Aprende que ser Flexivel
Dominador
Quero me entregar sem demora...Totalmente sem pudor ...Quero ser sua... Não vou mais resistir a tentação de está nos seus braços e me sentir totalmente indefesa...atraída pela sua sedução irresistível... Quero me entregar a luxúria da sua dominação...Perversão...Doce pecado que me desatina os sentidos...E sem demora me redimir perante a sua presença meu Dono💕LadyRed
A verdadeira liberdade
Não consiste em poder ir
Muito menos querer ficar
Ser livre
é algo um tanto mais profundo
e muitos passos mais
À frente
É conhecer a verdade
como algo que ocorre
corriqueiramente
deixar a janela aberta
sem medo
viver num mundo
onde todos tenham
Conhecido a palavra certa
o mais básico segredo:
Aquele que diz
Que só conhecendo a verdade
A gente finalmente
Se liberta
Um dia a gente promete
Promete pra gente mesmo
Que com a gente
Vai ser tudo diferente
E que vai mudar muita coisa
Um dia a gente percebe
descontente
Que este mundo engana a gente
A uns menos, a outros mais
E por mais que a gente tente
A vida condena a gente
à mesma sina que nossos pais
A natureza da vida
Os caminhos do Mundo
A mesma chuva caindo
E roupa secando no varal
Muita coisa muda
e no final a gente percebe
Que o tempo mudou tanto a gente
Pra depois finalmente
A gente constatar
Que pra bem ou pra mal
Não há nada diferente
e tudo aquilo que fizemos
Acabou deixando a gente
Muito igual
Pode ser que aconteça
De um dia a gente conseguir
Firmar os nossos pés
Naquele lugar
Onde queremos chegar
Eu desejo demais
Que a vida nos dê essa chance
Ao calor do meio-dia
Há sempre excesso de energia
O calar da madrugada
Sempre se assemelha
Ao findar da centelha de vida
Já não tenho mais
Tanto tempo assim
Não consigo nem pensar
O que será de mim
Caso as asas do tempo me alcancem
Há sempre histórias sem fim
Enfim, é pouco
O que vou deixar ao mundo
Nem todas as coisas bonitas
Que deviam acontecer
Estão escritas
Eu só escrevo as que consigo
Preciso antes dizer
Que aquele sorriso
Que um dia me conquistou
Carrego sempre comigo
A todo lugar onde vou
Tem sido o meu Céu e meu chão
Minha única esperança
E será também a última lembrança
Que um dia haverei de carregar
No lugar reservado
às lembranças felizes
Que eu trago aqui no coração
Chega a ser triste
Que tanta gente distante
Seja presença constante
No coração da gente
E a gente
de coração transbordante
Tentando fazer um ninho
Nos corações daqueles
Que estão a um passo da gente
Porque será
Que aqueles que nem ligam pra gente
Nos momentos
em que a gente mais precisa
São sempre os mesmos
Que precisam da gente
Quando finalmente
A gente está tão distante
Parece que o amor
É uma semente de mostarda
Que muito tarda a crescer
Por que será
Que a gente tanto reclama, descontente
da rotina e pasmaceira
Que às vezes a vida apresenta
E depois percebe
Mais descontente ainda
Que a vida já correu
Passou-se, quase que inteira
E a gente não teve tempo
Pra quase nada
O tempo correu
E a gente não está mais lá
E também nunca esteve aqui
A gente nunca está onde precisa
E nos lugares onde está
Ninguém precisa da gente
Por que será
Que naqueles momentos
Em que nos sentíamos
tão perdidos
Na verdade, foram os únicos momentos
Em que a gente realmente
Sabia onde estava?
Edson Ricardo Paiva
Pode ser
Que eu saia desta vida
de alma ainda pura
e com o corpo
Completamente quebrado
Se for assim
Creio eu
Que terei logrado
Morrer como queria
Portanto
Não me culpem
das expectativas malogradas
Criadas em meu redor
Cada um tem a própria vida
E não se pode viver duas
Eu sou responsável
Somente pelas minhas palavras
e não pelas suas
Cada um de nós
Vai criando seus próprios problemas
Na medida em que não atenta
Para os sinais tão claros
Às vezes gritantes
Com os quais o mundo acena
todo dia
Eu só faço aquilo que posso
Pra quem deseja um pouco mais
Eu só posso pedir
Que me deixe morrer em paz
Edson Ricardo Paiva
Calma.
Eu não quero ser
Não pretendo ser
Não sou e não serei jamais
Alguém que muito mente
Como se vê, tão comumente
Eu quero ser somente
Alguém que espalhe sementes
Sempre de paz
Como pouca gente faz
O que eu queria ver
Era alguém sinta prazer
Em me ouvir
Quando eu disser o que digo
Não ligo pro ouro do mundo
Minha busca é
e sempre foi
Por algo que está mais profundo
E cujo brilho
Nada ofusca
Eu quero encontrar a calma
Que se esconde
Na escuridão dos sonhos
Na hora em que a alma se expande
e tudo se acalma
Este mundo não é assim
Tão grande
A ponto de esconder eternamente
Algo que não está perdido
A gente só não sabe
Ou pensa não saber
O lugar certo de procurar
Aquilo que cabe aqui, bem perto
Se não estiver agora
Será somente porque
Ainda não é a hora
Eu quero ser aquele
Que te ajuda a encontrar
Aquilo que comumente
A gente sente
Vontade de sentir
Sem saber bem ao certo o que é
Mas pressente ser melhor
Que essa dor que a gente sente
Tão comumente
Edson Ricardo Paiva
A maior liberdade que existe
Talvez seja a nossa escolha
em ser feliz ou ser triste
A tristeza pode ser bela
Assim como o maior brilho
Não é e nem jamais será
O brilho de nenhuma estrela
O mundo vai te julgar
Te analisar
Não há como evitar
Mas não aceite jamais
Que a opinião alheia
Te mude
Sem que tenha caminhado
Ao seu lado
Escrito as mesmas páginas
e chorado as mesmas lágrimas
e visto os mesmos fantasmas
Que tu mesmo viste
Este mundo
Às vezes pode ser rude
E tentar determinar
Os caminhos que você deve trilhar
Te cobrar atitudes
Que este mundo
Tão parco de virtudes
Nem mesmo as tem
Sejas tu
O andarilho do teu chão
e tenha sempre em mente
Que o maior brilho existente
É sempre aquele
Que reluz na escuridão
Edson Ricardo Paiva
A nossa felicidade
Pode perfeitamente
Ser classificada
Na categoria
Onde se encontra
A Concretude do Abstrato
Enquanto tanta coisa
Que temos como concreta
É impossível que seja
Elas não podem existir de fato
Aquilo é somente
Retrato de coisa ruim
Que trazemos de lembrança
Em nossas mentes
Resultante
De alguma viagem malfeita
Tanto pra você, quanto pra mim
Mas não sabíamos o que era
E por isso
A guardamos com a gente
Enquanto de passagem
Nós a colocamos
Em algum lugar da bagagem
Que carregamos
Na ligeira viagem
Que fazemos neste mundo
Onde
Simples segundos
Podem valer por uma vida
Enquanto anos e anos
Serão pra sempre relembrados
Como parte
Da parte que foi perdida
E um dia será esquecida
Quiçá, resumida
Quando relembrarmos
Num futuro muito distante
A Parte Bonita da história
Que começa a ser escrita.
Edson Ricardo Paiva
A vida
pode ser
Cheia de surpresas
Tem dias em que a vida
Se assemelha a uma roleta
Onde a gente somente
Vai percebendo
o quanto se perde
Por depositar a própria confiança
Naquilo que vai ocorrer a esmo
Porém dias há
Em que tudo muda
e o destino, simplesmente
resolve oferecer ajuda
Como se houvesse um desmo
Entre nós
E todas as forças
Que regem todos os Universos
Os versos escritos por mim mesmo
Ficaram bonitos no final do dia
Sorri para nós
A cara colorida da alegria
A vida muda
Deus oferece ajuda
Mesmo que a vida
Realmente
Não seja simplesmente poesia
Apesar de as palavras nela escritas
Atenuarem e transformarem
Até mesmo lágrimas
Em bonitas gotas de tristeza
Toda tristeza um dia
haverá de ter um fim
Portanto
Não precisa confiar em ser sozinho
Tampouco confiar em mim
Mas podemos sim
Transformar nossos fracassos
num grande sucesso
E se eu puder pedir-te algo
Te peço
Que confie em nós
A chuva vai cair e vai passar
Toda escuridão também tem fim
E nunca mais haveremos
de ficar assim...tão sós.
Edson Ricardo Paiva
Amanhã
Eu vou poder caminhar
Pra onde quer que eu queira ir
Eu vou ser como sempre quis
E ser quem eu mesmo queira ser
dai então
descobrir quem eu sou
E nunca mais vou precisar
Ser quem o vento levou
Mas serei quem sempre esteve aqui
em cada verão e cada primavera
Porém, na verdade
Nunca pode ser quem era
Sou aquele que o tempo transformou
Mas sempre permaneceu
O mesmo
Este sou eu
E apesar do cinismo da vida
Jamais se adaptou a isso
Pois eu sei
Que ainda gosto de dançar na chuva
E sou criança
e tenho medo de escuro
E ao mesmo tempo
O Mesmo
E mesmo que nada se mova
Se renova a cada dia
E preserva a alegria guardada
E continua sendo
Quem tanto queria
Aquele que não quer ser nada
Nada além daquele cara
Que ri de alegria
Ao final de cada dia
todo dia
Edson Ricardo Paiva.
Tem dias que a vida da gente
Parece simplesmente
Missão de ser ajudante
e a gente vai cumprindo a vida
Como a cumprir expediente
Construindo coisa importante
Sabendo que a gente mesmo
Não tem importância nenhuma
E permanece nos lugares
o tempo suficiente
Pra que aquilo seja feito
Mas que, após cuncluido
Sabe que vai ser
Esquecido
Não tem jeito
E no dia seguinte
Começa novamente
A fazer tudo aquilo
Qua a vida ensinou
A fazer sempre completo
Concreto e perfeitamente
sabendo que no final
Vai ser igual
E não vai poder ficar
Pra olhar por um mínimo instante
E lá se vão
Esses seres desimportantes
Seguindo adiante na sua jornada
Esperando
Um dia feliz,
Um olhar que me reconheça
A mão carinhosa
Uma cara ansiosa
Me esperando no portão.
Uma noite de Lua
Ama boa conversa
debaixo de um Céu de estrelas
E pares de olhos
e olhares sinceros
Sinceramente enlevados
Tudo aquilo que passou
A gente esquece e deixa de lado
Assim que adormece
A vida passa finalmente
a ter um sentido
As palavras ressentidas
Aquele mal que existiu por muito tempo
em todas as nossas vidas
Não haverão de encontrar espaço
Nunca mais
Apenas um milhão de abraços
Atmosfera de paz
Fortalecendo esses laços
E tudo que aqui não tiver
A gente vai juntos buscar
E aquilo que lá não houver
Basta me dizer que quer
E juntos a gente faz.
Edson Ricardo Paiva.
Pode ser que amanhã
Não seja.
Olhe ao seu redor
Olhe pra si mesmo e veja
Encare as coisas simplesmente
Como algo que criaste;
Um fruto da sua mente
Bolhas de sabão flutuando no ar
Um chão bem leve
Que te leve a algum lugar
Castelos de areia
Dores, amores, vida, desilusão
Pode ser que na verdade
Essas coisas que não se vê
Sejam a única realidade da existência
Num mundo que existe não
Imagine o que seria, então
Se a gente desistisse
de tornar esse curto espaço de tempo
Em algo um pouco mais bonito
Não importa, se existe ou não.
As coisas ...jamais elas são
Do jeito que você vê,
Da maneira que eu acredito
Existe sempre
Uma terceira
Talvez
Uma énesima opção
Todas elas
Um dia vão expirar
Procure respirar
A esse ar, que na verdade não existe
Pode ser que amanhã
Eu não esteja mais aqui
Me ajude, então
A viver a verdade que ilude
da vida que eu escolhi
Escolha também a sua
Pois um dia
As folhas caem
As cores desaparecem
As Estrelas vão se apagar
Mas nem por isso nada fica
Essa vida imaginária
Nos envia sinais
Que não haverá noutro tempo
dias iguais a esses
As coisas mudam de lugar
A todo instante
Coloque perto de si mesmo
As coisas das quais precisa agora
E não se apegue muito a nada
Uma leve brisa
Leva tudo embora
E o coração, dasapercebido, chora
Aproveita o dia
Como se fosse o único
Assim como singular
É essa vida
Eterna, invisível, linda e sofrida
Repleta de momentos
Rodeados de alegria
passageiras como um pão
Não deixe que elas se vão
Sem vivê-las
E sem ser feliz
Posto isso,
Aceite e procure
As coisas nas quais acredita
Essa maneira bonita
de transformar o que não existia
Numa coisa simples
Pequena e serena
Mas pela qual vale a pena
Aceitar que realmente estão lá
Pois um dia a gente vai deixa-las
E nunca terá certeza
Se realmente as viveu.
Edson Ricardo Paiva.
Viver
Pode não ser
Algo que faça bem
Morrer
Pode ser que não seja
Algo que nos ameace
Nem tudo
Está sempre ao nosso alcance
Além da simples ilusão
Contudo
Simplesmente não me iludo
Com vida
esperança guardada
ou nada assim
Eu trago sempre escondido em mim
Um triste sorriso
de despedida
Pode ser
Que seja usado
ou não
Pode ser
que nem não chegue a dar
Aquele aperto de mão
que ninguém usa
Quando chega o fim da vida
Assim como chorei
No dia em que
de certa forma
desembarquei neste mundo
Adentrei a essa história
Inglória
e sem regras a ser seguidas
Ou a gente se entrega à ela
Senão não se entrega a nada
E pede a Deus
Perdão pelos grandes rasgos
e imensos estragos
Causados ao coração e à alma
Não existe nenhuma norma
Nem foi escrita
A forma mais bonita
de fazer ou desfazer
A aquilo que não fizemos
de fato
Talvez
O perfeito formato
Seja o ato
de somente sobreviver
e depois deixar escrito
Um simples relato
Mentiroso e bonito
a ser lembrado
Edson Ricardo Paiva.
Bom mesmo deve ser
Não ser e nem existir
Havendo assim
A alegria de ser o imenso nada
Cada qual sem outro igual
Sem história
Memória
Alma à venda
Condenada
Perdida ou achada
Bom mesmo deve ser
Não ser
Aquele que não sabe
Melhor ainda deve ser
Ser
Aquele que de nada quer saber
Saber do nada
Cada qual assim
Nem bom
Nem mal
Melhor
Pior
Igual
E mais nada
Além do nada
Que somos
Perdidos no espaço
Tempo e vida
Bom mesmo seria
Ter sido
Aquilo que a vida
Jamais permitiu que fôssemos
Por que será
Que cada coisa
Precisou ser assim ?
Bom mesmo seria
Que no lugar
Dessas falsas alegrias
Vividas nesta vida sem sentido
Que a vida
Não tivesse trazido nada
E o tempo não tivesse
Traduzido
Tanto
Nisto
Nisto tudo
Que por enquanto
Não passou de nada
Bom mesmo seria
Que o tempo, o espaço e a vida
Não tivessem traduzido
Tudo isso do qual não se esquece
Que bom seria
Se não tivesse havido
Nada
Edson Ricardo Paiva.
Pode ser que lá distante
Nem por isso tão longe assim
Pode ser que seja perto
Nem por isso diante de mim
Pode ser que em outra cidade
Seja algo que não se sabe
Mas somente desconhecemos
Até que nos contem
Pode ser em lugar distante
Porém, não assim...tão longe
Ou quem sabe
A gente até que conheça
A notícia de amanhã
de coisa ocorrida ontem
Assim vai passando a vida
A vida passando assim
A chuva que pode ser
Mas também pode ser que não chova
E pode ser que chova assim
Pode ser que a chuva nem caia
Pode ser que chova, sim
Porém, pode ser que não chova
Quem sabe ela caia em mim
Pode ser que a chuva desabe
Não nos cabe saber tanto assim
Pode ser que a chuva nem chova
Pode ser que me molhe, sim.
Edson Ricardo Paiva
Foge
pode ser que hoje chova
pode ser que chova, sim
também pode ser que nem chova
não nos cabe saber tanto assim
quem sabe
talvez hoje chova
e a chuva até molhe em mim
pode ser que a chuva desabe
talvez até chova, sim
pode ser que nada se mova
e talvez a chuva nem venha
mas não tenha certeza assim
Porém, pode ser que chova
olhe pro Céu, enxergue assim
enfim
se chove ou não chove
a vida se move assim
Edson Ricardo Paiva
Creio não ser bom sonhador
Apesar de ter sonhado algumas vezes
Isso me fez apenas parecido
Com outros que sonharam
E tantos que ainda sonham
Mas a semelhança com eles
não passa disso
Sonhei sem sonhar concreto
Incluindo em meus sonhos
A quem estivesse na lista
dos pronomes pessoais do caso reto
Sonhei dividir conquistas
Enquanto outros sonhavam sozinhos
Sonharam melhor e sonharam perfeito
Meus sonhos foram à esmo
Qualquer coisa além disso
São falácias e aforismos
Por outro lado
Apesar de não saber sonhar
de uma coisa eu sei
Sei que nunca fui bom em nada
Pois vivo num Mundo
Em que todo mundo é bom em algo
Enquanto alguns são bons em tudo
Eu consigo ser razoável
Em ser ruim
Por mim eu creio que basta
Perante tão vastas grandezas e talentos...
Me contento com a pouca beleza
E talvez curtos momentos de alegria
Que minh'alma singela
Porventura possa dividir
Botando cores nos dias
E pedindo a quem me ouça
Que coloque uma flor na janela
Abra sua bolsa
e dedique algumas moedas
À alguma fome que encontrar na rua
E que sonhem um pouco menos
Pra si mesmos
Pratiquem desprendimento
dividindo com a vida
Nem que seja
Um simples sorriso
Que alguém certamente precisa
Nunca fui bom sonhador
Acredito que nem sonho é
Tento não manchar ainda mais o mundo
Tão repleto de egoísmo
E é este o meu compromisso
Mas não sou muito bom com palavras
Portanto, eu não sei
Que nome se dá a isso.
Edson Ricardo Paiva
Uma folha de papel
Que se perdeu no tempo
Que talvez, pode ser
Nela houvesse uma frase bonita
Algo que se desconhece
E que nunca vai saber
O que é que estava escrito
Uma bolha de sabão
Que o vento leva
Passou bem pertinho das mãos
Passarinho que voou
Esse mundo não possui grades, nem paredes
Que sejam fortes o suficiente
de maneira a manter eternamente nada
Nem distante
E nem perto da gente
De certa forma, alguém em algum lugar
Conhece e sabe
A quantidade de alegria
Que queríamos viver
No decorrer do dia a dia
E não nos cabe
Alguma coisa não dá certo
É sempre assim
Algo foge ao controle
Talvez seja
Porque o mundo dá voltas
As águas do Oceano
Constantemente se revoltam
Areia de Mar
Ar de deserto
Por certo, nunca os saberemos
Não temos como saber
e nem sabê-las
E assim a noite se vai
Levando consigo lembranças
de antigos amigos
O brilhar das Estrelas
Coisas tolas
Vontades quase que nulas
Grades
Sem força bastante
E no instante seguinte
Está distante
O que andou bem diante dos olhos
E que sempre foi igual
Parece ser igual
de uma maneira diferente
A vontade da gente
Nem sempre é uma verdade
Nem tampouco
Vontade da vida.
Edson Ricardo Paiva.
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