Amor pela Escola
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Nota: Trecho do "Poema 20" de Pablo Neruda
Minha maior tristeza é que todo novo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muito tempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes.
O amor é mais pleno quando as pessoas envolvidas não precisam do outro para se sentir realizadas. O amor transcorre mais serenamente entre aqueles que se sentem inteiros, desprendidos e então podem se entregar.
Nenhuma técnica psicológica funcionará se o amor não funcionar.
A feiura é o meu estandarte de guerra. Eu amo o feio com um amor de igual para igual.
O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
- Por isso nunca se canse de amar, algum dia você verá os grandes frutos do seu amor que foi sempre cultivado.
Porque eu te amo, tu não precisas de mim.
Porque tu me amas, eu não preciso de ti.
No amor, jamais nos deixamos completar.
Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários.
O amor é grande mas cabe no breve espaço de beijar.
Nota: Trecho adaptado do poema "Amar se aprende amando" de Carlos Drummond de Andrade. Link
Quem é homem de bem, não trai o amor que lhe quer seu bem.
Nota: Trecho da música "Berimbau", composta por Vinicius de Moraes e Baden Powell. Link
Apenas seguir em frente. Primeiro, porque nenhum amor deve ser mendigado. Segundo, porque todo amor deve ser recíproco.
Caminhamos ao encontro do amor e do desejo. Não buscamos lições, nem a amarga filosofia que se exige da grandeza. Além do sol, dos beijos e dos perfumes selvagens, tudo o mais nos parece fútil. Quanto a mim, não procuro estar sozinho nesse lugar. Muitas vezes estive aqui com aqueles que amava, e discernia em seus traços o claro sorriso que neles tomava a face do amor. Deixo a outros a ordem e a medida. Domina-me por completo a grande libertinagem da natureza e do mar.
Amor é fogo que arde sem se ver.
Nota: Trecho de soneto de Luís de Camões.
É que o amor é essencialmente perecível, e na hora em que nasce começa a morrer. Só os começos são bons. Há então um delírio, um entusiasmo, um bocadinho do céu. Mas depois! Seria pois necessário estar sempre a começar, para poder sempre sentir?
Viver, viver e ser livre. Saber dar valor para as coisas mais simples. Só o amor constrói pontes indestrutíveis.
Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor. O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até as traições. Sem perdão não há amor!
É só acreditar que o amor é eterno que ele termina. É só acreditar que o amor terminou que ele recomeça.
