Amor Sincero e Nao Correspondido
A maioria das pessoas não faz ideia do que é amar realmente. É óbvio que o amor dói, afinal, se não doesse, não poderia curar. Hoje as relações são pura conveniência. Até diria que o amor respira por aparelhos na Era moderna, e logo deixará de existir. As pessoas são carentes, não querem aquela pessoa que amam, mas sim qualquer pessoa, e quando essa pessoa não é mais conveniente, simplesmente trocam como se o outro fosse uma peça de desmanche de automóveis.
O "amor gourmet" nunca foi e nunca será amor. Se você pode esquecer alguém em questão de dias, semanas ou meses, se pode descartar e seguir em frente com uma noite de choro pelo apego, nunca foi amor. Viver assim pode até ser mais seguro, afinal, por um lado, jamais terá seu coração quebrado, mas por outro, nunca vai conhecer o oposto de ter um coração partido, e nunca vai crescer ou saber o que é amar alguém tanto quanto a si mesmo. Nunca terá tido a coragem mais perigosa do mundo.
- Marcela Lobato
O amor promove a cura, traz conforto, oferece carinho e serenidade. Não se deve confundir esse sentimento com as emoções que existem entre indivíduos; refiro-me ao amor universal, que nutre e ampara um animal sem lar, protege os vulneráveis e combate as injustiças.
Ser pobre não impede o amor.
Quem acolhe um animal só precisa de humanidade.
Status não aquece, não cuida, não ama.
Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".
Cobramos reciprocidade naquilo que fazemos por interesse;
Naquilo que fazemos por amor, não cobramos nada em troca.
AMOR INCONDICIONAL
Se algum dia sentires cansaço
Se a dor dilacerar o teu peito
Não desistas! Para tudo há um jeito
Não desperdices tua energia.
Pensa em Deus ! Fala com Deus!
E jamais te desesperes
E, então, aonde fores e onde estiveres
Sentirás que a força do Seu braço,
É o maior, o mais puro dos abraços
E que Ele te proteje, noite e dia!
Maria do Socorro Domingos
Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.
O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.
A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.
Hoje eu não vou pedir.
Hoje eu vou agradecer pela vida.
Pelo amor forte, valente e verdadeiro
que sustenta a alma mesmo nos dias difíceis.
Gratidão pela paz que silencia a guerra interior.
Pelo ar que entra nos pulmões como bênção,
renovando forças, limpando pensamentos,
lembrando que viver já é um milagre.
Gratidão por cada amanhecer concedido,
por cada fôlego, por cada recomeço.
Hoje não peço nada.
Hoje reconheço.
Hoje agradeço.
Quero tanto um casamento
romântico, pra não ter dúvidas
que casei por amor, mas a minha
loucura acaba com todo o meu
romantismo.
Só desejo que as garrafas com as cartas de amor sejam encontradas, e o carteiro não devolva nenhuma ao remetente.
