Amor e Orgulho

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⁠Uma das coisas que mais me orgulho, mesmo em completo silencio, é que o mundo seria bem mais fácil e superficial, sem mim.

Inserida por ricardovbarradas

SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.

A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠⁠Ego e orgulho é um negócio perigoso, e quando feridos,por um parceiro,são facilmente confundidos com amor e paixão,essa confusão é uma armadilha fatal.

Inserida por PedrinaAbreu

⁠Me orgulho de não ter medo de sentir, com a sabedoria de evitar o que não é recíproco.

Inserida por PedrinaAbreu

Às vezes é necessário deixar de lado o orgulho, a vaidade, a arrogância e sentar de frente com o amor para entender os fatos que há muito estavam ocultos.

Inserida por Rita1602

Razões deixa de lado
O ultimo adeus, não tem aviso
Orgulho alimenta a minha ignorância e fortaleci meu ego
Errado não acho, amar a se próprio as vezes e preciso
O dito, não dito que com palavas são retorcidos
Um velho novo amor!

Inserida por Buckler

Me dói não ir sua procura.
Mas abdicar do meu orgulho também machuca.
Por que não vem à minha busca?
Ah se soubesse que, para mim, sua voz é musica.
A ausência do teu beijo me perturba.
E o seu corpo? Poesia nua.
Desperta-me aquela paixão crua.
Mas és fria mas também bela, como a Lua.
Jogado na rua, me perco em meus lençóis, à sua procura.
Se sou sua paixão? Assuma.
Nossa distância e sua ausência nos machuca.
A lembrança me conforta.
E a solidão? Surta...

Inserida por wikney

⁠"Ela sonha em ser a minha musa, no escuro do meu quarto.
Pra ela é motivo de orgulho, ver-se em minhas palavras e perceber que inspirou mais uma do Famigerado.
Mas o preço é caro.
O gosto fica na boca e a pele ferve num tom acalorado.
O coração palpita ao ler as leviandades, de um homem apaixonado.
Ela me vê em todos os rostos, ela suspira forte, ao lembrar dos nossos corpos, entrelaçados.
Ela lê o que eu escrevo, me faz de divindade e deseja, uma vez mais, me adorar no escuro do quarto.
Aquela boca, seca e ofegante, antagoniza, aquele delírio de corpo suado.
Ela me vê como prazer, sonho, amante, quiçá namorado.
Eu sou um poço de gratidão, por ter me inspirado.
Mas ela sabe, que no fim, ela e o nosso amor, será só mais uma, do Famigerado..."

Inserida por wikney

"Eu protelei minha felicidade em prol do orgulho dela.
Abri mão da minha fé em devoção à ela.
Falando em fé, no fim das contas, minha religião é ela.
O meu templo de adoração é o corpo dela.
Pecador que sou, roguei pelo perdão dela.
Não obtive resposta, nem do meu sofrimento, uma trégua.
Ela nunca foi-me deusa da paz, do amor; Ela é a deusa do ódio, da guerra.
Vislumbro meu eu, mortal, enganado sobre ela.
Achei meu paraíso e meu inferno nos olhos dela.
Sua ausência é sal na ferida aberta.
Novamente, me perco em mazelas.
Me afogo nessa cacimba, que é amar ela.
Tento tornar-me um ateu acerca dela.
Mas o vento, servo fiel da minha algoz, traz-me cheiro dela.
Eu suplico pelos beijos e só recebo o suplício dela.
Na noite, eu sou um escravo e novamente, adoro ela..."

Inserida por wikney

Reduzido a Pó

A minha fortaleza estabelecida em cima do orgulho e do egoísmo, foi reduzida a pó quando te reencontrei, ocorreu uma mistura de sorrisos, e calor intenso, com uma inundação de lembranças e sentimentos que abalaram as minhas defesas, eu não nego que sempre quis continuar de onde paramos. Com a tua presença não tem meio termo, o amor acontece, me pega de surpresa, me acerta em cheio, desci pela minha garganta com sabor de brigadeiro, ele vem com a força do abraço do urso e toma conta de mim por inteiro. Quero te revelar, que no meu filme, eu te escolhi para ser a atriz principal da minha vida, pois o meu abrigo nas tempestades sempre foi o teu amor, e que eu me lembre, os meus melhores dias que vive até hoje, foram quando você esteve ao meu lado.

Inserida por Ricardossouza

Sentindo Falta

Lágrimas cobrem o meu orgulho,
As lembranças insistem, em me machucar,
Pensar triste, pulsar doloroso, clamor gritante, assim esta o meu debilitado coração,
Gritos de saudade dividi com a Lua, penosa e paciente ela me ofereceu as estrelas para acalmar a minha alma,
Seria bom poder bater as duas palmas das mãos e juntar o passado com o meu presente, o entrelaçar dos dedos significaria os fortes laços de amor unificados pelo tempo,
Pode ser uma esquisitice, mas eu nunca irei abandonar aquele amor que senti de tão perto...

Inserida por Ricardossouza

Toda mulher é linda, e quando tem amor próprio então, nossa!! Fica mais linda ainda!

Tenho a impressão que a gente quer se matar por se amar. Quer escapar de um amor que domina. Um orgulho que brilha e quer aparecer. A verdade é que eu e você já é quase uma coisa só. Sem tu na minha vida as coisas ficam pior... Me falta uma metade. Ferida, como irei para o combate? Preciso de você para lutar pela vida! Princesa imperfeita, me alfineta mas cuida de cuida de mim...

Filha.
Filha o fruto de meu amor com a mulher amada,
Parte de mim, parte da amada, um fruto que é um pouco de mim um pouco da mulher que se doou para que este sonho fosse realidade.
Filha nosso orgulho e motivo de nossa vaidade, simplesmente filha...
Nada mais é preciso pra sustentar nosso amor, o que tinha que ser feito já aconteceu, filha você veio pra confirmar pra sempre que de nosso amor, algo bom nasceu.

Não seja birrento com seu amor, pois se ele(a) for uma pessoa orgulhosa não olhará para trás, e você não poderá se arrepender!

Devolva amor a quem te dá ódio;
Devolva perdão a quem te magoa;
Devolva gratidão a quem te dá ingratidão;
Devolva compreensão a quem não te compreende;
Só assim você quebra as coisas ruins... Devolver coisas ruins na mesma moeda só vai ter algo ruim ao quadrado! E o mundo está cheio disso... Então quebre as correntes do ódio, do orgulho, da tristeza, da raiva, isso só traz mais da mesma coisa!
Seja paz e amor e isso te trará mais paz e amor ainda ;]

Amor

Não quero aqui por esse texto tentar impor uma justificativa
por ter errado ao não dar o amor que nós mereciamos porém
quero mostrar o que se passa dentro do meu coração nesse momento
mais um momento de angustia e aflição, só que todas as vezes
eu quem precisei insistir muitas vezes eu precisei convencer mas
convencer seria o correto ? Ou a insistência
deveria haver de ambas as partes ? Por noites
eu também esperei por um boa noite, mas o silêncio
se sobre saiu e mais uma vez eu esperei o amor agir, eu também
esperei uma mão para dar a minha diante de um passeio,
eu também esperei por um beijo inesperado mesmo quando estava tudo bem
e eu também esperei por um abraço apertado, todos os dias eu esperei também.
Eu esperei também uma atitude de resignificar em momentos de
aflição e angustia, eu esperei e espero até hoje que o orgulho
não seja tão grande quanto a vontade de ser feliz com quem se ama
eu esperei pelo amor e o amor me traiu me mostrandoo o que ele é, que é
esperar de outro, aquilo que vc também da de sí mesmo sem ter que esperar nada ao mesmo tempo.
E esperar faz parte desse dar e receber, pois se vc espera é a espera que vc vai ter.
Eu espero por cada momento online um pedido de atenção, a vontade de mudar o jogo e mais uma vez
eu fico esperando, isso dói tanto quanto morrer, e ao mesmo tempo eu morro sofrendo essa dor por dentro
esperei em cada gesto a delicadesa de aprender a retribuir da mesma forma, mas nem sempre
o gesto será positivo ou saudável e entendi quê não se da o troco com a mesma moeda.
Aprendi que pra viver é preciso motivos, objetivos, aprendi que não se vive sozinho
eu tbm esperei que o amor me mostrasse o verdadeiro significado da vida
e que por ele deveriamos abrir mão de muita coisa, o orgulho é uma delas
eu também esperei do amor uma saída para a felicidade, e acabei o responsabilizando
pelo que não deveria, eu não aprendi tudo sobre a vida, tão quanto sobre o amor num todo
mas aprendi que só se vive uma vez, e que se ama apenas uma vez na vida, hoje
eu trago uma sensação de medo do tamanho do amor ou seja sem dimensão de tamanho e espaço
me tornando assim em fraco e vulnerável sentimento de solidão, será essa a sensação correta ? Mudaria muita coisa
para melhor, se soubesse que muita coisa teria sido assim, assim como o amor
eu sou falho pórem fervoroso, intenso, forte e sensível ao mesmo tempo afinal eu nunca vi um fraco amor
e sim pessoas fracas falando de amor, não sei se é algo que acabe, por que ainda sinto
não sei é algo que dure uma vida, por que a vida ainda não acabou e o amor também não
eu também esperei por momentos felizes, e que com eles viessem um sorriso do tamanho do amor
assim sem tamanho, sem dimensão sem espaço definido para ocupar, de fato veio mas hoje o sorriso que eu carrego
é uma maquiagem do que o amor fez comigo junto de um semblante do que ele poderia ter feito, eu fiz
do amor uma prioridade, pensando que ele também faria o mesmo por mim, mas o amor é assim
sem explicação, cheio de brechas para que possa ser sentido e não previsto, pensar em tudo cansa a mente
e a mente cansa o corpo, e o corpo padeçe pelo cansaço, detalhes que passaram, podem ainda ser o motivo mais importante
para o que ainda pode vir, por que eu esperei um dia que o amor me trouxesse apenas aquilo que eu esperava
que ingenuo da minha parte não prever que o amor era algo imprevisível, que para cada indivíduo ele se aplica de forma diferente
eu achei que amar fosse uma coisa só, e que apenas sentir fosse o suficiente para entender, e lá estava eu novamente
esperando por algo que não aconteceria e que tão logo me mostraria a realidade, eu errei, perdão, mas eu também acertei
algumas vezes, e na verdade acertei mais vezes que errei, o que machuca minha alma, não é o fato de que errar é humano
e sim de que acertar é uma dádiva, e que até acertar a gente precisa errar e que errar é normal e preciso, e que se erra
várias vezes ao longo da vida, buscando um acerto que só precisa acontecer uma vez, quando se erra, se aprende a concertar
e quando se acerta, se aprende a nunca mais errar. isso é parte do amor, eu sou o amor, eu sou parte disso, mas não sei tudo
o que deveria, e nem sei se até o fim da vida eu saberei, só sei que amo e sinto cada batimento e frequência do amor em mim
se é certo ou errado eu ainda vou saber, mas hoje eu amo do jeito que o amor me ensinou, que apesar se ser falho, há disposição infinita
de tentar ser o amor perfeito. esse sou eu e no final eu gostaria de nem amar, dói aprender e dói entender que pra aprender é preciso sentir
a dor do que é amar.
David Souza.

"Não Confunda Amor Próprio Com Egoísmo E Arrogância.
⁠EXISTEM Pessoas Que Tomaram Uma Dose Tão alta De Arrogância Que Acabam Tendo Uma Overdose De Si MESMO."

Perdão

O perdão é a face mais sublime do amor racional.

Eleva o pensamento, purifica a alma, regenera o corpo físico. Permite o crescimento e o desenvolvimento humano.

O perdão dá a oportunidade, para quem pede, de reconhecer, admitir e corrigir seus erros; para quem perdoa, de se colocar no lugar do outro, de exercer o não julgamento, a empatia e; para ambos, de reconhecer que a verdade é superior ao orgulho.

Sem perdão o amor não se eleva e a humanidade não evolui.