Amor Sem Sofrimento
Morrendo sem saber
Laços carinhosos já não me recordo mais
Sinto você caminhando em minha mente
Já não sinto a euforia de viver
quero retornar ao tempo de criança
brincar e poder assim novamente, ser feliz.
Por quê partistes?
Eu não deveria ter conhecido você
Rindo na cara da morte
Tudo que eu falo não faz sentido
Eu não faço sentido
A morte?, quanto mais penso nisso, mais fico excitado
Talvez seja porquê minha mente seja doente e cansada
A morte não é nada do que mais uma nova aventura para o meu ser tão imundo.
E quando ela veio
Chegou sem receio
De mudar meu caminho
De tirar o meu medo.
Me fez incapaz
De olhar para trás
Fez viver minha vida
Sem haver tanto faz.
Se vejo teus olhos
Por dentro conclamo
Sejas minha, querida
Pois pra sempre te amo.
"Amar é bom, mas perigoso. É possível termos, temporariamente, a maior desilusão de nossa vida. Impossível ninguém ter sofrido por amor em uma vida inteira. Apaixonamo-nos fácil pelas pessoas erradas. Não é difícil se apaixonar, difícil mesmo é encontra outra pessoa que corresponderá ao nosso amor."
Eu esqueço o meu mundo pra cuidar do teu, me pego olhando os seus olhos, admirando cada parte do teu corpo e sabendo o quão maravilhoso é o amor, o seu sorriso iluminando a minha escura alma, dando sentido a vida que a muito tempo não tinha luz. Em cada passo teu, em cada movimento, pétalas de esperança caem me rodeando e me fazendo cair em teus braços. O receio de te encontrar novamente se abrange dentro de mim, a impossibilidade dilacera o meu peito, caindo no abismo cavado por mim mesmo.
"Tem certas coisas que eu não sei dizer"
- Pra que sirvo eu?
Talvez a culpa seja nossa, talvez a culpa seja minha ou sua, talvez a sorte seja nossa. Afinal, o tempo deveria ter acabado com todo o sentir, e ele não o fez. Talvez a sorte seja mais sua do que minha, talvez seja...
Eu gostaria de não ser culpada, eu gostaria de não carregar a culpa, por não saber como te deixar no ontem. Como você sabe me deixar... Por não esquecer de todos os seus sorrisos e do seu cheiro.
Eu sei que diante das diferenças eu consigo te enxergar, eu nunca deixei de pulsar com a batida do seu coração.
Sim, talvez eu pague com o sentimento, mas eu juro ao universo que a culpa não é minha. Eu não tenho culpa de amar o seu mundo, o seu ser, as suas manhas, o seu ciúmes controlado ou não, eu não tenho culpa de ser o Fantástico mundo de Bobby, quando o assunto se refere a você.
Pois por você eu tenho me feito e refeito e você nem imagina, eu gostaria tanto que enxergasse o que os meus olhos enxergam.
Me perdoe por não conseguir ser o que eu deveria ser, me perdoe por eu não resistir a você... E mesmo quando eu sigo, eu sinto cada batida do seu coração. Eu sinto o seu cheiro... E quando eu acordo me encontro nesse pesadelo, então eu prefiro sim, acreditar que para os sonhos acontecerem, basta acreditarmos que eles são possíveis.
Das velharias que a dor deixou, o medo de reencontrá-la é o que eu mais temo, mas das velharias que o amor deixa, o desejo de reencontrá-lo é o que eu mais anseio.
Eu tão dona de mim, nunca achei que fosse tão difícil aceita e permanecer em uma decisão.
No final, até a rocha pode se desmanchar em cristais.
São tantas mentiras e tantas desilusões
Que eu repito todoa os dias como um mantra, até que se torne minha realidade :
Não sinto dor e não sinto sua falta pois vc hoje para mim não significa nada .
Sem Vontade de Viver
Sumir desse mundo eu queria
Meu corpo e alma no fogo queimar
Assim estou sem alegria
De viver nesse mundo sem Amar
O Amor em meu coração acabou
Deixou um vazio e uma dor
Que aos poucos vai se transformar
Em gelo, um Coração que não sente Amor
Acreditar nas pessoas não mais
Pois a decepção é dolorosa
Chega como um raio
Lhe derruba e maltrata
Com uma força que devasta
Ficamos sem chão
Perdermos o gosto pela vida
Seco e sombrio fica nosso Coração
Com o tempo não temos Salvação
Perguntamos onde erramos
O que poderia ter feito de diferente
Sem resposta nos angustiamos
Pensamos, pensamos e pensamos
E de nada lembramos
A vontade que temos é de morrer
Pois a dor é grande e não tem compaixão
Te mata aos poucos tirando não a vida
Mais a sua essência e o Amor do Coração.
Sobre a dor de amar... primeiro dói, depois dói mais, aí dói muito, e então começa a diminuir... mas aí você já é outra pessoa
Hoje, eu penso apenas em desistir. Desistir do que há em você que me faz te querer. Desistir de te querer, e de querer que me queira. Hoje eu não consigo parar de pensar em abandonar o que nós temos, para tentar achar a felicidade em outros portos. Contudo, eu simplesmente não posso. "O coração não obedece a razão" e eu acabo cedendo a tentação de te amar. E, te amando eu navego justamente na direção oposta.
Já não sinto vontade de viver
a noite é meu refugio
e a solidão minha amiga
conversamos sobre amores e o quão monstro me sinto
onde estou, o que me tornei?
Você é a representação de dor e sofrimento.
Controvérsias
Te escrevo esta lírica crítica poética
Como um tolo devaneio desta minha mente
Antes tão inerte, agora inquieta
Redijo substantivos e vocábulos
Tão mornos e oblíquos
Afim de encontrar acalento
À esta minha vida, morna e incerta.
De amantes a inimigos
Malditos escravos
De devaneios antigos
De estranhas aversões
Nossos nocivos estragos
Eu queria a calmaria
Do encontro das marés
Queria a melodia
Orvalhada dos ouropéis
Queria não ser tão estático
E poder não sentir
Essa minha dor
Mas não sei se queria
O privilégio de chamar-te de amor
No ápice de minha saudade
Houve um lapso temporal de desespero
Em que sem pudor ou medo,
Infligi a mim, uma dor de total desmantelo
Queimei-me a pele
Por não suportar o queimor que me aquecia por dentro
Meus epitélios pareciam desgrudar da derme
E seu nome não me saía da cabeça
A tu, eu perdi a sanidade.
Nem mesmo todo o tempo que passamos na estrada
Bastaria a compensar as horas que perdi delirando por ti
Queria não ter essa intensidade exacerbada
Mas das rosas que você me deu,
Sou a estragada.
Desvencilhei-me das lembranças tuas
Mas tua foto ainda está em minha cabeceira
Ainda sinto teu cheiro em pessoas alheias
Em minhas andadas rotineiras
Queria ter lembranças como as suas
Boas e puras
Mas nas minhas,
Só fomos dois inconsequentes
Cambaleando sob a linha tênue à margem da razão e da loucura
Beijei bocas das quais não lembro o gosto
Pousei em corpos estranhos, conhecidos e em tantos outros
Mas sempre foi você,
O fogo que me torna imune aos sopros
Estou numa bolha de inércia prestes a ser estourada
Meu mundo rosa tem coloração acinzentada
És parte fundamental desse caos instaurado em mim
E sem você, eu me resguardado
Nada mais vai ser cem por cento
Nada tem a beleza extraordinamente quântica
Linda, leve
Como teu sorriso e teus cabelos ao vento
Minha energia lasciva destruiu teu carro
E a minha sanidade,
Me trouxe os debates existenciais sobre a beleza da ida
Mas se eu não fosse azarada,
Não conheceria quem me ensinou a fórmula de resolução
Ou da destruição de minha vida
Toda a incompreendida chama que juravas ter
Era brasa molhada, fogo de palha
E agora, cobrança de saudade
Que só sobrou pra mim
Junto à esse romantismo ultrapassado
À imensidão de lirismo incompreendido
Você me trouxe de volta à monótona realidade.
Com a dor de ser o que sou,
Acabou.
Acabaram os vocábulos
Todos os numerados fósforos foram queimados
E apagaram
Só restou a fumaça
E a dor reconfortante de quem os segurou até o final.
Serei sua
Enquanto meus versos inconformados e desajustados
Insistirem em ser seus.
Thaylla Ferreira Cavalcante
Antônimos...
Fazes impune a festa de seu carnaval
Leve, pés que quase não tocam o chão
Delicados, flutuam no compasso
De meu insano e apaixonado coração
Sem planos de ser aclamada ou quista
Com teu olhar fitando o vago vazio chão
Estrela da noite, quiçá, a mais bela que há
Metade brilho, metade cais e solidão
Voas no ritmo, com o passar dos janeiros
Atriz, dona dos suspiros de minha alma
Tens de mim o reverso de cada meu verso
Quase santo, quase herege, em mim imerso
Me tomo por desabitado em minha natureza
Fico a admirar-te, capitã de meu lamento
E parto, estradeiro, cafuzo, sem norte
Me entregando silente ao revés da sorte
A gente tenta, a gente se importa, a gente corre atrás. A gente se arrebenta, a gente chora, a gente se desfaz. A gente ama, a gente perdoa, a gente sente demais. No fim nem a "gente" ta junto mais.
Tudo normal
Não duvide quando digo
Que tenho-te como amigo
Desde antes do sol se pôr
Juro pelo frio que nos abraça
Que desfaço essa cilada em que nos colocou
Tudo que vejo é azul e sereno
As faixas amarelas da estrada são intermináveis
Misturam-se com meus pensamentos
Eu e você
Juntos num quarto pequeno
Que sem você meus dias são nublados
Que você rouba o sol e seus raios
Que o motivo de tudo tem teus olhos amendoados
Se já fiz-te inquilino
Dei-te abrigo
Implorei atenção
Você vive mergulhado
numa realidade alternativa,
ébria e pouco habitual
Afinal,
Esse é nosso normal.
Thaylla Ferreira Cavalcante {A}
Bom, após ignorar todos os conselhos das pessoas que me rodeavam tomei como decisão ignorar o único Ser que não podia.
Não aconselharei a ninguém a tomar decisões se não for com amor. Se andas em uma vida monótona e morta, espere e anseie pelo renascer.
Direi ainda que minha pior atitude foi escolher a paz provida da fuga de uma batalha, me matei após ter perdido tudo o que me valia - Não era
dinheiro, não era bens materiais e muito menos orgulho.
Acovardado, sem um Pai e sem emoções, eu não tinha como valorizar o que passava na minha vida, não valorizei os outros que me amavam nem menos as suas atitudes mais benevolentes.
Agora terei de lidar com o estorvo de lidar comigo, carregarei um fardo amargo de todas as pessoas que magoei, pensando que eu poderia ter feito diferente, eu poderia ter tentado.
Eu nada ganhei além de amadurecimento, quem saiba a velha e boa sabedoria não me volte a ser valiosa?
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