Amor pela Escola
Amor de Pai ...
O amor de PAI tem raízes
Quando põe filhos no mundo
Se alguém os faz infelizes
Vive em desgosto profundo
Chora de noite e de dia
Sem nada poder fazer
Nunca mais tem alegria
E assim vive até morrer
Quando em trabalhos me vi
Metido em grandes sarilhos
A vida a Deus ofereci
P’ra me salvar os meus filhos
Eu tenho uma cama assim
Que faço com todo o jeito
P’rós afagar junto a mim
A noite quando me deito
Eu queria ter junto a mim
Os dois filhotes que fiz
Não podendo ser assim
Não me sinto um pai feliz
Queria falar com Jesus
Que tanto poder encerra
P’ra me aliviar a cruz
Que eu carrego na terra
Agarro-me á minha cruz
Como se fosse um troféu
Que foi o que fez Jesus
E no fim ganhou o Céu
Muito gostava eu de ver
Mas é feito a horas mortas
Deus do Céu a escrever
Direito por linhas tortas
Amor de Almas
Nesta vida encontrei um amor
Um amor que eu já tinha vivido
Em outras vidas passadas
Como o mesmo sentimento trazido.
Amor este até hoje
Inexplicável
Que mais uma vez embriaga o meu peito,
Mexe com minha cabeça
Que com a sua alma pura e serena
Faz eu ficar tão louco desse jeito.
Agora vivo essa dúvida
Se em outras vidas te encontrarei novamente,
Para mais uma vez desfrutar do seu amor
E mais uma vez minha alma
Te amar incansavelmente.
Após essa passagem o nosso corpo
Jamais sofrerá nenhuma dor
Pois encontraremos além dessa vida
Na certeza de um dia
Nós nos amarmos
Com todo Amor de Almas!
Querida filha,
eu tenho por você um amor incondicional.
E por mais que o tempo passe e que barreiras surjam em nossos caminhos, nada irá me separar de você, minha filha querida. Pois sou conhecedora da sua garra e da sua determinação. O que tenho por você é um sentimento inexplicável, tão forte que até daria minha vida por você. Jamais quero me afastar de você, meu amor. Isso não está em meus planos. E sim! Quero que cresça do mesmo jeito que é hoje.
Amável, suave e guerreira. Eu estarei sempre por perto e lutarei com todas as minhas forças pela sua felicidade. Pois você sempre me surpreendeu com seus belos conselhos e superou todas as minhas expectativas. Posso afirmar que sou uma mãe hiper realizada. Eu sou uma explosão de felicidade. E eu fico sonhando, acordada e dormindo, mas apenas com o teu crescimento. Te amo, minha filha!
"Às vezes o amor é tão frágil que pede silêncio, respeito e tempo, para depois poder agir da forma mais sábia possível, pois a melhor só Deus é capaz."
Acho que é por esta razão que as pessoas tanto associam o amor à mágica. Às vezes alguém me mostra um pouco dele, e depois o faz desaparecer numa cartola. E eu me pergunto: ei, como você consegue fazer isso?
(Eu já sabia)
Preservar memórias é um gesto de amor com o tempo.
É recusar que os dias importantes se dissolvam no esquecimento apressado da rotina.
A fotografia revelada carrega um peso diferente. Ela atravessa o toque, o olhar demorado, o silêncio que se cria diante de uma imagem que permanece. Não depende de bateria, de senha, de um arquivo perdido entre tantos outros. Ela existe. Está ali. Respira junto com a casa.
Os passeios registrados não são apenas lugares visitados — são estados de espírito vividos. O riso que escapou sem aviso, o vento no rosto, a mão que segurou outra com força. Quando essas imagens ganham moldura, deixam de ser apenas lembranças pessoais e passam a fazer parte do ambiente, da história cotidiana, da identidade de quem habita aquele espaço.
Uma fotografia emoldurada não é decoração.
É presença.
É memória que se recusa a ser esquecida no fundo de um celular.
É o passado caminhando suavemente ao lado do presente.
Há algo profundamente humano em passar por uma parede e ser atravessado por uma lembrança. Em parar por alguns segundos diante de uma imagem e sentir o coração reconhecer aquele instante. Como se a vida dissesse: isso foi real, isso foi seu, isso valeu a pena.
Emoldurar fotografias é escolher o que merece permanecer visível.
É dar honra aos dias que nos moldaram.
É permitir que as memórias nos acompanhem, não como nostalgia, mas como raiz.
Porque algumas lembranças não nasceram para ficar guardadas.
Elas nasceram para serem vistas, sentidas e revisitadas — todos os dias.
Por Jorgeane borges 8 de Janeiro 2026
Somente por amor a gente se arrisca.
É por amor que caminhamos em direção ao que não sabemos explicar, como quem segue uma miragem no meio do deserto. Sabendo, no fundo, que pode não ser real — e ainda assim indo. Porque o amor não pede garantias, pede entrega.
O amor nos ensina a decifrar silêncios, a escutar o que não foi dito, a tocar mistérios com mãos trêmulas. Ele nos faz acreditar em promessas que ainda não existem, em destinos que só se revelam para quem ousa permanecer. É uma música que começa baixa, quase imperceptível, mas que cresce dentro da gente até não caber mais no peito.
Há algo de miragem no amor: ele cintila à distância, nos chama, nos ilude e nos salva ao mesmo tempo. Às vezes é engano, às vezes é esperança. E mesmo quando descobrimos que não era água, seguimos adiante, porque a travessia também nos transforma.
Amar é arriscar-se ao impossível. É atravessar desertos internos guiados apenas por uma melodia que insiste em tocar. É escolher sentir, mesmo sabendo do cansaço, da sede, da queda. Porque só o amor nos convence de que vale a pena ir além do que é seguro, além do que é lógico, além do que é visível.
E no fim, mesmo que a miragem se desfaça, algo permanece: o som da música que nos moveu. A coragem de quem ousou. A certeza de que só por amor a gente vai tão longe.
Por Jorgeane Borges
Pessoas que levam a frente um amor distante são fortes, o que não quer dizer que os casais que estão próximos sejam fracos, é que eles são sortudos e não que os que estão distantes não tenham sorte, é que a deles ainda há de vir.
Não me dou pela metade,
não sou tua meio amiga nem teu quase amor.
Ou sou tudo ou sou nada.
Não suporto meios-termos.
Andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo(a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: never.
POESIA
(A Prece do Amor)
A inspiração aflora
A poesia acontece
É chegada a hora...
De o amor mostrar-se em prece.
Eu quero
Quero uma amor que me ame incondicionalmente
que me chame de louca
que me trate como menina
e me ame como mulher
quero um amor que me de bom dia
que suspire por mim
que me guie no horizonte
que saiba sorrir
nao quero so um amor que simplesmente me diga
Eu Te Amo
Quero um amor que me faça dizer
que faça sonhar
que me tire do chao me leve nas nuves
que me puxe pra terra e mostre o quanto me ama ....
Pois dizer Eu Te Amo é facil demais
Faze-lo sentir na sua essencia e mais dificil
Me ame, me mostre ,me faça acreditar !!!!
