Amor Sincero e Nao Correspondido
A estrada é longa mas eu vou seguir
Se eu cair, me levanto não vou desistir
Buscando um caminho que me faz progredir
Nas mãos de Deus entrego meu ir e vir.
Trezentos milhões de crianças “passam hoje fome em todo o mundo.
O dia das crianças não pode ser apenas poesia por um dia.
Eu não quero ter riqueza de bens materiais, Mas quero ter a riqueza da alma. Do que adianta ter todo o dinheiro do mundo e ser pobre de espírito?💸😧
Os maiores líderes não fazem as coisas buscando reconhecimento, mas sim porque é o certo a ser feito.
Não leve a vida tão a sério. Afinal, você nem sairá vivo dela.
Eu não posso te garantir que sempre haverá sorrisos em meu caminho, mas eu posso lhe garantir que no meu caminho existe Deus, e com Ele eu prefiro estar, sendo chorando ou sorrindo.
Porque é Ele quem me faz entender que tudo é de sua permissão, e que nada é em vão, o choro serve para dar valor ao sorriso, e o sorriso serve para dar valor a vida.
Quem não sabe trabalhar em equipe e se relacionar com a hierarquia, não sabe viver em um democracia.
Não é só a inércia a responsável pelo fato das relações humanas se repetirem caso após caso indescritivelmente monótonas e viciadas. É a inibição frente a qualquer experiência nova e imprevista com a qual não nos achamos capazes de lidar. Mas só alguém que esteja corajosamente disposto a qualquer coisa, que não exclua nada, nem mesmo o mais enigmático, viverá a relação com o outro como uma experiência viva.
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
