Amor na Atualidade
Que o amor seja leve, para que eu me sinta em seu colo e não pesado para que eu me sinta arrastada pelas sua mãos.
A gentileza não precisa de destreza;
A educação não precisa de ocasião;
O amor não precisa de favor;
A bondade não precisa de oportunidade;
O respeito não precisa de conceito;
O perdão não precisa de sermão;
A essência do amor neste mundo é mais romântica do que fraterna. As pessoas passam a vida sonhando em encontrar um grande amor, perseguem esse sonho, alimentam obstinadamente a esperanca de um dia realizá-lo, inclusive a própria sociedade vende a ideia do amor romântico como uma das coisas que uma pessoa deve ter em sua vida para ser considerada uma pessoa feliz e realizada. É tanta energia canalizada no amor romântico que nem damos conta de que acabamos negligenciando o amor fraterno. Uma coisa que não percebemos ainda é que a verdadeira essência do amor é fraterna. Amamos errado, não sabemos amar, vivemos tão somente em busca do amor romântico, não sabemos do amor a sua real essência e fatalmente passaremos por esse mundo sem saber amar ao próximo como a nós mesmos e como aos nossos entes queridos.
Acredito que a essência verdadeira do amor é mais fraterna do que romântica. Não nego a importância do amor romântico, ele é necessário para a perpetuação da espécie, também através dele as pessoas podem conquistar uma melhor versão de si mesmas se tornando mães e pais(claro que não é algo unânime, nem todo mundo aprende com essa experiência) dando origem a um outro tipo de amor, um amor mais sublime, generoso, abnegado, com rompantes de altruísmo, principalmente no caso do amor materno. O amor romântico tem sim sua importância e utilidade, mas não é o único tipo de amor que deveria importar. O mundo precisa de fraternidade, um sentimento mais desintetessado que promove uma união genuína entre as pessoas. Temos demais amor por interesse, o grande desafio da humanidade é despertar para o amor fraterno.
O amor romântico nasce de uma atração, uma inclinação geralmente mútua, uma motivação pessoal entre duas pessoas, aquela pessoa tem alguma coisa que desperta o interesse da outra e vice-versa, algo que pode envolver o ego, a vaidade, mas também a admiração, um amar que espera correspondência, que exige e tem também muitas expectativas, permanecendo até que não seja mais conveniente/interessante para uma das partes ou para nenhuma. Enfim, o amor romântico tem prazo de validade e quando acaba pode se transformar em ódio ou também em amizade. Para algo nos atrair geralmente está ligado à beleza, ao que agrada, convida, seduz, é muito mais fácil amar o que nos desperta o interesse, difícil mesmo é amar o que nos é indiferente, o que nos causa repulsa, o que não nos atrai nem nos remete à beleza. Amar apenas o que convém não é saber amar porque é um amar muito confortável, egoísta, por outro lado se desafiar a amar o que não nos diz nada ou desagrada é grandioso pela generosidade, pelo desinteresse envolvidos porque o amor fraterno é um amar sem conveniência. O mundo precisa demais de tolerância, de compreensão, de respeito, infelizmente não é com o amor romântico que iremos alcançar. Afinal, o mundo está saturado de amor romântico e seguimos cada vez mais afastados do sentimento de união, de solidariedade, de respeito, de tolerância que fazem parte da fraternidade.
Do ponto de vista de um pai, de uma mãe o maior sinônimo de amor é filho(a), acredito eu, pelo menos deve ser assim com a grande maioria. Do ponto de vista de um filho(a) com filhos o maior amor do mundo pertence a seus filhos. Já do ponto de vista de uma pessoa que não tem filhos, provavelmente o maior sinônimo de amor é pai/mãe, dependendo de como é a ligação afetiva que a pessoa tem, se mais com um, se mais com o outro ou se com os dois. Então sinônimo de amor é relativo, cada pessoa tem o seu, depende de cada realidade.
Acredito que o amor seja algo grandioso, poderoso, nobre, soberano, infinito, sublime, perfeito, generoso, porém, não sabemos ainda exercê-lo dessa forma, ou seja, na sua verdadeira essência. O que fizemos do amor (o tal do amor romântico) é um arremedo do amor. Então, não é o amor de fato que acaba/que tem um prazo de validade, a limitação está nas pessoas, já que não sabem amar, fazem um uso equivocado do amor, não é à toa que acaba, e, se acaba, é porque não era amor, pois o amor é algo que não tem fim.
Lendo um livro do Gikovate pude entender que não é o amor que possui vícios, como eu acreditava, na verdade o amor é algo impoluto, impecável, os dotados de vícios, de limitações somos nós, que usamos com egoísmo coisas edificantes como o amor, a amizade, a caridade, a maternidade, a paternidade... Infelizmente ainda não somos evoluídos o suficiente para sabermos colocar em prática tais coisas grandiosas na forma perfeita como elas são, não sabemos ainda vivê-las em suas reais essências.
aprenda uma coisa , nessa vida se você encontrar alguém que você acha que é o amor da sua vida, valorize dê prioridade faça valer a pena os dias ou anos que vocês estiverem juntos, lembre-se num piscar de olhos tudo pode mudar, as pessoas mudam seus planos o tempo todo.
Quando você ama, dá seu coração sem saber o que vai vir logo em seguida. Sabe, o amor não é algo que pode ser imitado. Essa é a parte difícil.
O amor é como rosa que perfume e espinhos tem, quem ama tem venturas, mas sofre um pouquinho também.
Há dias que não recebo seus carinhos, seus beijos, seus amores, sua presença, me chamando de amor. Até quando tudo isso vou tem que segurar?
A verdadeira vocação não é simplesmente uma escolha bueno aires pessoal: é uma resposta ao amor de Deus
Eu vou onde suas asas possam te levar, eu não sei voar, mas quero seu AMOR. Mesmo que isso tudo só fique num sonho.
Te amando eu vou...
