Andre Luiz

Cerca de 100 frases e pensamentos: Andre Luiz
André Luiz é o nome atribuído a uma entidade espiritual responsável por diversas obras psicografadas pelo médium Chico Xavier. Algumas obras de sua autoria foram adaptadas para o teatro e o cinema, entre elas, o filme “Nosso Lar”.

SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM - ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
E A CONTINUIDADE DA VIDA ESPIRITUAL. PARTE I.
Cidade no Além: apresentado como introdução à obra mediúnica atribuída ao Espírito André Luiz e psicografada por Francisco Cândido Xavier em 17 de junho de 1983, constitui uma reflexão doutrinária de grande densidade filosófica dentro do corpo literário do espiritismo cristão. Trata se de uma exposição que busca interpretar, sob a ótica da continuidade da vida, o significado das comunidades espirituais descritas em Nosso Lar.
O autor espiritual inicia suas anotações reconhecendo o esforço de um colaborador espiritual denominado Lucius para transmitir aos encarnados alguns aspectos da colônia espiritual conhecida como Nosso Lar. Essa cidade espiritual é apresentada como um núcleo de trabalho, reeducação e organização social destinado aos espíritos que se libertaram do corpo físico, mas que ainda necessitam de reajuste moral e intelectual. A mediunidade de Heigorina Cunha, residente em Sacramento no estado de Minas Gerais, é mencionada como instrumento dessa comunicação espiritual, demonstrando o papel da mediunidade como ponte entre os dois planos da existência.

SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
PELO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
PARTE II
O texto ressalta que, após a morte, o espírito leva consigo todos os elementos de sua vida interior. Ideais elevados, virtudes cultivadas, paixões desordenadas, ressentimentos, esperanças e conhecimentos acompanham a individualidade espiritual. A morte não transforma instantaneamente o caráter do ser humano. Ela apenas remove o invólucro físico, revelando com maior clareza a realidade moral da criatura.
Por essa razão, a desencarnação funciona como um processo de revelação interior. O espírito manifesta, no mundo espiritual, exatamente aquilo que é. Seu grau evolutivo, suas conquistas morais e suas limitações tornam se evidentes através da atmosfera espiritual que irradia. Essa atmosfera determina o ambiente em que o espírito se sentirá naturalmente integrado, pois a afinidade constitui a base da organização social no plano espiritual.

SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
DO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER .
PARTE III
Outro aspecto relevante abordado pelo texto refere se à pedagogia espiritual. A instrução dos espíritos desencarnados utiliza múltiplos recursos didáticos. A palavra falada ou escrita ainda desempenha papel fundamental na transmissão de conhecimentos. Entretanto, a telepatia e outras formas mais elevadas de comunicação espiritual tornam se progressivamente acessíveis à medida que o espírito desenvolve suas capacidades mentais.
Dentro dessa estrutura social, a afinidade moral aparece como a força organizadora fundamental. Espíritos com valores semelhantes naturalmente se aproximam e formam comunidades. Aqueles que já despertaram para a necessidade de aperfeiçoamento interior demonstram profundo respeito a Deus e ao próximo. O trabalho no bem torna se então o elemento central de suas existências.
A religião, nesse contexto, não se apoia em dogmatismos rígidos. A filosofia valoriza o pensamento elevado onde quer que se manifeste. A ciência assume um caráter humanitário, orientando se pelo ideal do progresso moral da humanidade. Em todas essas áreas, o objetivo final é sempre o mesmo. O desenvolvimento integral do espírito.
O texto conclui reafirmando um princípio moral presente no ensinamento evangélico atribuído a Jesus Cristo.

" O objetivo é contextualizar as descrições de André Luiz e demonstrar como a colônia espiritual foi apresentada pela primeira vez à literatura espírita. "
Do livro: Cidade No Além.

AS CRIAÇÕES FLUÍDICAS E A HARMONIA COM A LITERATURA MEDIÚNICA DE ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A leitura atenta da mensagem intitulada “Sobre as criações fluídicas”, publicada na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos, em 1865, sob a direção de Allan Kardec, desperta uma profunda reflexão acerca da continuidade e da coerência dos princípios espirituais apresentados posteriormente pela literatura mediúnica de reconhecido valor doutrinário.
O Espírito comunicante afirma que o Universo espiritual não constitui uma realidade abstrata ou destituída de organização, mas um ambiente regido por leis próprias, onde os elementos fluídicos desempenham papel essencial na manifestação da vontade consciente. Ao afirmar que “os objetos procriados instantaneamente pela vontade (...) são colhidos nos fluidos semimateriais”, apresenta-se uma concepção que encontra notável consonância com diversas descrições mediúnicas recebidas por intermédio de Chico Xavier, especialmente nas obras atribuídas a Emmanuel e André Luiz.
Não se trata de estabelecer uma identidade absoluta entre fenômenos descritos em épocas e contextos distintos, mas de reconhecer uma linha de continuidade filosófica: a ideia de que o pensamento, quando suficientemente educado e fortalecido pela evolução espiritual, possui capacidade de atuar sobre elementos sutis da criação.
Nas obras de André Luiz, particularmente na série “A Vida no Mundo Espiritual”, observa-se a descrição de ambientes espirituais estruturados pela ação mental dos Espíritos, onde a vontade, associada ao conhecimento e à elevação moral, participa da formação de elementos necessários à vida extrafísica. Tais relatos apresentam, em linguagem narrativa, conceitos que guardam profunda relação com os fundamentos expostos na Codificação Espírita.
A observação de Kardec permanece atual: o mundo espiritual não seria uma simples reprodução do mundo material, mas o plano físico representaria uma manifestação imperfeita e limitada das realidades superiores. A matéria, nessa perspectiva, seria apenas uma expressão mais condensada de princípios universais que se apresentam em estados mais sutis.
Essa compreensão conduz igualmente a uma consequência moral: o pensamento humano não é um fenômeno isolado ou sem responsabilidade. Se a vontade espiritual possui poder criador, ainda que em diferentes graus conforme o progresso do ser, torna-se evidente a necessidade de educar sentimentos, pensamentos e atitudes. A verdadeira evolução não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em purificar a própria natureza íntima.
Assim, a possível ressonância entre a mensagem de 1864, publicada por Allan Kardec em 1865, e os ensinamentos transmitidos por intermédio de Chico Xavier, Emmanuel e André Luiz, revela uma interessante convergência dentro da tradição espírita: a afirmação de que o Espírito é um agente inteligente da criação, e que sua ascensão moral amplia gradativamente sua capacidade de compreender e cooperar com as leis divinas.
Fontes:
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Ano de 1865. “Sobre as criações fluídicas” (Sociedade de Paris, 14 de outubro de 1864, médium Sr. Delanne).
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões 76 a 95 — natureza dos Espíritos e do perispírito.
KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XIV — “Os Fluidos”.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Nosso Lar. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Evolução em Dois Mundos. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (Emmanuel). O Consolador. FEB.

Convivência

André Luiz


A vida vem de Deus, a convivência vem de nós.

Aqueles companheiros que nos partilham a experiência do cotidiano são os melhores que a Divina Sabedoria nos concede, a favor de nós mesmos.

Se você encontra uma pessoa difícil em sua intimidade, essa é a criatura exata que as leis da reencarnação lhe trazem ao trabalho de burilamento próprio.

As pessoas que nos compreendem são bênçãos que nos alimentam o ânimo de trabalhar; entretanto, aquelas outras que ainda não nos entendem são testes que a vida igualmente nos oferece, a fim de que aprendamos a compreender.

Recordemos: nos campos da convivência é preciso saber suportar os outros para que sejamos suportados.

Se alguém surge como sendo um enigma em seu caminho, isso quer dizer que você é igualmente um enigma para esse alguém.

Nunca diga que a amizade não existe; qual nos acontece, cada amigo nosso tem as suas limitações e se algo conseguimos fazer em auxílio do próximo, nem sempre logramos fazer o máximo, de vez que somente Deus consegue tudo em todos.

Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada, ajude-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência própria para ser você, em qualquer lugar.

Quem valoriza a estima alheia, procura igualmente estimar.

Se você acredita que franqueza rude pode ajudar alguém, observe o que ocorre com a planta que você atire água fervente.

Abençoemos se quisermos ser abençoados.



Do cap. 16 do livro Respostas da Vida, de André Luiz, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

Inserida por lubaffa

MENSAGEM DE ANDRÉ LUIZ
A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é jogo escuro das ilusões.
O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples.
Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! É mister percorrer-vos, antes de tentar a suprema equação da Vida Eterna! É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe, no longo processo do aperfeiçoamento espiritual!... Seria extremamente infantil a crença de que o simples "baixar do pano" resolvesse transcendentes questões do Infinito.



Uma existência é um ato.
Um corpo - uma veste.
Um século - um dia.
Um serviço - uma experiência.
Um triunfo - uma aquisição.
Uma morte - um sopro renovador.
Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?
E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais e posições definitivas!
Ai! por toda parte, os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito!
É preciso muito esforço do homem para ingressar na academia do Evangelho do Cristo, ingresso que se verifica, quase sempre, de estranha maneira - ele só, na companhia do Mestre, efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas. Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa. Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma idéia dessa verdade fundamental.
Grato, pois, meus amigos!
Manifestamo-nos, junto a vós outros, no anonimato que obedece à caridade fraternal. A existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade. Aliás, não nos interessaria, agora, senão a experiência profunda, com os seus valores coletivos. Não atormentaremos alguém com a idéia da eternidade. Que os vasos se fortaleçam, em primeiro lugar. Forneceremos, somente, algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos na senda de realização espiritual, e que compreendem conosco que "o espírito sopra onde quer".
E, agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão. Atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na alma. Crede que guardarei semelhantes valores comigo, a vosso respeito, no santuário do coração.

Que o Senhor nos abençoe.

ANDRÉ LUIZ

Inserida por carla_baldoino

Prece Final – Prece de André Luiz

Senhor Jesus,
Dá-nos o poder de operar a própria conversão,
Para que teu Reino de Amor seja irradiado do centro de nós mesmos!..
Contigo em nós, convertermos: a treva em claridade, a dor em alegria, o ódio em amor, a descrença em fé viva, a dúvida em certeza, a maldade em bondade, a ignorância em compreensão e sabedoria, a dureza em ternura, a fraqueza em força, o egoísmo em cântico fraterno, o orgulho em humildade, o torvo mal em infinito bem!
Sabemos, Senhor, que de nós mesmos, somente possuímos a inferioridade de que nos devemos desvencilhar...
Mas, unidos a Ti, somos galhos frutíferos na árvore dos séculos que as tempestades da experiência jamais deceparão...
Assim, pois, Mestre Amoroso, digna-te amparar-nos a fim de que nos elevemos ao encontro de tuas mãos sábias e compassivas, que nos erguerão da inutilidade para o serviço da cooperação Divina
Agora e para sempre.
Assim Seja!...

Inserida por lubaffa

O Brasil é dos Brasileiros

Composição: André Luiz Zanata

Quero falar do tempo sobre o tempo
Do vento que sopra e não tem lamento
Do olho sobre o olho, sem engano
Da fé que mora no gesto humano

Quero falar do amor que não se fala
Do amor que se planta e não se cala
Amor que é riso, toque, chão e passo
Que não precisa palavra, só abraço

Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende

Quero falar da natureza com a gente
Das águas claras e do sol ardente
Das mãos na terra, do cheiro do mato
Do silêncio que canta no alto do trato

Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende

Tudo que temos é presente e graça
Do grão ao sorriso, tudo é massa
E se o mundo pesa, a gente reza
No balanço da rede, a alma se apega

Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende

Inserida por Zanatinha

⁠Quando você não é prioridade, apenas alívio temporário — por André Luiz Santiago Eleutério

Existe uma dor silenciosa que não grita, mas pesa.
É quando você finalmente entende que não é prioridade na vida de alguém. Só é a zona de conforto. Um lugar de fuga, de descanso, de apoio. Nunca o destino. Só a pausa. E isso corrói por dentro como quem sangra por dentro sem ferida aparente.
Em muitos relacionamentos — amorosos, familiares, até entre amigos — há uma linha invisível entre o cuidado e o uso. Entre o amor e o costume. Nem todo mundo que se aproxima quer ficar. Tem gente que só quer se proteger da própria solidão. E encontra em você um abrigo, um alívio, uma distração. Mas nunca permanece quando a tempestade passa.
Ser zona de conforto de alguém não é ser amado. É ser útil. É ser o ombro procurado na dor, mas esquecido na calmaria. É ser procurado só quando tudo desmorona, mas ignorado quando tudo está bem. E isso é um tipo de abandono silencioso que machuca mais do que ausências completas. Porque a presença parcial engana. Alimenta esperança. Cria laços que o outro nunca teve a intenção de sustentar.
Você se doa, se entrega, se adapta. Silencia vontades, espera mensagens, se alegra com migalhas. Porque acredita que, uma hora, o outro vai enxergar tudo que você faz. Mas ele já enxergou. Só não se importa. Não porque você não tenha valor. Mas porque pra ele, você é funcional, e não essencial. É conforto, e não amor.
Relacionamento tóxico nem sempre vem com grito, briga ou controle. Às vezes, vem com silêncio, ausência, descaso. Vem com aquela pessoa que só lembra que você existe quando precisa. E que desaparece quando você precisa dela. Isso é abuso emocional. É esgotamento disfarçado de cuidado. É desgaste que a gente aceita por medo de perder o pouco que tem, sem perceber que já perdeu muito de si mesmo.
O coração humano se apega fácil ao que oferece calor. Mesmo que seja um calor raso. A gente aprende a se contentar com pouco quando o medo de ficar sozinho grita mais alto que a dignidade. Mas o problema é que se contentar com pouco acaba virando padrão. E ninguém deveria viver de restos emocionais.
Você começa a entender isso quando percebe que está sempre cansado, mesmo sem fazer esforço físico. Que está sempre esperando algo que nunca chega. Que sente saudade de alguém que, mesmo presente, nunca está de verdade. Porque não é ausência de corpo. É ausência de intenção.
O que machuca não é só o abandono, mas o uso. A sensação de ser lembrado apenas na necessidade. De ser companhia nos dias ruins, mas invisível nos dias bons. E isso se repete em ciclos: a pessoa some, volta, diz que sente falta, que precisa de você… e você acredita. Porque quer acreditar. Porque ama. Mas amor sozinho nunca sustentou ninguém.
Não há nada mais cruel do que ser o apoio emocional de alguém que não estaria ao seu lado se os papéis se invertessem. E a gente percebe isso tarde. Quando o cansaço emocional já se transformou em ansiedade. Quando o afeto virou cobrança. Quando o amor virou culpa.
Esse tipo de relação esgota. Esgota a alma, a autoestima, a esperança. E tudo começa com pequenos sinais: o outro não pergunta como foi seu dia. Some sem aviso. Nunca está disponível quando você precisa. Mas exige que você esteja sempre por perto. E você está. Porque se importa. Porque se acostumou a se doar. Mas amor que só vai e nunca volta não é amor. É egoísmo.
Zona de conforto é o lugar onde alguém estaciona quando está perdido, mas nunca decide ficar. E você merece mais do que isso. Merece alguém que escolha estar. Que fique porque quer, e não porque precisa. Que te veja como prioridade, e não como plano B.
A vida já tem dores demais pra gente aceitar esse tipo de vazio. É preciso coragem pra enxergar que alguém só está ao seu lado por conveniência. E mais coragem ainda pra ir embora antes de se perder por completo.
Nem sempre quem te procura quer você. Às vezes, só quer o que você oferece. E essa é uma das verdades mais dolorosas que se pode aceitar. Mas também uma das mais libertadoras. Porque depois que a gente entende, para de se oferecer como abrigo. E começa a buscar quem queira construir junto, não apenas descansar.

Inserida por Andre_Luiz_Santiago_

⁠Tem muita gente perto, mas pouca de verdade – por Andre Luiz Santiago Eleutério
Tem coisa que só a vida ensina. A gente vai acreditando nas pessoas, se entregando, confiando. E aí, quando tudo desaba, olha pro lado e percebe: tinha muita gente por perto, mas quase ninguém de verdade. Tem abraço que é frio. Tem palavra que é vazia. Tem presença que é só aparência.
Tá cheio de gente que só aparece quando tem festa, quando o copo tá cheio, quando tem alguma vantagem envolvida. E quando você mais precisa, some. Vira silêncio. Vira ausência. Vira nada. E é assim que a vida vai ensinando quem realmente fica. Quem é real. Quem segura tua mão sem perguntar o motivo da tua dor.
Hoje, a maioria das relações parece descartável. Amizades de momento. Amores que acabam no primeiro problema. Pessoas que te tratam bem só quando precisam de algo. E quando não precisam mais, viram o rosto. Ignoram. Esquecem que você existe. Isso dói. Mas também ensina.
Você começa a entender que presença não é só estar do lado. É sentir junto. É se importar de verdade. É ouvir sem julgar. É apoiar sem interesse. Quem é de verdade não espera que você esteja bem o tempo todo. Quem é de verdade fica quando ninguém mais fica.
Tem gente que soma só por estar. Gente que não precisa falar muito, mas tá ali. Gente que não cobra, não julga, só cuida. Essas pessoas são raras. Mas quando você encontra, sabe. O coração sente. A alma reconhece. E é por isso que não dá pra aceitar menos do que isso.
Não viva tentando agradar quem só te enxerga quando tem algo pra ganhar. Não mude quem você é pra caber no mundo dos outros. Você não precisa provar seu valor pra ninguém. Quem é seu, fica. Quem sente de verdade, permanece. Quem ama de verdade, não mede esforço pra estar presente.
A vida é curta demais pra gastar energia com gente que só aparece na bonança. Que só te procura quando tudo tá bem. Que só lembra de você quando precisa. Relação de verdade é troca. É presença. É construção. E se só você faz esforço, isso não é vínculo. É desgaste.
Não tenha medo de se afastar de quem não te faz bem. De quem te drena. De quem não torce por você. Melhor estar só do que mal acompanhado. Melhor um silêncio verdadeiro do que palavras falsas. Melhor uma presença sincera do que várias que são só de fachada.
Quem é de verdade não precisa de holofote. Não precisa de aplauso. Só precisa estar. Do lado. No dia bom, no dia ruim, no caos, na calmaria. São essas pessoas que a gente deve guardar. Que a gente deve valorizar. Porque elas são poucas, mas são tudo.
Tem muita gente barulhenta por aí. Gente que fala bonito, que promete mundos, que se mostra demais. Mas na hora que você precisa, desaparece. Some. E o que fica é a sensação de vazio. De engano. De ilusão. Por isso, aprenda a ouvir mais do que as palavras. Observe os gestos. Eles dizem tudo.
Não adianta forçar laço. Não adianta insistir em quem não quer ficar. Laço de verdade se constrói com cuidado, com atenção, com reciprocidade. E se você tem que se machucar pra manter alguém, esse alguém nunca foi seu. Solte. Libere. Abra espaço pro novo. Pro verdadeiro. Pro que faz bem.
Você não precisa de muita gente. Você só precisa de gente certa. Que esteja com você sem precisar de motivo. Que olhe nos seus olhos e entenda quando o coração dói. Que te escute até no silêncio. Que torça pela sua vitória como se fosse a própria.
Essas pessoas existem. Mas não aparecem em qualquer lugar. Elas não gritam. Elas não se mostram demais. Mas quando chegam, mudam tudo. Porque o que é verdadeiro transforma. Acalma. Preenche. Cura.
Então, se hoje você olha ao redor e sente que tem mais quantidade do que qualidade, respira fundo. Comece a limpar. A selecionar. A guardar perto só quem te faz crescer. Só quem te respeita. Só quem te valoriza, mesmo nos seus piores dias.
No fim das contas, o que importa não é quem sorriu com você na festa. É quem ficou quando tudo desmoronou. Quem segurou sua mão quando ninguém mais quis. Quem acreditou quando nem você acreditava.
Esses, sim, são de verdade. E por eles, vale a pena tudo.
Pensa nisso.

Inserida por Andre_Luiz_Santiago_

Com Jesus no entanto, a religião, como sistema educativo alcança eminência inimaginável. Nem templos de pedra, nem rituais. Nem hierarquias efêmeras, nem avanço ao poder humano.

Aproxime-se do bem, procure-o com decisão e a bondade virá iluminar seu caminho. Somente aí você surgirá perfeitamente armado para vencer na guerra contra o mal.

Esqueça o mal recebido e nunca cobre o bem distribuido.

Querendo mentalizamos, mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo realizamos.

"O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso.

A ideia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o 'destino'. A sua vida será parte do que você estiver mentalizando constantemente ( e agindo posteriormente).

Imagine a sua existência como deseja ser e, trabalhando nessa linha de ideias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas. (a partir do momento em que você colocar em prática as suas AÇÕES).

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela."

Benfeitor - é o que ajuda e passa; Amigo - é o que ampara em silêncio; Companheiro - é o que colabora sem constranger; Renovador - é o que se renova para o bem!

Aquele que dispõe do que usufrui a favor dos semelhantes, caminha consolidando a própria paz.

Lembre-se de que os outros são pessoas que você pode auxiliar, ainda hoje, e das quais talvez amanhã mesmo você precisará de auxílio.

O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso.

A ideia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino. A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente. Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.

Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de ideias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas.

As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.

Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia.

Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.

O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.

Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.