Amor Sincero e Nao Correspondido
Pessoas e coisas inúteis, eu descarto!
- Sei que pessoas não são coisas, porque existem coisas que têm bem mais valor...
──── V O C Ê ───
Aconteceu;
Doeu.
Desapareceu;
Doeu.
Não voltastes;
Doeu.
Morrestes?
Morri!
☆Haredita Angel
Felicidades...
Que a graça de Deus te alcance não somente hoje pelo seu dia, mas a cada dia em que Deus te conceder esta benção de continuar vivendo e realizando sonhos. Feliz aniversário!
Pessoas são como peças de um quebra-cabeça. Você pode até fingir que se encaixam, mas se não for de verdade, não vai formar nada.
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.
Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.
A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.
A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.
É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.
Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.
Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.
A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.
Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.
Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.
Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.
Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.
Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.
Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.
Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.
Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.
Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.
Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.
E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.
Soberana Rainha:
Ela é o prumo da casa, a sabedoria que não falha,
Uma alma de ferro que venceu cada batalha.
Saiu do interior para mostrar sua grandeza,
Com a força de quem não se curva à incerteza.
Sua inteligência é um farol que ilumina e guia,
Transformando o trabalho duro em pura maestria.
Seu olhar é um livro aberto, cheio de lição e verdade,
Uma mulher que comanda a própria realidade.
Não se perde em lamentos, ela prefere o movimento,
Cuidando dos seus com o vigor do próprio alento.
Se o coração dela é um reino, o filho é o seu tesouro,
E sua lealdade vale muito mais do que o ouro.
Eu sou a guarda dela, o batimento que não cansa,
Aquela que retribui cada gota de esperança.
Enquanto as irmãs criam asas, eu escolhi ser o cais,
Protegendo a rainha que me ensinou a ser mais.
O amarelo não combina com quem já brilha por si só,
Ela é laço apertado que nunca se torna nó.
Minha mãe é o exemplo da vida que se faz vitória,
Uma guerreira admirável que honra a própria história.
Sua sabedoria é lei, seu amor é o meu chão,
A mulher mais incrível que já pulsou no meu coração.
Imensa
Gentil e firme, soldada do Alto,
Não sigo roteiros, dou a virada.
Unindo a poesia à exatidão,
Eu guio meus passos na evolução.
Não caibo em molduras, não aceito pouco.
Sou vasta e imensa, vencendo as batalhas.
No silêncio secreto, meu castelo ergui,
Brilhante, completa, o destino venci
Não espere de mim o que você não faz. Quem plantou limão não pode querer colher amora. Engraçado pedir reciprocidade, não acha? Eu sou diferente: aguento o processo do plantio e respeito o tempo da colheita. Quem vive de indireta é menina; mulher de verdade levanta com a cabeça erguida, não se preocupa com a grama do vizinho e não faz joguinhos. Mulher decidida conhece a sua real identidade. Eu sempre entrego empatia, carinho, respeito e honestidade. Gostaria de receber de volta, claro, mas entrego de qualquer forma, pois o bem sempre vence o mal. O doce é necessário na vida do ingrato. Afinal, lealdade, respeito, caráter e amor ao próximo não se compram; se honram
Não preciso apagar o brilho de ninguém para manter o meu. Se o outro brilha, eu sigo brilhando também. Afinal, a luz só incomoda a quem habita na escuridão profunda
✨✨
Não me cabe julgar corpos, aparências ou condições. O bullying e o capacitismo nunca fizeram parte de quem eu sou. Como ser humano, escolho o respeito; educação é o valor que a gente honra
Sinto-me como um um beija flor
Batendo minhas asas vou
e não deixarei que nada ou ninguém
Venha embargar meu vôo
Maria Francisca Leite
O que seria de Moisés se não fosse o Faraó?
O que seria de Josué se não fossem as nações inimigas?
O que seria de Davi se não fosse Golias?
O que seria de Jesus se não fosse a morte?
Nossos inimigos é que nos promovem. Eles é que nos fazem ter disposição, força para lutar e vencer.
Eles é que criam as barreiras pra que possamos passar e obter vitória.
