Apenas

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"" Se amanhã alguém me ver voando por ai, não será apenas pela coragem que minhas asas me deram,mas principalmente pela ousadia de saltar do precipício...""

"" Um raio de sol é apenas um raio de luz, mas em meio a escuridão, ele pode significar uma nova vida,uma nova esperança,um novo amanhã...

“” Que o nosso verso nunca seja reverso. Antes, que ele seja apenas nossa poesia...””

“Sempre haverá alguém disposto a ajudar e outros a apenas criticar...""

"" Quanta gente morrendo, quanta gente nascendo. Quantas pessoas apenas vivendo...""

“”Amar...
É apenas o ato de se doar por inteiro...Não menos...””

As pessoas são como um baú.
À primeira vista, vemos apenas o exterior.
Só quando abrimos é que descobrimos o que realmente guardamos por dentro

Esmael Camigi

Aos olhos não treinados é fracasso, aos que têm visão, é apenas um ajuste da rota.

​O vício não é apenas uma dependência de substâncias, é uma fuga desesperada de uma realidade que dói demais para ser encarada.

— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.

Estar sozinho é o sintoma; o vício é apenas a anestesia para uma ferida que não para de sangrar.

— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.

"" O que pode durar para sempre
apenas a lembrança da luz
luz que um dia guiou
e por herança do tempo
apagou
deixando a certeza que cumpriu a missão
até entender que o fim é inevitável
mesmo que haja um pouco de luz...

A democracia é um sistema quase perfeito. Para sê-lo, falta apenas o povo esperar o dia das eleições para escolher seus representantes e não fazê-lo antes.

+Q Técnicos em TI
Algumas pessoas são Case Sensitive: não adianta apenas falar, tem que explicar, desenhar e se possível até contracenar.

Uma enorme galera em sociedade sofre ou apenas é praticante assídua do transtorno dissociativo de identidade, ou seja, tem dupla personalidade. Inúmeros são os exemplos de situações em que isso acontece com quase todos nós. Vou citar aqui apenas um:
Na fila do supermercado, lanchonete, loja, banco, padaria, etc., que por sinal está enorme, estamos ansiosos para serem atendidos, irritados até, com a demora no atendimento dos clientes à nossa frente, mas quando finalmente chega a nossa vez, muda tudo e queremos ser atendidos com o máximo de atenção e no maior tempo possível.
Para primeira parte da galera isso é TDI, já para a segunda é falta do exercício do respeito, inclusive à si próprio.

A literatura brasileira, quando observada em sua profundidade, revela não apenas estilos e escolas, mas sobretudo investigações sobre a natureza humana. Ao percorrer autores centrais como Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Drummond, Graciliano, Cecília Meireles, Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto, percebe-se que cada um deles, à sua maneira, construiu um modo singular de enxergar o mundo e o homem.
Em Machado de Assis, a razão humana e a hipocrisia não aparecem como opostos, mas como um contínuo. Quanto mais o autor investiga os mecanismos da razão, mais expõe as camadas de dissimulação que sustentam as relações sociais. Sua literatura não nega a inteligência humana, mas revela como essa inteligência frequentemente serve para justificar interesses, mascarar intenções e sustentar aparências. Assim, a análise psicológica machadiana não conduz à exaltação da racionalidade, e sim ao desvelamento de suas ambiguidades morais.
Clarice Lispector, por sua vez, constrói uma escrita em que lucidez e angústia coexistem de forma inseparável. Em A Hora da Estrela, a personagem Macabéa vive uma existência marcada pela dor e pela invisibilidade, mas sem plena consciência disso. A autora, no entanto, possui a lucidez de enxergar essa condição e, justamente por enxergá-la, experimenta a angústia. A escrita clariceana revela esse descompasso entre a vida vivida e a consciência da vida, mostrando que a lucidez sobre o sofrimento alheio pode ser uma forma profunda de inquietação.
No universo de Guimarães Rosa, o sertão ultrapassa a geografia e se torna um território psicológico e metafísico. Quando se afirma que “o sertão é do tamanho do mundo” e que ninguém o conhece por inteiro, sugere-se que a vida humana é feita de veredas parciais, de caminhos incompletos. A linguagem regional reinventada por Rosa não é apenas recurso estilístico, mas uma forma de deslocar o centro da linguagem e explorar a complexidade da experiência humana. O sertão, assim, torna-se metáfora da própria existência: vasto, desconhecido e atravessado por pequenas trilhas de compreensão.
Lima Barreto escreve a partir de uma lucidez que, ao desmascarar as estruturas sociais, inevitavelmente gera revolta. Sua crítica à República e ao nacionalismo ufanista revela um país marcado por contradições e fragilidades. A lucidez literária, nesse caso, não é neutra; ela expõe e, ao expor, denuncia. A revolta surge como consequência da percepção aguda das falhas estruturais e da distância entre o ideal proclamado e a realidade vivida.
Carlos Drummond de Andrade reúne ironia e melancolia em uma poesia que reflete a crise do indivíduo moderno. Ao questionar o sentido da poesia em um mundo instável e muitas vezes insano, o poeta revela tanto desencanto quanto consciência crítica. Sua ironia funciona como mecanismo de distanciamento, enquanto a melancolia evidencia a percepção de um mundo em transformação e, por vezes, em decadência.
Em Graciliano Ramos, a secura estilística é simultaneamente estética e existencial. A economia de palavras e a dureza narrativa refletem a vida marcada pela pobreza e pela sobrevivência no sertão. A forma seca não é apenas escolha literária; ela corresponde a uma realidade igualmente árida. Contudo, ao transformar a miséria em linguagem literária, surge também a tensão entre representar o sofrimento e estetizá-lo, evidenciando a complexidade ética da escrita sobre a pobreza.
Cecília Meireles constrói uma poesia profundamente espiritual e melancólica, marcada pela reflexão sobre o tempo, a finitude e a transitoriedade da vida. Seu lirismo volta-se para dimensões mais contemplativas e menos materiais da existência, privilegiando o efêmero e o metafísico. Em contraste com a poesia de Drummond, mais ancorada no mundo concreto, a escrita de Cecília enfatiza uma interioridade que, embora bela, por vezes se afasta da materialidade social.
Jorge Amado, ao retratar o povo brasileiro, busca celebrá-lo em sua vitalidade, sensualidade e força coletiva. No entanto, essa celebração pode também revelar fragilidades estruturais, expondo um universo popular atravessado por contradições. A alegria e o colorido narrativos convivem com uma realidade social complexa, em que a exaltação do cotidiano popular pode evidenciar tanto resistência quanto precariedade.
João Cabral de Melo Neto demonstra que a emoção não depende do sentimentalismo. Sua poesia racional e precisa, especialmente em Morte e Vida Severina, constrói uma emoção verdadeira por meio da estrutura e da clareza. A experiência do retirante nordestino e a sucessão de mortes ao longo do caminho produzem impacto afetivo não pelo excesso de lirismo, mas pela precisão formal. A racionalidade cabralina revela que a emoção pode emergir da lucidez e da construção rigorosa do poema.
Entre todos esses autores, Machado de Assis se destaca como um dos mais lúcidos na investigação da natureza humana. Sua obra desmonta as aparências sociais e revela a complexidade moral dos indivíduos. Ao expor a hipocrisia e as ambiguidades das relações, ele constrói uma visão aguda e duradoura da sociedade. Sua lucidez permanece atual porque continua a revelar mecanismos universais do comportamento humano, mostrando que, por trás das convenções e discursos, persistem contradições profundas e permanentes.

⁠Entre o humano e o não humano há apenas isso, a atitude. A diferença entre as atitudes também é simples, ajudar ou não quem as recebe. É por isso que alguns não humanos são mais humanos que outros, pois, existem e fazem humanidade, tirando ela até de onde não parecem ter.

Não ganha a vida, não ganha na vida quem é muito feliz tendo apenas conforto, mas sim quem consegue alcançar e ter a felicidade como sua companheira, ainda que nada mais tenha.

Dizem a esperança é a última que morre, devido esta se esvair apenas depois que o possível indicar ser o contrário. Interessante é saber que esse possível, almejado esperançosamente, têm sentido de realização depositado mais nos outros que em nós mesmos. Por em prática o que depende de si mesmo, já é motivo de orgulho próprio na realização de objetivos.

Saudades daquela Rede Social que ficava na varanda, onde apenas uma amiga era o suficiente para me completar.

Não posso te prender
em meus sonhos, se
você não quer ficar.
Apenas lembrarei
do nosso beijo
de despedida,
com os olhos
cheio de
lágrimas.