Aprendendo a Viver
Amar sempre...
Viver é aprender a cada dia uma coisa nova.
Sempre aprendemos de tudo um pouco, às vezes não estamos preparados para as feridas que o mundo nos causa.
Independentemente da forma em que vivemos, devemos sempre levar no coração algo assim:
Amarei sempre meu próximo e serei feliz, pois a recompensa do amor que você dá, não vem dos homens, mas sim de Deus.
Então ame todos e espere de Deus a sua maior Vitória!
Com o tempo a gente aprender a viver só. Veja o sol... Lindo e maravilhoso. Mesmo só, ELE NUNCA DEIXA DE BRILHAR.
É preciso aprender a crescer, viver e ser ‘gente grande’, é preciso aprender abraçar como uma porta fechada, que prende o medo e a incerteza do lado de fora. É preciso aprender ser lugar seguro, onde nada assusta. É preciso saber a hora de abrir esse abraço e deixar que o outro se vá. Porque ele também aprendeu a ser “gente grande”.
Indiscutivelmente temos que aprender a desabrochar sempre, todos os dias nos permitir viver e olhar a vida como uma nova oportunidade e vive-la sem grandes cerimônias. O importante é deixar-se livre e perceber que a grandeza do amor é bem mais simples do que se imagina.
Aprender a viver nas adversidades é mais que uma arte, é regra de sobreviviência.
Sentimentos que não suplantam momentos difíceis não são legítimos. Constituem meras alegorias daquilo que se desejava que fosse, mas que nunca foi."
Ter somente o necessário, aprender a viver com o simples, com o pouco e suficiente e, ainda assim, compartilhar a vida por inteiro.
A beleza de viver e a capacidade de crescer aprender e ajudar, estão diretamente ligadas ao exercício diário de nutrirmos bons sentimentos ao próximo, somente gerados por um bom coração.
Alexandre Castro.
Com os erros dos outros aprendemos a viver a vida, com os nossos próprios erros sempre aperfeiçoamos algo em nós,
assim seguimos em frente, aprendendo sempre a viver a vida e consertando os erros que cometemos!
Quando aprendermos a viver na ilustre presença do nosso próprio eu, aí sim poderemos viver em harmonia com os demais.
Penso que, mais do que vivermos conforme as nossas escolhas, todos nós necessitamos compreender as nuances das nossas renúncias.
