Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
Quando pouco amor a Ti foi dado, pensou que nunca mais amaria outra pessoa ou seria amada. Mas, com o tempo, já se curando de toda a sua dor, você me mostrou todos os monstros que te arranhou e te feriu, deixando-me ver todo aquele Campo Florido que você construiu com tanto esforço e delicadeza. Eu te mostrei que, com o meu amor, poderia polinizar toda aquela vegetação para que tudo desse bons frutos.
~Safira souza
É meu amor
O meu nenem
Vou te beijar
Vc é meu bem
Vou te por
Para dormir
Em meus braços
Pra nunca sair
Aqui vc tem
Conforto e paz
De ti vou cuidar
Te amando demais
Certamente não fui teu amor
Mas eu sim te dei valor
Me apaixonei, cuidei e senti dor
E ainda sim, não pude ser seu amor
Na realidade da vida seja ela
Acreditei no nosso romance
Num romance tipo novela
Num romance sem chance
No romance que havia uma donzela
Apenas uma menina encantada
Que sentia minha alma e minha aura
Sentia tudo, menos meu amor e minha raiva.
Eu pensei saber de amor, pensei. Mas só agora eu sei quanto me enganei. Você chegou e veio me ensinar que o amor é o Sol, é o calor, é a vida a cantar.
Hoje eu sei o que é amar, e o amor é tudo quanto eu sonhei.
Queria lhe dar o meu amor e todo o calor que há dentro de mim. Mas você não quer aceitar tudo o que eu tenho pra lhe dar, por isso eu vivo triste assim.
"Perdoar não é consentir com a maldade nem aceitá-la, mas ter compaixão dela por amor de quem a pratica. Parece-me que este é o motivo pelo qual Santo Agostinho diz mais ou menos o seguinte: numa Cidade em que os cidadãos se depravam por causa do estabelecimento de leis iníquas, os justos têm muito a sofrer e muitíssimo a perdoar.
Para o Bispo de Hipona, só merece propriamente o nome de "Cidade" o lugar onde as pessoas se reúnem por amor a bens comuns.
O aviltamento da política é, portanto, uma derrota fragorosa do amor".
"Singelos traços de amor, genuínos e sutis, sustentam a arte da vida, garantindo que as dores se tornem apenas etapas na construção da alma. Na delicadeza do afeto, encontramos a força necessária para transformar cada sofrimento em um degrau para o crescimento."
Chore pela dor, sorria pelo amor, mas nunca se arrependa de deixar para trás o que te causa sofrimento.
Amor sempre presente
Que eu envelheça, que a pele se marque em rugas mas que o coração nunca endureça. Que o amor viva, sempre presente, e que a ternura em mim jamais se esmoreça.
SimoneCruvinel
Teu amor me acorrentou
Nas correntezas de um rio
Me afogou e me levou
Com seu olhar tão macio.
E se as minhas palavras não fazem sentido, ouça a melodia
Porque meu amor está lá guardado.
Seu amor é assim, ar que eu respiro
Água que eu bebo, suor que eu transpiro
Só você faz explodir no meu peito
Essa louca paixão.
O amor se entristece
Quando, diante do espelho,
Palavras más ferem o que vê.
Ama tudo e todos,
Mas não consegue amar você?
Um Corte de Amor; Quando a Força se Revela em Pequenos Gestos. (MH)
Um gesto simples, um corte de cabelo; e com isso, eternizou o amor. Ao transformar o que poderia simbolizar perda em um presente de esperança, nos faz lembrar que, ao darmos de nós mesmos, deixamos marcas que o tempo não apaga.
Em cada fio doado, um pouco de sua força, de sua compaixão, uma mensagem silenciosa de que, mesmo na dor, o amor pode renascer e iluminar outra vida.
Em meio às tempestades que a vida insiste em trazer, há aquelas e aqueles que, ao invés de se encolherem, estendem a mão. São as pessoas que, mesmo tocadas pela dor, cultivam em si o dom da grandeza silenciosa. Não se veem como mártires, tampouco esperam recompensa. Elas sabem que, embora os ventos sejam contrários, há algo que precisa ir além da própria sobrevivência: uma força que transcende o pessoal, uma esperança que, ao ser compartilhada, se torna ainda mais poderosa.
Elas compreendem que a dor tem muitos rostos e, ao identificar esse reflexo nos outros, encontram sentido no gesto de entrega. Porque, ao dividir o peso, ao doar aquilo que ainda possuem, desafiam a lógica da perda. Transformam a própria vulnerabilidade em ponte, em caminho que não só sustenta o outro, mas as eleva a uma compreensão profunda do que significa estar vivo. E assim, ao invés de sucumbirem ao fardo, transformam-no em um símbolo de resistência, em um elo entre as almas.
A bondade verdadeira, essa que surge em meio às batalhas internas, não é barulhenta. Ela é um sopro, um movimento sutil, uma pequena chama que, ao ser acesa, ilumina muito além de suas próprias fronteiras. Quando oferecem uma parte de si, não o fazem para serem reconhecidas; fazem-no porque entendem que, no fim das contas, somos todos passageiros de uma mesma viagem, nada trouxemos e nada levaremos, todos caminhando pela mesma estrada. São essas almas que têm a rara habilidade de transformar a dor em compaixão, de enxergar no outro uma extensão de si mesmas.
Há algo de profundamente humano naqueles que encontram propósito nas adversidades. Ao olharem para suas próprias cicatrizes, não as veem como marcas de derrota, mas como símbolos de superação, lembranças vivas de que a dor pode ser um meio, uma passagem. E, ao compartilharem essas feridas, transmitem uma mensagem de que a vulnerabilidade não é fraqueza, mas a essência do que nos torna reais, capazes de sentir e compreender o outro.
Essas pessoas caminham entre nós com uma coragem que não se anuncia. Não buscam glória, mas levam consigo uma força que não pode ser negada. Porque quem carrega o peso do mundo nos ombros, mas ainda assim oferece apoio ao próximo, prova que a verdadeira fortaleza reside na capacidade de ser gentil mesmo quando tudo parece ruir. E é essa generosidade, essa oferta que surge em meio ao caos, que verdadeiramente nos engrandece como espécie.
Talvez, a maior lição que nos deixam seja a de que a vida é um ciclo de entregas e de renúncias. Tudo o que mantemos fechado em nós se desintegra, perde-se na efemeridade. Mas aquilo que doamos se torna imortal; é a parte de nós que sobreviverá em quem a recebeu. Quando alguém escolhe dar, mesmo tendo tão pouco, cria um laço invisível, um pacto sagrado que une as dores e esperanças de todos os que, um dia, também precisarão de uma mão estendida.
E há, então, a beleza de perceber que, ao ajudar o outro, algo em nós se cura também. Porque a compaixão tem o dom de nos transformar. Cada ato de bondade silenciosa é um ato de resistência, de amor, de fé na humanidade. Ao tocar o coração do outro, algo em nós se acalma, como se a alma, em sua simplicidade, reconhecesse o sentido maior de nossa existência.
Esse é o legado dos que amam em meio à luta, dos que sorriem em meio ao choro, dos que encontram força na fragilidade e beleza na dor. São eles que nos lembram, em cada gesto, que a vida é infinitamente maior que qualquer adversidade. E que o amor - esse amor que não exige, que não pede nada em troca, que só deseja aliviar – é a única força capaz de nos fazer verdadeiramente livres.
Assim, em cada ato de generosidade anônima, eles nos ensinam a olhar para a dor com reverência, a abraçá-la como uma mestra silenciosa, a fazer dela uma semente de compaixão que, ao germinar, transforma não só o mundo ao nosso redor, mas a nós mesmos. Eles nos convidam, dia após dia, a seguir seu exemplo, a viver com coragem, a amar com profundidade e a lembrar que, no fim, somos todos parte de algo infinitamente maior.
Quando estiver com o amor da sua vida, diga que o ama, demostre amor, dê carinho, cuide da melhor forma possível, pois a vida passa por um fio!
