Aprendendo a Viver com os Erros
"Quando a arma que mata é a mesma que defende os direitos dos homens e a liberdade de viver, até os anjos choram — mas não julgam"
A poluição do meio ambiente é cruel desumano com meio ambiente.
Quem merece viver no lixo com lixo.
Mentalismo do lixo e realizações notáveis.
Homem come lixo...
O homem é poluição,
E poluição é homem.
Dentro da degradação a reciclagem...
Alguém gritou reciclagem homem...
Assim nasceu intelectual artificial e realizações maravilhosas o homem se dobrou a alienação intelectual pois a máquina comanda pelo homem...
O lixo se tornou dinheiro para o homem seu lixo.
Enquanto meio ambiente sofre o meio digital cresce...
Feudo tecnológico e Feudo humano reis suas ganância sua luxuria em conflitos sociais do homem.
Nas virtudes do nascer lágrimas são o viver...
Na angústia dos sentimentos fragmentados...
Nos níveis mais profundos da alma rebelde...
Somos crianças que acabou de entender que mundo é imensidão...
Inocente é viver a inocência na época certa no senso comum predominate na infância é simplicidade compreensão inata, e quando neste processo evolução precoce, imperadores de suas mentes.
Quem convive no meios mas daqueles que são condenados a viver na fogueira da ignorância.
Vale a pena que ser quem divulgar ou ser que por feitos e realizações...
A motivação para viver vem da necessidade de viver.
E se vive ate morrer...
Pois a vida é a continuação da morte.
Então nascemos ja morrendo...
Canibal e fome de viver.
Existência social labirinto moral
Aonde esteve para viver comendo.
Obras do capitalismo...
Mais canibal tem fome.
A carne está cara
E tendência e ser vegano...
Morrer de fome antes era roer ossos clareza da mente torna se reeleição do relativismo.
A fome foi enganada por um pouco de ração.
Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.
Tantas palavras jogadas ao vento...
Aonde esteve para viver palavras que apenas deixaram de existir.
Eu sempre usei as cartas para expressar meus sentimentos, mas nunca havia me permitido viver a verdade de uma oração sincera. Quando decidi silenciar o papel e falar diretamente com o Pai Jeová, tudo mudou. Encontrei uma paz interior que nunca tinha sentido antes. Hoje, nossa amizade é forte, minha fé é real e eu tenho a certeza mais bonita de todas: o que é de Deus traz paz, e eu finalmente encontrei o meu caminho.
Guardo questões que não se calam...
e mesmo sem respostas, sigo.
Porque viver, ás vezes, é apenas isso:
manter acessa acentelhaque o mundo tenta apagar.
Enfermagem, cuidar sem aplausos, viver sem aumento
A enfermagem grita, mas o eco têm sido o silêncio.
Fomos a linha da frente quando todos recuaram...
E agora, somos a última linha na folha de proventos.
Estamos adoecendo não de vírus, mas de esquecimento.
Cuidamos dos corpos que governam...
Somos as mãos que amparam a vida e acalmam a partida.
Aquelas que trocam fraldas, limpam feridas, e ainda assim
recebem proventos que doem mais doque qualquer ferida.
Enquanto o pais dorme, estamos cuidando dos que respiram
com a ajuda das nossas mãos...
Enquanto as autoridades discursam, estamos trocando curativos,
enxugando lágrimas e sustentando a vida.
Quando a velhice bater á porta dos poderosos...
e a soberba já não servir de abrigo, serão as mãos da enfermagem
que cuidarão das suas feridas, trocarão as suas fraldas frias...
Talvez descubram nesse momento o valor de ser cuidado.
E quando o tempo cobrar a fatura, seremos nós... as mesmas que ignoram...
quem estarão ali, trocando suas fraldas, curando suas feridas...
e mostrando mais uma vez que aprendemos a curar mesmo sem remédios.
Apesar do cansaço, continuamos firmes, mesmo diante de tantas promessas vazias.
Viver a vida com estilo é para uma minoria de privilegiados! Sobreviver com dificuldades é a realidade o povo marginalizado!
A cara acinzentada da tarde
Foi-se embora pra morar
Pra sempre detrás da colina
Viver da neblina, que chora
Pra sorrir no nascer do Sol
Assim que o dia esquenta
Sim, ela se ausenta
Pra de novo vir morar
Bem pertinho de onde moro
Pra sempre por sobre a colina
E quando a manhã se vai
Novamente se apresenta
Sorrindo pra gente
Mostrando a sua cara cinzenta.
Edson Ricardo Paiva.
Certa vez existiu
Alguém que nunca existiu
Quis chorar, mas não chorou
Quis viver e não viveu
Nada leu e nem escreveu
Não teve pais e nem irmãos
Não teve mãos e nem pés
Talvez tenha desejado até
Conquistar uma namorada
Não teve ódio e nem fé
Não teve nada
Ou quase nada
Não bateu, nem apanhou
Não deixou e nem levou
Não viveu e nem viu
Porém
Por alguém que existiu
Ele sentiu
Alguma coisa que deixou
O seu coração dilacerado
Mas isso ninguém viu
E em menos de pouco tempo
tudo aquilo
Estaria pra sempre esquecido
E eternamente perdido.
Pra bem viver a vida
de vez em quando é preciso
Aprender
A enxergar com os ouvidos
Saber dizer com o olhar
e, na maior parte do tempo
Fazer que não viu
e fingir que não ouviu
Fechar os olhos
e assim
Se calar
Viver é amar
Mas amar a quê?
Amar a verdade
Não somente
O conhecimento da verdade
Amar a verdade sobre você
E ter a consciência leve
Compreenda que nem tudo é permitido
A maior verdade da vida
É que a vida é muito breve
Amar ao silêncio
Ouvir a voz do vento entre as folhas
O suave movimento
da aranha que tece a teia
Amar ao emaranhado
da história da sua vida
Enquanto vai sendo tecida
Amar a solidão
Que te faz amar a cada companhia
Amar a luz e a escuridão
Pois cada coisa tem tempo e lugar
Amar ao amor de Deus
Pois só assim se pode ouvir a Deus
Na luz
Na solidão
Na teia que foi tecida
Amar ao tempo que passou
E aprender a não mais lamentar-se
Amar a paz
Aguardar com serenidade
A surpresa que haverá
Ela vem na certeza que há
de um dia, um desenlace
Feliz ou não
Eis aqui toda a importância
de saber amar
A essa vida que não nos pertence
E que há de se apagar como uma vela
Pois um dia
Todo mundo vai ter que prestar as contas
Sobre ela.
Edson Ricardo Paiva.
