Amor Sincero e Nao Correspondido
Os vilões da felicidade e união da vida a dois, tachados de exterminadores do amor conjugal, são o desprezo, o excesso de críticas, a defensiva e o silêncio.
Quem deseja nutrir o amor conjugal deve sacrificar seus desejos em primeiro lugar em detrimento da felicidade do seu cônjuge.
Após as eleições vemos candidatos nos exercícios de suas funções, exercendo cargos por amor aos seus parentes, amigos e cidades, em vez da nação.
O que mais estraga a alma de qualquer ser humano é recusar viver no amor de Deus, trocando-o pela paixão do seu trabalho.
Somente os sacerdotes fiéis, justos, sábios e cheios de amor é que poderão conseguir a felicidade do rebanho, sua multiplicação e seus ministérios, em prol do crescimento e da edificação do corpo de Cristo.
O que falta aos encontros de casais é o tema sobre educação, amor e respeito conjugais, onde se pode pregar nos púlpitos da igreja ou nas escolas dominicais, cujas eventualidades é de interesse a todos.
Em um relacionamento conjugal e familiar a melhor limpeza é aquela em que a vassoura do amor limpa do coração e da sua casa todas as palavras de críticas e ofensas contra a santidade do seu cônjuge em benefício da sua própria felicidade.
A presença de divórcio em um casal é sinal de falhas constantes do amor e do respeito, onde ambos deveriam nutrir seu relacionamento com as mesmas intenções prometidas no altar do seu matrimônio.
Bondade, juízo e misericórdia devem ser as amostras grátis do coração dos irmãos que demonstram amor uns aos outros.
O verdadeiro amor conjugal, mesmo em avançada idade, entra com as seguintes peças do tabuleiro: fidelidade, exclusividade, igualdade, amizade, sinceridade e cordialidade e felicidade, até que a morte as separem.
Vivemos em um mundo perdido nos sentimentos, romantizam o amor em fúria e desprezam o amor cuidadoso.
Pouco me admirar alguém dizer que entende do amor, mas, o que mais me admira é ver alguém dizer que não entende, mesmo vivido tantas coisas.
O mundo necessita de poetas
Poetas esses
Que entende o amor
O ódio
O desejo
A tristeza
Para trazer assim
O conhecimento aos não poetas.
Hoje, eu pergunto a você
Dobramos esquinas como páginas
Escrevendo amor em tempestades
Por que fomos incomuns?
