Aprende que ser Flexivel
Escrita e Sentido
Pode ser que alguém
lá fora, longe de ti,
precise adentrar-se na tua escritura
e emergir nas mensagens
que dela brotam,
como quem busca ar
no fundo de si
e encontra, nas tuas palavras,
um sopro de sentido
para continuar...
✍©️@MiriamDaCosta
27 de Janeiro 🌎 Dia Internacional da Memória
A memória não pode ser seletiva!
Hoje o mundo lembra o Holocausto.
E deve lembrar!
Porque esquecer é abrir as portas para que o horror se repita.
Mas a memória que escolhe quem merece luto
não é memória, é conveniência.
Enquanto há um dia internacional para recordar o extermínio de um povo,
outro segue sendo exterminado ao vivo,
sob bombardeios normalizados,
ocupação prolongada,
cerco, fome, deslocamento forçado
e silêncio diplomático.
O povo palestino não morreu em livros de história. Morre agora.
Diante das câmeras.
Diante dos acordos.
Diante dos vetos.
Não há um dia oficial para lembrar Gaza,
nem para as crianças soterradas,
nem para as casas apagadas do mapa,
nem para um território invadido
com o carimbo da “autodefesa”
e o financiamento das grandes potências.
Se “nunca mais” não vale para todos,
não é um princípio,
é um privilégio.
A memória verdadeira
não serve para consolar consciências,
serve para impedir novos crimes.
E quando a dor de uns é reconhecida
enquanto a de outros é relativizada,
o mundo falha de novo.
Que o dia em memória das vítimas
não seja apenas um ritual do passado,
mas um espelho incômodo do presente.
Porque a história
não absolve o silêncio,
os olhos tapados
e as mãos encharcadas de sangue.
✍©️@MiriamDaCosta
A gentileza, o respeito e as boas maneiras
nascem onde a alma aprendeu
a ser elegante.
Não se impõem, revelam-se.
O mundo, exausto de ruídos e atropelos,
carece dessa elegância silenciosa
que não humilha, não grita, não fere.
Essas prerrogativas
são luxos raros
de almas que recusaram
a brutalidade cotidiana.
O mundo, rude e vaidoso,
confunde grosseria com força,
arrogância com poder,
e dessangra-se lentamente
por absoluta falta de elegância.
✍©️@MiriamDaCosta
Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.
A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.
Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.
A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.
Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.
Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.
Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?
A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.
Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.
No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.
A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.
Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.
Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.
A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta
Ser mulher,
ser homem,
ser hétero,
ser homossexual,
ser bissexual,
ser transgênero,
ser o que for...
todo dia nasce um novo termo
para tentar nomear
o que sempre foi
vida pulsando...
Não me interesso
pela intimidade do outro,
não me ocupo
com o rótulo que veste
ou com o nome que escolhe
para si.
Interesso-me pelo humano
antes da etiqueta,
antes da sigla,
antes da vitrine.
Interesso-me pelo caráter,
pelo respeito (por si mesmo
e pelo outro),
pela decência,
pela capacidade de não ferir
só porque se pode
ou se quer...
Mais humanidade,
mais silêncio
e mais discrição
(quando for preciso),
mais escuta
e mais civilidade.
Mais intimidade e sexualidade
sendo íntima, pessoal e reservada.
Seria pedir demais
que a convivência não fosse
um campo de guerra
entre identidades?!...
Sem deboche,
sem hipocrisia.
sem provocação performática
de lado a lado.
Existir
e deixar existir.
E isso, no fim,
é o mínimo ético
de qualquer sociedade
que se diga
humana, né?!
✍©️@MiriamDaCosta
A laicidade do Estado Brasileiro
deve ser defendida com unhas e dentes,
ou a nossa Constituição acabará desunhada e desdentada.
✍©️@MiriamDaCosta
Deve ser porque
talvez…
a vida seja,
simplesmente,
essa trajetória audaciosa
que me empurra para além das margens
que me desafia a romper o contorno
que me recusa o raso.
Talvez seja isso:
um chamado constante
para atravessar os limites
que eu mesma desenho
com receio e desejo.
Ir além
não como fuga,
mas como expansão.
Muito além
do que me ensinaram,
do que esperavam,
do que tentaram podar.
Porque há em mim
essa fome de horizonte,
essa sede de infinito,
essa inquietação
que não se aquieta
com migalhas de mundo.
E se a vida é travessia,
que seja ousada,
que seja vertigem,
que seja salto.
Porque ficar
nunca foi o meu verbo.
✍©️@MiriamDaCosta
O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.
Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.
E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,
um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.
✍©️@MiriamDaCosta
O ser humano
está tão animalizado,
que resgatar um mínimo
de humanização,
torna-se uma tarefa
imensa,
senão
uma utopia.
✍©️@MiriamDaCosta
Ser
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.
Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.
E a maioria dos “eus”
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo
do não-ser.
Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.
Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta
Duas coisas que não deveriam ser praticadas por ninguém: Mentira e Atraso.
Quem mente sempre tem de lutar para manter a mentira viva, sob pena de se contradizer e nunca mais ser confiável a quem um dia nele confiou.
Já o atraso faz com que a pessoa perca momentos que talvez sejam irrecuperáveis.
Deodato Júnior
Como SER
o pregador
que a igreja
precisa TER
Apresentação
A paz do Senhor Jesus Cristo, meu irmão. Firme nas promessas, varão? Oh glória! É desse jeito que eu creio! Amém!
Agora, vem comigo e se liga no mistério, vaso! O livro que você tem em mãos, é um manual sobre oratória, customizado sob medida para pregadores e demais ministros evangélicos.
Neste treinamento sobre homilética, você vai decodificar chaves milenares sobre como falar em público e edificar vidas com o poder da palavra.
Portanto, descubra aqui e agora, com exclusividade, tudo o que ninguém jamais te contou sobre o modus operandi e os bastidores do ministério da pregação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Dois meninos brincam sob o sol, rindo como se o mundo fosse leve. Um deles por ser deficiente, é carregado nas costas pelo o amigo. Alguém curioso pergunta: "Não é pesado brincar assim?" O menino sorri e responde: "Ele não pesa nada... ele é meu amigo."
Fica a dica: nunca arrisque dar um passo maior que suas próprias pernas, pois o seu tombo pode ser fatal!
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