Apesar da Magoa Sinto sua falta
2268 📜 "Na falta de Heróis de Verdade, Alguns Comunistas insistem na Conversa (Fiada) de que Jesus era Comunista, HeHeHe. Que Forçação de Barra!"
"Por que esses Comunistas não indicam Marx e Engels como Heróis deles? Talvez porque ninguém vê Heróis em Fracassados... Principalmente eles. Poizé!
2544 📜 "Não importa o que desejam, mas Pobreza é provocada por Falta de Recursos, portanto Falta de Dinheiro. Fora disso, qualquer tentativa de 'definição' não passa de 'Filosofia Rasteira ou de Boteco' ou, pior, não passa de Tentativa de Eufemismo."
3212 📜 Pobreza, pelo que sei, é falta de dinheiro, falta de recursos ou 'estado de quem tem carência do necessário à sobrevivência'. Se existe pobreza diferente disso nem os Dicionários estão sabendo! Então, com certeza é o que designo como 'Filosofia de Boteco '. Sou assim, sou assim.top!
É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.
Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.
Sede, pois, misericordiosos com os fanáticos! A falta de empatia e a intolerância deles não lhes roubam a capacidade de sentir.
A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.
Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.
É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.
Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.
Ninguém é forte o tempo todo.
E nem deveria ser.
A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.
Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.
Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.
Talvez, quando descobrirem a cura do câncer, o ser humano descubra que terminal é a falta de senso coletivo.
Doenças são permissão divina, falta de bom senso é escolha humana.
Enquanto há doenças que acometem o corpo, existem outras que adoecem a convivência.
Em hospitais, lugares onde a fragilidade humana se apresenta sem máscaras, espera-se no mínimo encontrar compaixão, respeito e compreensão.
No entanto, não é raro presenciar situações nas quais o individualismo ocupa mais espaço do que a empatia.
Compartilhar um ambiente hospitalar é um exercício bastante silencioso de humanidade.
Ali, cada pessoa carrega sua própria dor, sua ansiedade, seus medos e suas esperanças.
Ninguém está ali por lazer.
Ainda assim, muitos parecem incapazes de perceber que o espaço, o silêncio, o descanso e até a atenção dos profissionais precisam ser divididos de forma equilibrada e respeitosa.
A dificuldade em compartilhar esses espaços revela algo bastante preocupante sobre nossa vida em sociedade.
Estamos cada vez mais acostumados a enxergar nossas necessidades como prioridade absoluta, esquecendo que ao nosso lado há alguém enfrentando uma batalha tão difícil quanto a nossa — ou talvez ainda mais dura.
Um quarto hospitalar, uma sala de espera ou um corredor não são apenas locais físicos; são territórios onde a solidariedade deveria ser tão presente quanto os medicamentos.
O senso coletivo não significa abrir mão da própria dor, mas reconhecer a dor do outro.
Significa compreender que pequenas atitudes — falar mais baixo, respeitar horários, preservar a privacidade alheia e a limpeza do ambiente, colaborar com as regras comuns — podem aliviar o peso de quem já está sobrecarregado pelo sofrimento.
Talvez a verdadeira evolução da humanidade não esteja apenas nos avanços da ciência, mas na capacidade de desenvolver uma consciência coletiva mais madura.
Afinal, de pouco adianta prolongar a vida, se continuarmos incapazes de conviver com respeito, consideração e empatia.
Porque, no fim, um hospital nos lembra daquilo que passamos a vida tentando esquecer: somos todos vulneráveis.
E justamente por isso, deveríamos ser também mais humanos uns com os outros.
Muito mais assustadora que qualquer Enfermidade é a falta de Senso Coletivo,
sobretudo ao compartilhar espaços da Saúde Pública.
As dores não escolhem hora, idade, condição social ou crenças.
Elas chegam sem pedir licença e colocam lado a lado pessoas fragilizadas, assustadas e, muitas vezes, dependentes da compreensão alheia.
Em unidades hospitalares, onde a vulnerabilidade é uma condição comum a todos, o mínimo esperado deveria ser a consciência de que ninguém está ali por lazer.
O barulho inerente a qualquer doença, ainda que terminal, é permissão divina; o que se faz em volta dela é escolha humana.
O choro de uma criança, o sintoma barulhento da apneia do sono, o gemido de quem sente dor, a tosse persistente de um enfermo ou a angústia silenciosa de uma família fazem parte das muitas realidades da condição humana.
São manifestações que não obedecem à nossa vontade.
Mas a conversa em volume excessivo, a indiferença diante do sofrimento alheio, a falta de respeito com o descanso de quem luta para se recuperar e a incapacidade de perceber que o espaço é coletivo pertencem ao campo das escolhas.
Talvez um dos principais testes de civilidade não esteja nos grandes discursos sobre empatia, mas nos pequenos gestos praticados quando ninguém está nos observando.
Respeitar o silêncio de um hospital, moderar ou erradicar comportamentos inconvenientes e considerar a presença de pessoas fragilizadas são atitudes muito simples, porém reveladoras.
Demonstram que ainda conseguimos enxergar para além do próprio umbigo.
Uma sociedade se fortalece quando compreende que direitos individuais e responsabilidades coletivas caminham de mãos dadas.
Quando essa percepção desaparece, o desconforto causado pela falta de consideração pode se tornar ainda mais pesado do que a própria enfermidade — ainda que ela seja terminal.
Afinal, a doença atinge o corpo, mas a ausência de Senso Coletivo desgasta algo ainda mais profundo: a capacidade de convivermos como — e em — comunidade.
No fim, a verdadeira Saúde de um povo não se mede apenas pela qualidade dos seus hospitais ou pela eficiência e humanização dos seus tratamentos.
Ela também se revela na maneira como as pessoas Escolhem agir diante da fragilidade humana.
Porque a dor pode ser inevitável, mas a insensibilidade jamais.
Sabe, as vezes o que mais se tem são palavras e o que mais falta é sentimento, palavras nos confundem, nos fazem pensar mil e uma coisa, mas são apenas as atitudes que provam o que foi dito, por isso não confie nas palavras, espere pela demonstração, enganoso é o coração que confia nas palavras e se entrega facilmente, pois esse rapidamente conhecerá a ilusão, guarde seus pensamentos em Deus, não pense demais em coisas que ainda não existem, mas guarde seu coração, não é qualquer um que pode entrar no coração ou nos pensamentos da filha do Rei.
Se me falta tempo para cuidar da minha vida,se acha que ainda vou perder tempo cuidando da dos outros
Alguém já sofreu por amor ?
Sim.
Errado, o amor não faz você sofrer,e sim achar a metade que falta no seu coração pra te completar
Não tenha raiva da chuva, pois como o ser humano pode sentir a falta do outro, o céu tem o direito de chorar por estar separado eternamente da terra.
Quando pensamos uma coisa já fizemos a metade, eu estou pensando em te esquecer, agora só falta eu tirar da cabeça!
Não acho bom esperar muito de algumas pessoas.
ilusões, decepções, falta de caráter
são poucas as coisa que podemos analisar como virtudes em alguns casos.
A lei da vida, amar e ser amado, não sabes? ou não mais sabes?
como acreditar?!
Simples, ao mesmo tempo complexo.
Amazia ou casar
Hoje não há diferença (lamento)
Amor Ágape, Amor Eros, Amor Filos (amores essenciais em nossas vidas)
Só posso dizer:
-Não desista do amor, é o único sentimento que nos toma sem ao menos
percebermos. Se tiveres ele não precisa de mais nem um, pois o que há no amor
é simplesmente todos os sentimentos bons e puros que se pode imaginar.
Carinho, Respeito, Cumplicidade, Simpatia, Satisfação, Admiração, Gratidão,
Alegria, Armonia, esperança ,Prazer, Paz, Fé, dentre outros."
Apenas AME!
O nosso pais está a merce de parlamentares ultrapassados e viciados a se prevalecer da falta de informação do povo.
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