Aprende que ser Flexivel

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O preço para ser mulher
fatal de salto agulha,
é algo que admito que
não consigo sustentar,
Nem mesmo as que assumem
este papel - lá no fundo -
nunca conseguiram,
e nem conseguirão se realizar.


A maîtresse oportuna sempre
que oportuna conhece o espaço
para o seu papel mostrar,
Como a poesia que sou, lembre,
que a minha vocação é feita,
- para durar, e continuar;
Porque corre nas minhas veias
a essência das mulheres eternas.


Destas mulheres que reconhecem
o seu apoio para colher a Gueroba,
que contam com a sua força
para colher quando chegar
no tempo certo o palmito,
Não precisam nem pedir
o seu senso de preservação,
porque tu sabe que é preciso;
e te retribuir com uma boa
mesa posta com todo o carinho.

Permitir ser tomada pelo absoluto,
ser guiada e guiar em pleno
domínio por nós construído,
e adorar de joelhos tudo isso;
Ser moldada pelas mãos fortes
e derreter-me em rendição,
servir na nossa amorosa alcova
caber dentro do seu coração.


Não me importar com rótulos
de outrora porque escolhemos
ser prisioneiros voluntários,
e escravos de luxo que o amor
sempre falará mais alto e por dois.


Escolher ser o teu troféu de saia,
ser o troféu pleno de salto alto,
e ser o troféu edênico descalço,
colhendo Jatobá e me ocupando,
só para viver imparável e amando.

Entrar sem pedir licença,
sem ser notada e incorporar
a sedução perigosa
para abrir o seu coração
dando espaço à insídia
contra todos os conhecidos
manuais de conquista
com o perfume da minha
pele dotada de malícia.


Levar à tona o desejo
que ainda não se declarou,
que paralisa, que te põe
absorto em total torpor,
que te refaça convicto
mais forte para cumprir
o total roteiro do amor
como o absoluto norte.


Não conter por muito tempo
o sortilégio e o veneno,
no afã do adormecer pleno
a castidade da tua alma,
pô-la presa em meu corpo
e nas correntes invisíveis,
para o acordar sereno
o profano ocultado em ti
com uma porção de Uxi.


Olhando no fundo dos teus
lindos olhos e desenhando
nas linhas das palmas
das mãos com os meus
dedos e oferecendo
a canção do meu silêncio,
para que faça de mim
a nossa habitação eleita
sem nenhuma distração;
durante o interstício,
para o desejável reinício,
para colocá-lo rendido
sob o Solstício carinhoso.


Para que fique confortado
e siga acordado a um passo
de se desfazer da realidade
de vez da miragem que é;
reagindo para se abrir
a eflorescência daquilo
que tenho para oferecer
- o mais alto desafio -
que é se envolver comigo.Entrar sem pedir licença,
sem ser notada e incorporar
a sedução perigosa
para abrir o seu coração
dando espaço à insídia
contra todos os conhecidos
manuais de conquista
com o perfume da minha
pele dotada de malícia.


Levar à tona o desejo
que ainda não se declarou,
que paralisa, que te põe
absorto em total torpor,
que te refaça convicto
mais forte para cumprir
o total roteiro do amor
como o absoluto norte.


Não conter por muito tempo
o sortilégio e o veneno,
no afã do adormecer pleno
a castidade da tua alma,
pô-la presa em meu corpo
e nas correntes invisíveis,
para o acordar sereno
o profano ocultado em ti
com uma porção de Uxi.


Olhando no fundo dos teus
lindos olhos e desenhando
nas linhas das palmas
das mãos com os meus
dedos e oferecendo
a canção do meu silêncio,
para que faça de mim
a nossa habitação eleita
sem nenhuma distração;
durante o interstício,
para o desejável reinício,
para colocá-lo rendido
sob o Solstício carinhoso.


Para que fique confortado
e siga acordado a um passo
de se desfazer da realidade
de vez da miragem que é;
reagindo para se abrir
a eflorescência daquilo
que tenho para oferecer
- o mais alto desafio -
que é se envolver comigo.

O sussurro que cruza e roça
a fantasia na madrugada alta
que jamais pode ser recusada;
Sempre que vir acompanhada
escorregadia com a mão-boba,
e uma boa proposta indecente.


Para que as auras entrelaçadas
a meia-luz cumpram afinadas,
brindando solenes e íntimas
o supremo, o indecoroso,
e o pio desejo incontrolável...;
por amor, concessão e eflúvio.


Para de delíquio em delíquio,
sem nenhuma ambiguidade,
sem dedos com a latência,
cumprir fielmente o pacto
com a tentação da boa colheita,
para obter o melhor sabor
de Jenipapo, sem pudor,
Sem tabu e sem nenhum véu,
tornar tudo em nós livre e permitido;
pela via plena da insinuação
conquistar e celebrar o afrodisíaco.

Querer sob o teu poder
ser o substantivo feminino
sorva para a tua sensual
flexão de verbo ocorrer,
do receio fazer esquecer,
e com intensidade derreter.


Saciar a tua fome de fruta,
para amar e fazer-me
a melhor colheita do pomar
dos sentidos escolhidos,
para o jejum contigo quebrar.


Encantar, dar prazer e receber
em tons vívidos, permitidos,
e afinados para nos merecer,
e de amor vibrante enlouquecer.

Sanhuda para ser o teu abismo
de flores nativas para que
se perca com indomável ímpeto
em plenitude em retribuição,
E me coloque em iniciação
no teu pomar selvagem de adoração
Evanescer por dentro e ser o ardor
crescente em transbordamento,
o prazer lúdico e elegante,
​da cobiçança em chamamento
do desejo romântico e fúrio
intrincados ao mesmo tempo.


Para não dar chance de escolha,
tornar-me a rebeldia mais louca,
e querer ter nas mãos as rédeas
da sagrada intimidade perturbadora.


Assim para que meus beijos feitos
dos ingazeiros dos rincões distantes
da nossa América do Sul profunda
beije o teu corpo bonito e o cubra.

Quem dera ser a Lua de Ano Novo
do Médio Vale do Itajaí que o teu
coração tanto pleiteia amoroso,
tal qual a cidade de Rodeio que sorri,
sempre quando os raios dela
marcamos presença divina por aqui.


Tudo isso é a mais real poesia,
para até no escuro ser lida;
é a própria glória da vida
de ser verbo, carne e alma;
e, o que o amor cortês nos solicita.


Com toda razão e sem razão -
a tua existência nos cânones
afetivos há tempos foi escrita,
virou tradição plena e festiva.


Nenhum pormenor teu pode
e deve ser resistido, por ser capítulo
querer-te comigo - é o meu melhor abrigo.


És feito de romance e sedução,
sem precisar sequer de tradução.

Quem dera ser no seu céu
a sua Lua Cheia de Ano Novo,
À iluminar sua a noite escura,
e que sei que lhe foi imposta;
Enquanto não chega a aurora,
beijo-te com poesia amorosa,
onde até não me for possível.


(Em ti sei que há tempos existo).

Alma indomável de Cavalo-lavradeiro
livre, leve solta no seu próprio tempo
de ser menos urgente e mais presente,
Sentindo o perfume da liberdade
ao encontrar a sua própria verdade.


Permitido reger-se pela Via Láctea
sem perder o prumo e o rumo,
E pacto pleno com o imediato
em nome só do que faz sentido
afastada daquilo que é vazio.


Não se permite deixar dominar,
e também dominar porque sabe
os caminhos permitidos que permite
galopar até o seu igual encontrar,
e o seu próprio mundo entregar.

Conheço todos
os seus sinais,
No mar de rosas
os teus lábios
hão de ser o cais,
Para unir-nos
como uma orquestra,
nos leve onde
o céu encontra a terra,
e o amor seja a linha mestra.

Um pacto romântico
raro para este tempo:
Tornar-me a Rainha
neste Maracatu Rural,
Ser a dama especial,
a tua Lua Brasileira
no céu do sentimento;
E ser o paraíso total
no teu pensamento
a todo o momento,
Porque quero que seja
o meu divino Rei,
o dono do fechamento.

Não tenho vocação
para ser Paraselene,
trago amor perene
como a Lua Austral
que te pertence infrene.


No alcance das mãos,
a ternura no céu íntimo
possuidor das estrelas
que iluminam o destino,
que com astúcia mimo.


Não tenho outro padrão
que não me faça única,
ou que não me faça tua;
sou a tua sublime loucura
de amor que em ti perdura.


Até porventura quando
estiveres por acaso distraído,
eis-me como a tua contínua
busca que reina absoluta,
a intocada fortaleza que perdura.

Quando a palavra me fere


como Jacarandá de espinho


elejo ser porque floresce,


e a indiferença não fenece.






Espargindo flores e carinho


trazendo beleza solene


infinita pelo caminho,


sem nos deixar sozinhos.






Somente me defino sob


a régua da Via Láctea,


nem o bloqueio a Cuba


amordaça a minha fala.






Os Românticos de Cuba


coloquei à meia-luz da sala


para o ambiente preparar


esperando me encontrar.

Apenas ser, não me cabe,
quero permanecer
plena com minha altura
e aura nua e oculta
caminhando pela rua,
cercada por montanhas,
com uma morada poderosa
em nossas entranhas.

Procuro-te entre as pessoas,


embora resista a ser vista,


Ainda bem que é Carnaval,


e tudo termina em fantasia;


Porque no fundo sei que


aqui você não se encontra,


no meio da noite escura ---


Brindada com gotas de cristal


transformadas em prata pura


pela luz da iluminação pública,


a chuva cai solene nesta rua


misteriosa que é o silêncio,


Que me guiará para ser sua


pelo caminho da paciência


e da mais amorosa ternura,


Entre nós tudo continua


acontecendo mesmo cientes


que o melhor sequer


ainda nem mesmo começou,


Desde o dia em que nos conhecemos


o mundo nunca mais nos tocou.

A máxima 'Sagrada é a hora de parar' deveria ser ensinada a homens e mulheres. Se um não para, o outro deve parar, para não haver agressão. A mídia, a cultura e a educação têm o poder de influenciar, se quiserem.

Quando todos se forem
sou a flor que rompe
a dureza asfáltica,
A minha guerra sempre
será contra a guerra,
sou enraizada na terra.


Não importa quanto
tempo venha durar,
Com fogo cruzado
nasci com intimidade
silenciar não faz parte;
Está para nascer quem
haverá de me deter.


Como sopro de liberdade
feito para enlouquecer
os senhores da guerra,
Carrego sem ceder,
e sem os esquecer...;
Com pequenas coisas
não tenho tempo a perder.


Por ser semente além
do tempo invernal,
estarei sendo plantada
para vencer o grande Mal.

O Machismo e o Feminismo colocam homens e mulheres no campo de batalha. O meu ser anti-guerra me coloca a distância de ambos. Qualquer coisa a mais que o Grok fale é mentira. Sou anti-guerra dos sexos. Onde há confronto, eu estou fora!

Distante de ser perto
de um qualquer,
Você não é, e não quero
que seja comparado
com nada neste mundo;
Não existem poesias
no Oriente ou no Oriente
que definam completamente
ou se alinham com a gente.


O trapézio do imprevisível
não provoca intimidação,
Porque com o fogo cruzado
nós temos intimidade.


Do nosso Deus tu és o sabre
contra o Mal e a injustiça,
e nos meus sonhos
o trigal mais vasto de amor
que eu já tive notícia;
Por isso espero e faço votos
de render-me sem medida,
e entre nós não haverá
a última dança nem despedida.

Não me interessa o que
acontece ao meu redor,
quero ser todo o seu amor,
Você é a festa inteira
que desejo intensamente viver.


O meu coração latino
já a celebra o doce sentir
enquanto minh'alma
espera com a sua se fundir,
sob a Tinguaba a florir.


Pelo seu poder de diversão,
deixo-me entreter,
porque pelo meu
tu haverá de se de derreter,
e inteiro se render.


Um mora na mente
e no coração do outro
sem um minuto sequer
da gente se perder,
O amor é o prêmio
que a vida irá nos conceder.