Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho e sem cor. Talvez você seja, ou esteja se sentindo este diamante, preso dentro de uma gaveta. O convido para sair para fora.
Para que todos possam enxergar o brilho que há em você.
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho, sem cor. Talvez você seja ou esteja se sentindo assim: Um lindo diamante que não têm brilhado, por estar trancado na gaveta. Vêm para fora, para que todos possam ver o brilho que há em você
Apesar do arco-íres ser encantador,é passageiro. Prefiro os raios solares que a cada rotação me fortalece e ilumina meu caminho.
Etapas.
Não vivemos o fácil, sem ter vivido o difícil.
Não vivemos bom sem ter provado do ruim. Não vivemos o sorriso sem antes ter provado o choro.
Inevitáveis etapas que vivemos, no começar e terminar de mais um dia.
Descobri que expor minha opinião sobre política nas redes sociais, resultam em perder amigos.
Escolhi me calar.
#ACREDITEEMVOCÊ! Esta se transformou na minha frase favorita, por diversos motivos.
O primeiro deles é por deixar de lado opiniões alheias que só serviam para me entristecer, enfraquecer minha caminhada.
Acreditar que somos capazes de produzir material para a construção no nosso próprio ser, nos faz donos das nossas metas, nos remete segurança para sermos autores da nossa própria história.
O segundo e não menos importante que o primeiro passo, foi persistir no OBJETIVO e fazer disso minha fonte de energia inesgotável.
No início, tudo que eu queria era me livrar do excesso de peso. Tarefa árdua!
Mas com o tempo, a PERSISTÊNCIA, os resultados apareceram e os sintomas que estavam adoecendo meu corpo, sumindo.
Me enchi de uma força tão grande, que só Deus explica.
E essa força me guiou até aqui.
Não almejava grandes expectativas, meus passos sempre em contínua caminhada me fizeram acreditar na minha capacidade de romper barreiras.
Hoje sei, alcançar ou não, o topo de uma árvore, está em decidir subir nela ou ficar parado, olhando para cima, imaginando a queda ou o voo. "Não sou atleta, nem pretendo competir com quem quer que seja.
"Não quero ser ninguém!...
Minha batalha é para ser eu mesma, com a minha VERDADE, a minha REALIDADE. Cada dia mais contente comigo, satisfeita em subir os degraus da vida, com FÉ, e esperança de dias melhores.
E com a certeza de que a minha luta, irradie outras caminhadas. Multiplicar este sentimento de agradecimento à Deus, pela permissão de levantar a cada manhã com a certeza de ser guardada e guaiada por um "SER" que jamais desampara aqueles que lutam pelos seus sonhos, que persistem na construção de novos rumos.
Portanto, #acrediteemvocê, limpe sua mente de tudo que te atrasa, de tudo que te arrasta para trás, molde seus sonhos através dos seus esforços.
Ouse, dê mais um passo, não tente, faça. Não pense, aja. Não pare, caminhe. ... devagar, mas sempre... tenha fé em Deus e reme!
Érwelley Andrade
Aprendi mais uma vez que não “existem” pessoas perfeitas, porque a palavra encontra – se no presente, e perfeito no pretérito.
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
Hoje ela acordou e ao levantar da cama viu que seus chinelos não estavam lá no "pé" da cama onde ela sempre os deixa, quando chegou no banheiro também não o viu e quando passou pela sala percebeu que a janela estava aberta mas nada de achar ele, procurou na cozinha, na varanda e quando desistiu de procurar, voltou ao quarto e viu que ele estava embaixo da cama.
É inevitável remediar os fatos, reinventar os traços e seguir viagem. A vida pede continuidade embora o sol esteja escondido por detrás das nuvens, as estrelas omissas pela escuridão da noite e o mar envolto pela braveza da tempestade. É arriscado seguir o curso do rio, mas necessário seguir a rota; o fim faz parte de toda modalidade da existência configurando a memorização fatal da humanidade diante da sua impotência de decidir se sim ou se não.
Somos quem somos e nada seremos se tentarmos ser quem não vemos. A vida segue seu curso e a naturalidade das coisas nos remete o que é necessário que seja, independente de tentarmos fugir no nosso verdadeiro eu. A carta será aberta e a verdade revelada aos nossos olhos, e diante do refluxo de existir, vomitamos toda podridão humana em tentar parecer o que nos transpassa a alma e agonizantemente sufoca o espírito.
A dificuldade nem sempre está nas coisas que nós achamos que ela possa estar, torna-se difícil a impaciência e as pessoas que fazem da ignorância sua maneira de pensar.
