Apagar a minha Estrela
"Deus não me deixará ir para o inferno por causa dos meus pecados, mas sim por causa da minha vontade."
"Preciso encontrar uma maneira de avaliar minha inteligência para não aumentar minha ignorância."
Como não sei definir inteligência, pedir sabedoria a Deus só amplifica meus desejos. Por exemplo, um burro pedirá grama e mais pasto, um pássaro uma gaiola maior, um porco um chiqueiro maior, uma galinha um galinheiro maior e uma mosca mais esterco.
“Quem sou Eu para dizer a minha princesa que ela virou um dragão, antes de conhecê-la Eu era um sapo”.
"Estou desconstruindo minha sabedoria com criatividade para encontrar soluções para cada oportunidade”.
"Minha vida é como um labirinto de espelhos, quando acho que encontrei a saída, me deparo com uma parede de vidro."
Minha compreensão da luz (E dos mistérios do todo)
Por Celso Roberto Nadilo.
Para mi, a existência das cores é um mistério que se revela no olhar. Os fótons, esses mensageiros que nascem do Sol, viajam pelo espaço e são acolhidos pela nossa atmosfera, que espalha e focaliza a essência de cada tom sobre cada objeto. Vejo a prova realista disso no arco-íris: quando a luz encontra a chuva, o céu se transforma em um caleidoscópio gigante, onde as gotas agem como um espelho de luz.
Mas a realidade vai além. Quando mergulhamos nos mistérios da luz, esbarramos também na relatividade e na casualidade da gravidade — forças invisíveis que moldam o próprio tecido do universo. Toda a nossa realidade pode ser transformada pelo simples mérito de aceitarmos que não compreendemos tudo. Há um poder imenso em reconhecer o mistério.
Às vezes, a humanidade se perde no ritmo acelerado das inovações e da evolução. Esquecemos de olhar ao redor. Compreender os mistérios da vida e a profundidade do nosso próprio olhar não é apenas ciência; é parte essencial da existência humana e da coletividade da natureza. Compreender o todo como o todo é perceber que a gravidade nos prende à Terra, a luz nos ilumina, e o mistério nos une. Ser é, essencialmente, ser parte do todo.
A difusão do eu no tempo contemporâneo se dá na certeza do olhar; na perspectiva do perpétuo em relação à metafísica, de maneira que somos diante do que somos: início, meio e fim. É o conhecimento denso e cru da própria consciência, coexistindo com a mesma fogueira do início das eras, onde cada nova descoberta queima com importância para a humanidade.
