Amor Saudoso

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ೋ ✿ Sentir e agradecer esses detalhes que dia a dia nos enchem os olhos , delicadezas que acalmam , nos fazem sentir que tudo tem um propósito maior que o nosso entendimento , e que estamos aqui aprendendo com as provações , evoluindo a cada emoção ... aprendemos que somos mais diante da magnitude linda da vida ... que com amor e carinho podemos compartilhar da verdade e da sinceridade sempre • ♡
Beijos anjos , um afago no coração !
ೋ ✿ Liahna Mell • ♡ •

De repente me peguei pensando em você, e pensando que pena que não está aqui para ver isso, para vivenciar isso, aí eu tive a seguinte revelação. Você deveria estar aqui comigo.

ೋ ✿ E o dia segue lindo trazendo estes detalhes que encantam ... que nos fazem ver que a felicidade é isso ... pedacinhos de ternura que afagam o coração !✿ ೋ

Minha energia pode te iluminar, tanto como te cegar. Tudo na vida é assim... é só saber fazer bom uso.

Depois de toda tempestade, aparece um arco-íris, então depois de todas as nossas brigas, aparecerá um "Eu te amo"

Você sumiu da minha vida, mas não do meu coração.
Você deixou uma ferida, espero que não seja em vão, volte, venha, por favor, seja meu amor.
Venha me curar, você desapareceu sem eu ver, mas vejo o rastro do meu sangue em você, em minha dor irei caminhar, até um dia te encontrar, espero que esse dia você não tenha outro a amar.
E quando eu olho pra você, o mundo para de vagar
Meu coração acelera, esse é meu jeito de te amar.

Sempre deixei muito claro que: Não faço sentido, sou uma bagunça, você poderá sair machucado...

O ruim é ter a sensação de estar amando só, de não ter segurança em nada, um sentimento que a qualquer momento tudo pode acabar.

Um dia a pessoa te ama, no outro dia ela já tá amando outra pessoa.

Quantas coisas boas
você já perdeu
Procurando o que não era teu

CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.

⁠"Se não deu certo uma vez
é porque não tinha que ser,
não insista, às vezes aceitar
Pode ser a forma mais difícil de entender,
que seguir em frente é a melhor solução.
Mas eu sei que nos faz pensarmos,
que nada mais nessa vida não será como antes."

O tempo parece curto demais quando o assunto é viver. Porque é mais fácil culpar o tempo que só passa sem se defender. Então quando a morte chega, a gente se assusta. E o tempo continua passando. Falamos que a vida é um sopro. Que a vida é curta e temos que aproveitar. O tempo passa sorrindo e a gente se envergonha de culpar o tempo por todas as chances perdidas. Sinceramente, não sei nada sobre a vida, mas sobre viver todo dia aprendo um pouco. E já aprendi que tempo existe pra quem tem vontade.

“Despiu-se das velhas crenças
rasgou os preconceitos,
tirou dos pés as amarras,
calçou a coragem.
Sua nova roupa é transparente
revelando ousadia
não se vestiu de ceda,
se renda, nem de alinho fino
vestiu-se de amor e
revestiu-se de alma.
Ela vive na contramão do mundo
é natural que pareça ser um erro.
Mas ela não se vestiu de “ceda”,
não me refiro à seda tecido, e sim
a ceda do verbo ceder.
Ela não se vestiu de ”ceda” para
ceder ás pressões do politicamente
correto, corrupto.
Ela não se vestiu de “renda”
e não me refiro a renda tecido,
mas sim a renda do verbo render
e a renda, receita, salário.
Ela não se vestiu de se renda
para se render ás convenções dogmáticas
e não se vende a verdades absolutas,
discriminatórias, carregadas de
esteriótipos e intolerância.
Ela não se vestiu de “alinho”,
não me refiro ao linho tecido e sim
ao alinho do verbo alinhar.
É natural que pareça ser um erro,
mas ela não se alinha ás regras
e não se iguala àqueles que julgam
as escolhas alheias como sendo erradas
por serem diferentes das suas.
Pode até parecer um erro, e ela erra muito,
mas se vestiu de amor, e não me refiro a vestes
de tecido ou ao tecido da pele, pois nela
o amor é sangue em movimento continuo,
circula, propaga-se, renova-se.
E revestida de alma vivi.
No mundo, talvez, seja comum condenar
os erros alheios, mas através de alguns erros
é possível aprender, apreender e ensinar
e ainda assim nada saber, pois
o conhecimento é vivo e mutável. “

Viviane Andrade

⁠Vou ser direto!
Gosto muito de você
Não como amigo, tem algo mais
Algo que não me deixa em paz
E me dá gosto de viver

Quero te ver breve se possível
Quero te ter, sem sofrimento
Quero aproveitar cada momento
Num único mundo sensível
Que seja indivisível
Como um simples sentimento

Saiba!
Que a cada verso e vontade
Eu quero ter-te
Nessa ou em outra realidade

Chamas

Você era fogo.
Eu já sabia disso.
Mesmo assim.
Eu arrisquei.
E me joguei na suas chamas.
E foram as chamas mais intensas que alguém ja me fez sentir!

MEDITAÇÃO DO DUQUE DE GANDIA
SOBRE A MORTE DE ISABEL DE PORTUGAL

Nunca mais
a tua face será pura limpa e viva,
nem teu andar como onda fugitiva
se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.

Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
do teu ser. Em breve a podridão
beberá os teus olhos e os teus ossos
tomando a tua mão na sua mão.

Nunca mais amarei quem não possa viver
sempre,
porque eu amei como se fossem eternos
a glória, a luz e o brilho do teu ser,
amei-te em verdade e transparência
e nem sequer me resta a tua ausência,
és um rosto de nojo e negação
e eu fecho os olhos para não te ver.

Nunca mais servirei senhor que possa morrer.

Nunca mais te darei o tempo puro
Que em dias demorados eu teci
Pois o tempo já não regressa a ti
E assim eu não regresso e não procuro
O deus que sem esperança te pedi.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Deus te dá em dobro o que desejaste ao teu semelhante.
Ame ao próximo e serás amado,
Respeite para ser respeitado,
Plante a semente da verdade e colherás frutos da vergonha,
Queira o bem e serás abençoado,
Deseje a paz e viverás melhor,
Simplesmente viva a vida.

Amo você, ainda que o sol se esconde
Ainda que a lua me abandone
Preciso apenas fechar os olhos
Para ver que no meu pensamento Vc está
apenas em um olhar na minha mente
Você está em todo lugar em qualquer lugaa
Mesmo na distância e nas dificuldade
Nosso amor perseverá e continuaria
Contrariando todos os fatos
Vou para junto de teu Abraço
Porque novamente aquele perfume
que outrora tinha mas agr se esconde

Para os teus cabelos só posso dizer
Que outro cheiro não há de melhor
Apenas pelo tamanho e pela perfeição
Me deixou apaixonado pelo anjo que o tinha

Para as suas bochechas eu digo
Sempre que sorria
suas covinhas aparecia
Me deixou mais encantado
Estou como um bobo apaixonado

Para sua boca eu digo ....
só se embebesse um anjo de vinho
E obrigasse a desser , avistaria outra blz dessa maneira
Seus lábios tão perfeitos
Profundamente provocantes
E aquele sorriso...
Quando sua boca abria
Seu sorriso iluminava o meu dia

Não vou nem tentar falar de seus olhos
Porque as palavras não são
Sem exceção, grandiosa o suficiente
Para descrever o lugar onde tudo que havia
Foi o seu olhar que eu não esqcia

Vou parar por aqui agora
Para não perder a mente
Porque ao lembrar de vc , minha mente
Nesse mundo não mais reside....

Isso só pelo rosto , hj vou dizer
Para sempre saiba , eu amo você

Eu te peço,não me deixa ir,não deixa morrer isso tudo que eu cultivo aqui no peito,e é seu,pra você.
Não,não diz que tanto faz,eu sei que pra você tanto faz,mas não me diz.Não pensa que eu não vou embora,posso te surpreender,eu sinto tanto,sinto muito,mas se não houver mais opçoes,me desculpe,se for pra escolher,eu prefiro continuar sendo minha,e esqueço você.