Ânimo, Coragem e Fé
Um dia, eu me cansei de querer agradar às pessoas, de tentar dar explicações para ouvidos surdos. Hoje vivo pela liberdade, integridade, coragem e dignidade.
A felicidade não é algo pronto. Ela vem de seus próprios atos.
Nós não amávamos a liberdade o suficiente. E ainda mais – não tínhamos consciência da situação real... Merecíamos pura e simplesmente tudo o que aconteceu depois.
Se você deixa o mal acontecer e não faz nada, com o intuito de preservar a paz, você não é pacífico, você é covarde!
Não tenho medo de correr riscos, não tenho medo de ser pobre, nem tenho medo de perder tudo. O que realmente me amedronta é ver o tempo passar, estar descontente comigo mesmo ou com minha vida e não fazer nada para mudar. Meu maior medo é ter insucesso, e o insucesso é traçado a partir de uma linha estreita entre a acomodação e a falta de coragem.
A fortuna declarou-me guerra. Eu não obedeço às suas ordens, não aceito o seu jugo, mais, pretendo mantê-la a distância, o que implica ainda maior coragem. Não posso deixar que minha alma amoleça.
Para que a Justiça se faça é preciso que alguém esteja disposto a relatar a Verdade. E para que a Verdade seja dita é preciso coragem e ética.
Sua força não será medida pelo número de batalhas que você venceu. Mas sim por quantas batalhas você ainda sente coragem para lutar.
O tempo não para, só as mágoas e lembranças nos deixam parados no tempo, temos a mania de achar que o passado é melhor que do que realmente foi, e que o futuro será muito melhor do que o nosso presente, viva o hoje, devemos perder o costume de adiar a felicidade, o momento pra realizar, dizer, conquistar, lutar, aprender, perdoar é hoje. Pare de adiar seus sonhos, crie coragem e seja feliz agora, afinal o futuro é incerto, você e as pessoas que você ama podem não acordar no próximo nascer do sol. Aja!
Deixe o céu cair e enquanto ele se desfaz nós estaremos no topo, enfrentando tudo juntos.
Se há um obstáculo para a verdadeira liberdade, esse obstáculo é o medo. O medo da mudança. O medo de trocar o certo pelo duvidoso. O medo de largar o que nos parece “melhor” – ou mais certo – no momento, para buscar algo que nos instiga por dentro, algo que ainda não é concreto, mas que vive e respira em nossa mente.
Embora passa parecer sombrias as perspectivas, a única escuridão que devemos temer é o medo que criamos á nós mesmo.
Então vou continuar querendo pra vida toda duas coisas: uma, a de que você morresse de mim, a outra, a de que você voltasse pra mim.
O aristocrata herda, quer dizer, encontra atribuídas a sua pessoa umas condições de vida que ele não criou, portanto, que não se produzem organicamente unidas a sua vida pessoal e própria. Acha-se ao nascer instalado, de repente e sem saber como, em meio de sua riqueza e de suas prerrogativas.
Ele não tem, intimamente, nada que ver com elas, porque não vêm dele. São a carapaça gigantesca de outra pessoa, de outro ser vivente, seu antepassado. E tem de viver como herdeiro, isto é, tem de usar a carapaça de outra vida. Em que ficamos? Que vida vai viver o "aristocrata" de herança, a sua ou a do prócer inicial? Nem uma nem outra.
Está condenado a representar o outro, portanto, a não ser nem o outro nem ele mesmo. Sua vida perde inexoravelmente autenticidade, e converte-se em pura representação ou ficção de outra vida. A abundância de meios que está obrigado a manejar não o deixa viver seu próprio e pessoal destino, atrofia sua vida.
Toda vida é luta, esforço por ser ela mesma. As dificuldades com que tropeço para realizar minha vida são, precisamente, o que desperta e mobiliza minhas atividades, minhas capacidades. Se meu corpo não me pesasse eu não poderia andar. Se a atmosfera não me oprimisse, sentiria meu corpo como uma coisa vaga, fofa, fantasmática.
Assim, no "aristocrata" herdeiro toda a sua pessoa vai se desvanecendo, por falta de uso e esforço vital. O resultado é essa específica parvoíce das velhas nobrezas, que não se assemelha a nada e que, a rigor, ninguém descreveu ainda em seu interno e trágico mecanismo — o interno e trágico mecanismo que conduz toda a aristocracia hereditária à sua irremediável degeneração.
(Livro "A Rebelião das Massas")
Quem anda em liberdade vive em simplicidade. Esse sabe que jamais necessitará de castelos e exércitos, não se deixará seduzir pela conquista de reinos, jamais tentará controlar mentes. Liberdade é ser quem é e viver na paz que não se vincula a bons ou maus acontecimentos.
Existem muitas formas de prisão, uma delas é a falta de confiança. São inúmeras as vezes em que poderão faltar palavras de apoio e incentivo, mas são infinitamente maiores as vezes em que você poderá encontrar isto disponível dentro de si em abundância.
“Acho quase cômico como as pessoas torcem para nos ver cair. Somos estrelas, despencando do céu, quase que em câmera lenta, com o coração acelerado, maxilar travado, os punhos cerrados e uma desesperada e tola tentativa de prender o ar, como se isso de alguma forma fosse amortecer a queda. Eu queria te dizer que eu desabei! Desci ladeira abaixo como uma avalanche, eclodi como um vulcão, vim destruindo tudo que existia em mim. As coisas boas se foram, deixando para trás um caminho devastado, só me sobraram ruínas aqui.
Quando me colidi com o mar, afundei me, em águas sujas e escuras onde sequer achei que ouve-se vida. Eu queria te dizer que está tão frio aqui, quase sem ar, estou morrendo, não percebes? Me encontro mais do outro lado do que aqui, é engraçado como fico feliz ao me imaginar partindo de formas diferentes. Não posso só sobreviver, não entende? Como te dizer que fui forte o suficiente para acabar com a dor?
Eu sei que você vê como um ato de covardia. Mas é preciso coragem! Ninguém espera chegar até aqui, não de verdade, esperamos ser interrompidos milagrosamente pelo caminho, mas e se a história for só isso?
Existem milhares de pessoas com varios propósitos, mas talvez eu não tenha nenhum. A verdade é que perdi a minha confiança em alguma curva da vida, eu sabia que existia algo além desse universo pequeno e juro que as vezes posso sentir o cheiro da liberdade que buscava, eu queria o mundo! Hoje não quero a mim mesma. Tenho medo de que um dia eu me perca e não me encontre mais. Preciso saber que existe algo lá fora, porque aqui dentro, só tem frio, medos e escuridão/solidão.”
