mais lindas cenas e deixa a gente viver cada um de todos os momentos únicos. E como se não bastasse, é ele quem decide como e quando será o último capítulo dessa novela. Se é que a vida tem um fim. E boa noite!
