Aprende que ser Flexivel

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"A pior tragédia que pode acontecer com um cristão, é ter sucesso na igreja e ser um fracasso em casa".

Como poderia ser uma crítica, escrever-se em bom português? Escrever em português dos egrégios talentos da escrita, sem o facilitismo da oralidade, mas com a gula das belas palavras de outrora, do excesso gramatical, jamais poderia considerar-se aparato ilegível, excepto se não se lesse ou não se soubesse ler os grandes.

Um mesmo medo, um mesmo tremor. Um outro horror de gente crescida a ser obrigada à intrepidez que nunca desejara.

"Analogamente a um sistema de monitoramento de acesso, a emoção deve ser compreendida pela identificação precisa do estímulo que a desencadeia. Sob a perspectiva da neurociência, a emoção não constitui uma entidade autônoma ou um módulo isolado, mas sim uma resposta biológica integrada ao processamento cerebral.


A premissa de que a análise isolada da expressão facial permite inferir significados emocionais universais configura um equívoco teórico e conceitual. Embora enraizada em paradigmas culturais, essa visão é contestada por evidências neurocientíficas que refutam o reducionismo da 'face como espelho direto da emoção'.


Portanto, a emoção não se restringe a rótulos nominais ou manifestações corporais externas. Ela é um constructo desenvolvido através da interação social e da aprendizagem coletiva; é a categorização cognitiva de sensações interoceptivas que o indivíduo aprende a nomear e a operacionalizar com base em modelos sociais repetidos e internalizados pelo cérebro."

Ser iluminado pelo olhar de Cristo é tornar-se Suas mãos e Seus pés para socorrer os invisíveis que o mundo ignora

O sentido da vida não é algo a ser encontrado, mas uma responsabilidade a ser assumida através da visão, do amor e da coragem de dar um propósito à própria existência.

Assim como Saulo, nós podemos ser alcançado pela graça que superabunda onde o pecado abundou, podendo revelar a transformação do coração rebelde, e a obra do amor de Cristo e do poder convincente do Espírito Santo.

Sabia que a esperança era capaz de ser o mais cruel dos enganos e, ainda assim, o único abrigo possível.

" É melhor ser bruxa do que demônio disfarçado de anjo."

Moniquinha é Moniquinha é sem vice-versa.

Moniquinha é um furacão silencioso no olhar e serenidade ao falar.

Moniquinha é a forma mais pura feita em ouro, é delicada como a flor do jasmim.

Moniquinha dobra o vento, seca o mar e, num toque de deusa, faz tempestade virar calmaria.

Moniquinha, suas reminiscências são gráficos que marcam as lutas travadas e vencidas, quietinha e tranquila.

Moniquinha é cultura, é arte, é história a ser escrita.

Moniquinha é passado, é futuro, é o presente.

Moniquinha é charmosa e marcante, é beleza em pessoa, é divina de alma.

Moniquinha é flor do jardim, é brisa do mar, é luz do luar...

Moniquinha é única e singular, exclusiva, sem igual, é rara e excepcional.

Moniquinha é o começo, é meio e não tem fim…

Temos tanto a ser vivido, temos tanto o que escrever em nossos "livros diários", tantas páginas. Que tentamos ao menos fazer com que as decepções não nos derrotem mas, se assim fizer-nos, que cada derrota então sirva-nos de aprendizagem sem nos roubar a PAZ, o AMOR e a PALAVRA.

Flávia Abib

E então eis que fui escolhida, e quis ser. Deus criou para cada um de nós um dom e, junto com cada dom deu-nos uma missão. Deu-me o dom de amar e, a missão de mostrar à você o caminho de volta. E com esse dom e essa missão aprendi que, quem ama não teme.

Flávia Abib
____________________(A Fênix e a Libélula)

Não há vergonha em ser sensível; o que é verdadeiramente humilhante é se esconder atrás dos próprios sentimentos. A vida é preciosa e cheia de esperança.🕊

⁠Liberte-se
e se expresse!
Não deixe para amanhã
o que precisa ser dito...
o que precisa ser feito!

⁠Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases

Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda

Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude

Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida

Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza

Por toda parte, tuas sementes...
MULHER

⁠Eu escolhi a mim...
escolhi ser eu...
escolhi minha alma intensa
e toda a imensidão
que habita aqui!

⁠Só por hoje,
vou me permitir
ser mar
e deixar transbordar
tudo o que
faz morada em mim.

⁠Eu tive que amadurecer,
para que a minha mente
e o meu sentir
não exaurisse o meu ser...
para que também
não tivesse que
me abater com as coisas
que não consigo entender.
Hoje, sigo com muito mais fé
e sabendo que DEUS
vai me acompanhando...

Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.

Tem trave que insiste em ser cisco. Tem homem que se diz isto e aquilo, mas meu bem, não me vem com esse monte de mentiras, que tenho armadura contra máscaras.