Amor Sincero e Nao Correspondido
Primeiro, não queremos perder
É lógico não querer perder.
Não deveríamos ter de perder nada:
Nem saúde, nem afetos, nem pessoas amadas.
Mas a realidade é outra:
Experimentamos uma constante alternância de ganhos e perdas.
Segundo:
Perder dói mesmo.
Não há como não sofrer.
É tolice dizer não sofra, não chore.
A dor é importante.
O luto também.
Terceiro:
Precisamos de recursos internos para enfrentar a tragédia e a dor.
A força decisiva terá que vir de nós, de onde foi depositada a nossa bagagem.
Lidar com a perda vai depender do que encontrarmos ali.
A tragédia faz emergir forças inimagináveis em algumas pessoas.
Por mais devorador que seja, o mesmo sofrimento que derruba faz voltar a crescer.
Quando é hora de sofrer não temos de pedir licença para sentir, e esgotar, a dor.
O luto é necessário, ou a dor ficará soterrada, seu fogo queimando nossas últimas reservas de vitalidade e fechando todas as saídas.
Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse:
bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias possíveis e projetos até impossíveis.
Primeiro, não queremos perder.
A falta de sensibilidade só trás decepção, pois as pessoas sabem abrir feridas, mais não sabeem fecha-las !
A imprensa publica, mas tudo indica que a justiça não lê!
Diz que é cega, mais o lado dos colegas ela sempre vê!
No final, essa foi a escolha que você fez, e não importa o quão difícil foi fazê-la. O importante é que você fez.
Eu treinei 4 anos para correr apenas 9 segundos. Tem gente que não vê resultados em dois meses e já desiste.
Afastando Amigos, família, qualquer pessoa ao meu redor. Não podem ficar ao meu lado, apenas passam por mim. A flecha ainda desvia do alvo chamado relações humanas.
Você não ama ninguém
Nem me deixa ir além
Eu tenho medo de te perguntar
O que a gente é
Você abala minha fé
As pessoas mais interessantes são as mais simples, por não terem a arrogância em se achar superior a ninguém.
''É com elas que eu me identifico.''
“Protegei-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri e da grandeza que não se inclina perante as crianças.”
