Aprendendo a Viver com os Erros

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"O viver carrega densidades, e a maior delas é a lucidez de que somos efêmeros.
Tudo o que é palpável fica; partimos levando apenas o peso e a leveza das nossas ações, eternizadas no tecido da própria consciência e na alma daqueles onde tocamos.
Que saibamos o que semear: se a dor ou o acalento.
E que, na travessia mútua da existência, sejamos a luz a guiar os passos dos nossos irmãos."

"Viver sem ti é um fardo que não ensaiei carregar. Mas se a dor for o pedágio para a minha paz, aceito o pranto agora para florescer melhor amanhã, livre de um sentimento que foge da responsabilidade de ser abrigo.

Amar no vazio não faz sentido.




O amor só se cumpre quando encontra quem queira, de fato, fazer parte do nosso destino.


Isso é reciprocidade: um alinhamento perfeito, como ondas de rádio sintonizadas no mesmo pulsar."

A ansiedade nada mais é que você próprio se cobrando excessivamente em viver ou fazer situações futuras/depois que no fundo você não quer, mas acha que quer no presente por se sentir obrigado pela pressão da sociedade, da família, dos amigos, do mundo.

Quando o conforto te prende de viver, não é conforto, é desconforto.

Estar vivo é uma dádiva; viver é um privilégio.

Quando trabalhar e viver for a mesma coisa, você estará fazendo o que ama.

Essa é a diferença:
Viver fazendo o que ama: Trabalho;
Trabalhando no que não gosta para sobreviver: Escravidão.

Penso com o coração, pois a razão foi programada a viver uma ilusão.

A morte me incentiva a viver.

Evolução é viver tudo o que quer sem se preocupar com o pensamento alheio.

Equilíbrio individual é deixar de lado o excesso e viver apenas o necessário para si.

O que eu quero viver não é o que minha família quer que eu viva, não é o que meus amigos querem que eu viva, não é o que a sociedade quer que eu viva; o que eu quero viver, somente eu quero, somente eu vivo.

Ego, em latim, significa "eu".


Não há como viver sem o ego, pois o ego sou eu.


O ego que não aceito em mim é o "eu" que me recuso ser.

Nada impede de viver o que sente vontade, apenas o medo de arriscar viver o que sente vontade.

Viver é realizar as vontades do próprio sentimento, sem medo de arriscar.

Não reprima o desejo de fazer ou viver aquilo que, no fundo, você sente vontade, seja algo considerado bom ou ruim. Esses desejos não surgem por acaso, eles fazem parte de você, das suas necessidades, da sua essência.

Ignorar ou tentar controlar essas vontades não faz com que desapareçam; ao contrário, elas continuam presentes, voltando de diferentes formas, às vezes mais intensas. É importante atender a essas vontades porque somente quando você as vive elas são realmente resolvidas. Ignorá-las não elimina nada, apenas cria um acúmulo de insatisfação, de frustração, que com o tempo se transforma em arrependimento.


E o arrependimento se torna muito difícil de suportar quando a vida se aproxima do fim e você percebe quantas oportunidades deixou passar, quantas experiências deixou de viver, apenas por medo, dúvidas ou por tentar agradar os outros. Os desejos são sinais claros do que você precisa ou quer viver, parte do seu aprendizado e do seu crescimento pessoal. Viver o que sentimos vontade nos permite, no futuro, olhar para trás com tranquilidade, sem se arrepender de não ter tentado.


Portanto, não se prive de viver o que existe dentro de você. Permita-se experimentar, sentir, errar, aprender e crescer. É melhor enfrentar as consequências de seguir suas vontades do que conviver com o arrependimento de nunca ter tentado. Cada desejo atendido é um passo para ter uma vida com experiências que você realmente viveu e sentiu.

Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.


Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.


A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.

O pensamento é carente de viver;
Quando pensa, você pensa que é só isso;
Quando vive o que pensa, percebe que é muito além disso.

Quem não entende a vida que você quer viver também não vai entender o seu sofrimento por não viver; de qualquer forma, não vão entender, então viva!

O sentido é realizar tudo aquilo que no fundo sente vontade de fazer e viver;


E mesmo que não tenha vontade de nada, é uma vontade que deve buscar realizar.