Amor que Morreu
Adeus à Malandragem
A malandragem morreu,
o futebol perdeu o coração.
Vinicius erra, Neymar insiste,
não há mais Ronaldo, Romário, Tafarel.
O gol não vibra, o estádio não grita,
só sobra a saudade de um Brasil que jogava com alma.
Helaine Machado
É aqui e agora que o tempo se divide, tudo que eu fui acabou, tudo que eu poderia ser morreu, agora é apenas eu tomando as rédias de minha própria vida sem ter que me lamenta publicamente, não se preocupe colocarei um sorriso no rosto, um brilho no olhar e quando me perguntarem como estou vou apenas responder, estou indo, sem muita bagagem, na mochila carrego apenas lembranças de um passado incompleto que daria até um livro de romance ou um filme com altos e baixos, com felicidades e tristezas, vou levando, a vida me ensinou a levantar a cabeça novamente e a seguir, porque topadas e quedas não nos matas apenas arranha e encaliça e você consegue a sobreviver com cada queda e topada que vida lhe encarrega de lhe oferecer.
O que é isso minha gente?? O orkut já morreu! Já virou antiguidade! Você não percebeu? Tá tudo acabado! Foi piorando a cada mês! E aí Facebook? Chegou a sua vez!
A cada momento meu coração se mostra diferente um vazio sem explicação, morreu o sentimento que algum dia existiu .queria sentir só mais uma vez esse brilho que muito tempo me fez sofrer ,preciso saber onde me encontrar ou até simplesmente chorar e não conseguir resistir o meu mundo refleti em tí fico horas,messes e ano preso na escuridão sei que estou perdido mais, tentar combater esse mal que me faz ter pesadelo pois estou depressivo , o que está acontecendo comigo pouco a pouco estou perdendo o foco a visão e por vez estou cego, sei que na vida tem muitas pessoaS que tem problemas maiores do que eu e com muita fé procuro absorver os problemas da sociedade para esse mundo voltar o que um dia tinha cores e não escuridão igual atualmente e só posso ficar de joelhos e pedir perdão e segurar o fardo pesado e pagar por todas as dores do mundo e esperar por um milagre acontecer a cada dia preciso de um abraço para curar as feriadas as dores e por mais que estou sem sentimentos tenho amigos que sempre me ajudaram a me levantar e pouco a pouco. agradeço a deus por ter amigos sagrados. projov
Quando tudo lhe parecer perdido e você achar que a esperança morreu tenha fé em Deus e siga sem temer a vida...
Ah, o José morreu;quanta dor!
Um dia cinzento, a tristeza da família.Por demais os prantos da despedida.Flores,coroas,e tudo fica aqui.
Que felicidade, hein José?!
O poeta não morreu
Foi ao inferno e voltou
Conheceu os jardins do Éden
E nos contou...
Mas quem tem coragem de ouvir
Amanheceu o pensamento
Que vai mudar o mundo
Com seus moinhos de vento...
Essa história de que Elvis não morreu, além de me dar nos nervos, deixa-me anisioso feito noiva "na véspera".
Será que também eu não vou morrer nunca? Mas que coisa...
Como dizia Chico Buarque...tem dias que a gente se sente,como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente ou foi o mundo então ... São dias assim que levanto a minha cabeça olho pro céu nublado e friozinho e quero voltar pra cama ...
Se aquele cara dentro de mim morreu sua parcela de culpa também existiu, mais é hora de esfriar a cabeça e deixar tudo continuar por que o show não pode parar...
Esperança é a última que morre.
E a minha morreu.
Mas não pense que foi por falta dela,
E sim porque a perdi.
Morreu. Fedeu!
Lembro-me do nem tão velho avô Pacheco, que morreu nos anos 60.
Filho de portugueses, com um grande coração de homem rude, quando ouvia o comentário de que alguém havia morrido logo soltava a perola. Morreu fedeu.
Sei lá porque cargas d’água, quando eu almoçava na casa dele ele sempre perguntava:- Mais um bife? E eu educadamente agradecia. –Não obrigado. E ele retrucava: - Mais fica.
Como se vê, ficaram essas lembranças que com a aparência de rudes explicavam ao neto, as verdades da vida com poucas palavras.
Morreu. Fedeu!
ENCONTRO COM A PALAVRA
"Aqui jaz Fernando Sabino. Nasceu homem, morreu menino". A frase poética escolhida pelo autor de "O Encontro Marcado" para a sua lápide expõe de maneira sucinta, mas explícita, um pouco da personalidade, dos desejos e anseios de um protagonista da palavra. Um autor cuja pena produziu, desde a mais tenra juventude, textos fundamentados na sensibilidade capaz de captar a angústia humana como poucos de sua geração souberam fazer. Sobre ele, um dos maiores críticos literários brasileiros, Antonio Cândido, avalia: "Fernando tinha um olhar infalível para os pormenores expressivos e uma capacidade prodigiosa de invenção verbal". Com a morte de Sabino, encerra-se um tempo singular que, por um desses desígnios inexplicáveis, teve o mérito de reunir, em uma mesma época e em um mesmo cenário - a cidade de Belo Horizonte -, o famoso quarteto de escritores mineiros composto por Sabino e pelos amigos Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Sabino foi o único dos quatro a chegar aos 80 anos. O único a sentir a ausência corrosiva provocada pela perda das grandes amizades. Suas dezenas de romances, crônicas, novelas, correspondências e relatos de viagem trazem em sua essência o cerne de um dom raro: o de fazer dessas histórias uma ponte entre a ficção e a reflexão. Um elo entre o eu e o outro. Entre o particular e o universal. A narrativa de Sabino instiga os leitores à realização de uma busca rumo ao autoconhecimento - virtude característica dos grandes mestres da palavra. Foi assim com o personagem Eduardo Marciano que, desde 1956, com a publicação de "O Encontro Marcado", prossegue arrebatando corações e mentes. A escrita fluente e a leveza que dava a textos de temáticas muitas vezes angustiantes nasciam de um cuidado extremista de Sabino com a palavra. O mesmo que dedicou à música. Eclético, como todos que possuem espírito inquieto, Sabino era baterista de uma banda de jazz - estilo caracterizado pelo predomínio do improviso sobre a técnica. Assim também era Sabino na literatura: artista cujo compasso ritmado era marcado pela junção da técnica e da sensibilidade. A perda do escritor mineiro já seria motivo suficiente para que o reino das palavras ostentasse luto por prazo indefinido. Entretanto, dois dias antes, o mundo das letras, da filosofia, do pensamento dava adeus ao filósofo Jacques Derrida, famoso pela teoria da "desconstrução", cujo princípio era desfazer o texto do modo que foi previamente organizado para revelar significados ocultos. Suas pesquisas apontavam que, tanto na literatura como nas demais formas de arte, é possível observar - por meio de análises detidas - numerosas camadas de significados não necessariamente planejados pelo criador da obra. Assim como Sabino, Derrida era o único sobrevivente de um grupo ímpar de personagens que ajudaram a compor a história de uma geração. Juntos, Althusser, Barthes, Deleuze, Foucault, Lacan e Derrida tornaram-se conhecidos como "os pensadores de 1968". Desde então, o filósofo contribuiu sobremaneira para o entendimento de questões essenciais à compreensão do século 20. O autor de "Espectros de Marx" não se furtava, mesmo já muito doente, o direito de viajar pelos continentes lançando luzes sobre temas variados e polêmicos como a literatura, a política, a ética, os conflitos árabe-israelenses, a luta contra o aparthaid, os últimos atentados em solo americano, a rapidez dos processos tecnológicos. Derrida era um cidadão do mundo, um homem que viveu apaixonadamente e defendeu sua ideologia e seus propósitos de todos os modos. A justiça, os direitos humanos, a conquista da cidadania e a dignidade da pessoa humana eram, invariavelmente, bandeiras que empunhava em favor da edificação de um tempo mais pacífico e igualitário para povos e nações. Foi ele, também, o criador, em 1983, do Colégio Internacional de Filosofia, a que presidiu até 1985. Sem dúvida, as vidas de Sabino e de Derrida são exemplos de entusiasmo e de dedicação. Convites a uma existência mais pró-ativa, passional, conectada à nossa verdade interior e à procura da felicidade individual que se expande para o coletivo. Foram-se dois grandes homens. Ficam duas grandes lições. Que todos tenhamos sabedoria para apreender os ensinamentos que deixaram em seus livros e que os manterá, para sempre, vivos. Afinal, como afirmou Derrida em uma das tantas entrevistas que concedeu: "(...) a vida é sobrevida. Sobreviver no sentido corrente quer dizer continuar vivendo, mas também viver após a morte".
Publicado no jornal Diário de S. Paulo
Não se esqueça, Jesus morreu na cruz para salvar a nossa alma e não para nos dar riquezas terrenas como muitos tem mostrado por aí, são invenções humanas. Lembre-se, se Deus quiser te dar riquezas ele dará, não por causa de sacrifícios orientados, mas porque você colocou o seu Reino em primeiro lugar e as demais coisas ele quis lhe acrescentar.
Se alguém me ver e pensar que eu estou com cara de enterro. Ninguém morreu e nem sou eu que estou morrendo. Apenas recebi meu salário.
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